Trucks da Isuzu no Brasil?
Comenta-se que a GM está conversando para revender a linha de Trucks médios para a Isuzu nos EUA. Não acredito que isto ocorra, apesar da crise da GM. Precisaria é voltar a fazer parceria com a Isuzu. Os japoneses produzem motores de alta tecnologia e com baixo consumo de combustível. Se preocupam com poluição. Não ficaram na folga como as empresas americanas pouco ligando para o consumo dos carros e caminhões.
É uma questão de motor moderno com alto desempenho e consumo. Veja um dos motores que equipam os trucks médios da Isuzu (equivalente à S10):
- 2,923 cc 2.9 liters in-line 4 front engine with 95.5 mm bore, 102.0 mm stroke, 10.1 compression ratio, double overhead cam, variable valve timing/camshaft and four valves per cylinder LLV
- Multi-point injection fuel system
- 19.6 gallon main unleaded fuel tank 16.3
- Power: 138 kW , 185 HP SAE @ 5,600 rpm; 190 ft lb , 250 Nm @ 2,800 rpm
Um motor moderno numa pickup confortável da GM. Combinação perfeita.
http://www.isuzucv.com/hseries/index.html
http://www.carbuyersnotebook.com/
Com a presente crise americana os olhos se voltam para o Brasil, China, India e Russia. Imagine o caminhão da Isuzu abaixo vendido no Brasil. Isuzu, estamos de portas abertas:
2 Comments »
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eu tenho um GMC 7.110 motor isuzu a cinco anos um motor que nunca me deu defeito obs;(quatrocentos mil kilometros) acho uma pena esta fabrica nao se interessar pelo brazil para brigar com estas fabricas brasileiras , tambem nao encontrar pecas para o mesmo e guando encontra sao carissimas eu vejo muitos propietarios de GMC vendendo o caminhao para o desmanche quando da problema por ser muito caro e fica inviavel arrumar ou adaptando outro motor e cambio uma pena
Veja caro Rodrigues. Os fabricantes se preocupam em vender seus veículos. Se tem uma brecha lançam o mesmo e depois quem comprou paga o pato pela medida intempestiva do fabricante. Depois vemos que tal fabricante poderá decretar falência. Qual será o motivo? O que podemos fazer? O Governo deveria ter uma fiscalização mais rigorosa sobre os veículos lançados, cabendo sempre as perguntas: Quem vai garantir para o usuário a manutenção? As peças são mais caras quando compradas individualmente, dá para entender? A obrigação pela reposição das peças é do fabricante por 10 anos, e para caminhão que dura muito mais, quem banca?