Coco Gomez y el Coro Toba Chelaalapi

Coco Gomez y el Coro Toba Chelaalapi. El coro Chelaalapi interpretó junto a Coco Gómez los temas de su autoría Madre Toba, Hermano mío y el huayno Hijos de esta tierra cuya autoría la comparte con Sebastían Jaime, donde pudo apreciarse la gran emoción vivida por el público ante semejante espectáculo emergente del corazón de esos artistas que en su propia lengua madre compartían las magníficas creaciones de un hombre blanco que conoce e interpreta como propios los sentimientos de ese pueblo originario con el que ha compartido su vida desde niño en pleno Chaco impenetrable a orillas del Rio Bermejo y que no olvida sus raíces, sino que por el contrario, la rescata y la sostiene con la fuerza que le brinda su arte musical.

Música no Feira dos livros de Guadalajara

Ensaio no Encontro cultural da Feria Internacional del libro de Guadalajara, México. Es la reunión editorial más importante de Iberoamérica y un extraordinario festival cultural. Fundada hace 30 años por la Universidad de Guadalajara. De Mongolia a la Patagonia, un origen, muchas lenguas.

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Reforma na Educação? Será que os maiores especialistas em educação, e brasileiros, foram ouvidos?

Muito boa a entrevista do Pacheco, e finalmente alguém que pode falar sobre essa brincadeira de reforma na Educação. Com a palavra o Pacheco: “o Distrito Federal terá a primeira comunidade de aprendizagem do mundo. Será no Paranoá.”
“E agora vou para a Itália. Falar de quê? Dos projetos brasileiros inovadores. Agora é o Sul que está a informar o Norte. O Janine, a quem devo muita admiração, criou um grupo de trabalho que fez um levantamento de projetos inovadores no Brasil. São 178.”
“O ministério se comprometeu perante esses projetos a acompanhá-los e avaliá-los. Mas entrou o novo ministério e acabou tudo. A questão é essa. Desperdício.”
Ancora em Cotia: “Um rapaz diz que está faltando água na favela. Hoje, ele tem uma microempresa de produção de cisternas para colher água da chuva a partir do material do catador. Está livre do tráfico, potente na sua capacidade. Aprendeu ciências, física, hidráulica, português, matemática. O problema é que ao fim de algum tempo, deixam de fazer perguntas.”

A mudança proposta para o Ensino brasileiro feita pelo Governo atual: “Foi feita às pressas, sem debate, mas não me importa, porque é o comportamento comum, infelizmente, do poder público. É um disparate técnico, científico, pedagógico. Por quê? Porque, primeiro, ela é feita dentro do velho modelo, de uma escola sucateada, que justifica a existência do cursinho, que é da mesma natureza. Está condenada a não ter êxito. Já dão quatro dias de aulas de português e matemática e uma só de educação física. É o modelo educacional centrado na escola do século 19, que está errado. Eu não saio dessa. E as pessoas precisam entender que quando criticam o ministro… O ministro, coitado, ele não sabe nada de educação, não tem culpa. Está lá,”

Veja na integra a entrevista do educador português José Pacheco que está dando sopa no Brasil e o Ministério da Educação perde a oportunidade de ouvi-lo. Senhor Presidente do Brasil, é necessário ouvir as propostas do José Pacheco, que é toda baseada em conhecimento de estudiosos brasileiros. A solução está próxima, o Pacheco mora em Brasilia, é só chamá-lo para conversar.