Super Petrel 100 aviao anfibio brasileiro da Scoda

A Scoda Aeronáutica, cuja fábrica fica na cidade de Ipeuna, SP – perto de São Carlos, vende seu avião anfíbio para 23 paises. A configuração biplano, sesquiplano, staggerwing, além de forte e charmosa proporciona ao anfíbio Super Petrel LS características de vôo altamente positivas, como: estol suave, excelente estabilidade e conforto em atmosferas turbulentas, decolagem firme e breve sem necessidade de flaps e principalmente um incomparável comportamento nos pousos.Esta configuração permite que você mergulhe na reta final sem disparar a velocidade, estabilize sobre a pista colocando o hidroavião na atitude de pouso e aguarde o afundamento para um toque suave e preciso. E para ajudar, a pequena área lateral de fuselagem traseira, faz com que ventos cruzados tenham pouquíssima influência no pouso. O Super Petrel LS é firme e preciso em baixas velocidades. Tal comportamento é muito almejado e apreciado nas aterrisagens e mais ainda nas amerissagens (pouso na água). Pousar este anfíbio é uma operação fácil e segura.

As aeronaves produzidas são de pequeno porte, enquadradas como aeronave leve esportiva. Na sua produção utilizam materiais de última geração, conhecidos como compósitos – no caso fibra de carbono e kevlar. Interessante foi a participação de estagiários da Universidade de São Carlos no inicio de projeto.
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Um detalhe do casco produzido com materiais identicos ao de embarcacoes offshore.

O motor e um Rotax 912 ULS de 4 tempos com 100HP. Uma curiosidade é que a hélice é traseira.

Lear Jet, já comprou o seu? Veja os cuidados na sua fabricação.

Quando vemos um jatinho no Aeroporto ou passando sobre nossas casas não sabemos os detalhes envolvidos na sua construção. Similar aos cuidados de um Rolls-Royce, porém, ele tem que voar e enfrentar temperaturas e alterações climáticas no ar, não é fácil não. Todo cuidado é pouco. E como é bom estar a bordo de um avião, não é mesmo?

Bancos dos aviões

Os bancos dos aviões que utilizamos no dia a dia.

Imagino que para viagens longas a limpeza dos aviões seja a mais criteriosa possível, afinal iremos ficar horas no avião e existem, claro, pessoas alérgicas que viajam.

Vamos nos ater aos aviões que circulam dentro do Pais. Ontem, indo para o Rio na ida o Embraer da Azul (não são bancos de tecido) muito confortável, mas na volta o avião da Embraer era menor e um banco totalmente desconfortável. Isso num voo ponte-aérea. Outro dia fui de TAM e meu banco em tecido no encosto não tinha mais espuma, viajei encostado na madeira (com o tecido por cima).

Limpeza interna dos aviões domésticos no Brasil. É uma pergunta. É feita como se deve? Ou, o importante é a parte eletrônica, comandos e turbina?

Atualmente não se troca mais o digamos guardanapo onde encostamos nossas cabeças (esqueci o nome), creio que não dá tempo para troca. E convenhamos que é fácil arrumar um patrocinador para bancar. Poderia até ser num formato de saco de lixo para automóvel com dupla utilidade, e após o voo você já levaria a sua capa do encosto da cabeça e usaria em seu carro. E com propaganda. Poderia ser também cobrado à parte. Você já pede no check-in a sua capa para encosto de cabeça. Bancos mais espaçosos e capa nova para encostar a cabeça. Faz tempo que não pego avião com capa no encosto nova (mesmo para o exterior). Já comprei um travesseiro de infla e creio que na próxima viagem levarei. Outra opção é montar uma banquinha no aeroporto para venda das mesmas.

E os bancos. Acredito que as empresas cuidam como no caso das turbinas, ou seja, com muito carinho. Devem utilizar aqueles aspiradores modernos (e caros) que funcionam com vapor de água. Suas escovas giratórias puxam até fios de cabelo eternamente presos nos tecidos.

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Agora, ficaria caro fazer isso todo dia, então que faça quinzenalmente, e se não der mensalmente, e se ainda não der semestralmente e ainda como última opção anualmente.

Imagine uma pessoa que se assuste muito no sacolejar repentino do avião e não tem como levantar para ir ao banheiro, o risco é grande de molhar o banco.

Concluímos que banco de avião não pode ser de tecido, certo? E como nos carros atuais não se usa quase couro mesmo, as imitações são perfeitas.


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Airbus imagina “aviões-foguete” para o futuro

Não gosto muito de viajar nos aviões da Airbus, porém adoro as francesas. Prefiro o Boeing, mas com certeza prefiro as francesas às americanas.

Em entrevista ao Le Figaro, Bregier Fabrice, CEO da Airbus, disse que em relação às aeronaves do futuro, trabalham para permitir que a Europa mantenha a sua liderança tecnológica e competitividade.

Diz ainda na entrevista que o grande desafio para o futuro da indústria aeronáutica francesa é que em 2020 as aeronaves em serviço, com efeito, deverão reduzir à metade as emissões de CO2 e 50% de seu ruído (apoio totalmente e que também retirem as buzinas das motocicletas e não permitam aquelas motos barulhentas). Dentro de quinze anos o tráfego aéreo vai dobrar de novo, pois hoje 84% da população do mundo não utiliza o avião. Temos de gerir este crescimento antecipando-nos e com o pensamento firme: sem o aumento das emissões.

Para o ano de 2020, estamos trabalhando, por exemplo, na velocidade do motor da aeronave, o ruído e segurança. Resolver problemas de aerodinâmica e reduzir o peso da aeronave com o uso de compostos e ligas novos. Isso é para melhorar o “deslize” da aeronave no ar. Estamos também trabalhando na inteligência da aeronave para enfrentar os congestionamentos e coordenar melhor os movimentos de pouso e decolagem. Isto requer sistemas que permitam às aeronaves comunicarem-se entre si para evitar o tempo perdido voando ao longo de um aeroporto antes do desembarque. Só isso economizaria 10% do combustível consumido pela frota mundial.

A longo prazo, 2040, nós pensamos em como um avião voar de outra forma. Nós estudamos o uso de asas delta, aviões de combate e células de combustível. As companhias aéreas devem se preparar para um mundo sem petróleo. Estamos explorando várias opções, incluindo a de combustíveis sintéticos e biocombustíveis. Uma visão mais distante ainda, pode-se imaginar o avião foguete em que parte do percurso, teria lugar fora da atmosfera da Terra. Eles nos permitiriam voar de Paris para Tóquio em duas horas.

A indústria aeroespacial francesa e europeia deve manter a sua vantagem tecnológica para conquistar a sua quota do mercado em um mundo competitivo, sabendo do retorno dos russos e chineses na aviação civil. Sabemos que as suas aeronaves, em especial a próxima chinesa, o avião C 919 chegará ao mercado entre 2015-2020 com uma tecnologia moderna. Programas de pesquisa, que citei, são portanto, um grande desafio para a indústria francesa.

O CEO da Airbus foi entrevistado por Veronique GUILLERMARD, Yann Le vendavais e Jacques-Olivier Martin do Le Figaro, da França.

Analisando a entrevista percebemos que existem equipes de estudos avançados e com visão de futuro na área da aviação. No tocante aos veículos terrestres, precisamos de mais avanços principalmente na economia do combustível mesmo os motores à gasolina. Tenho certeza que isto seja possível, basta querer e enfrentar os produtores de petróleo. Uma solução simples seria apagar o motor quando o veículo está parado, acelerou ele já liga e sai andando (com a evolução das baterias seria moleza).

Teremos os micro aviões-carro!