Interessante acompanhar este trabalho bem completo sobre freios. Também seria interessante fuçar nos links que ele apresenta. É um trabalho muito bonito, que nos mostra como funciona um sistema de freios. Sempre tive a maior preocupação com o sistema de freios dos meus carros. É muito importante manter os níveis do fluído, fazer inspeções completas em todo o sistema hidraúlico e mecânico, sistematicamente.
Considero que temos que evoluir e muito em termos de sistema de frenagem. Não gosto do sistema atual de pressão do óleo, apesar de sistema duplo, abs, etc. Acredito num sistema eletrônico, seria muito mais seguro. Com uma simples programação criaríamos um sistema de comunicação entre o motorista e a parte mecânica necessária para travamento do disco ou tambor. A maior complexidade seria a atuação mecânica sobre o disco do freio (até neste quesito dá para evoluir)
Veja que a Siemens-VDO, Alemanha, Já faz testes com um protótipo elétrico de freio (EWB). É efetivamente a mais recente tentativa de remover o sistema de circuito hidráulico de travagem das rodas de um automóvel. O EWB é uma idéia inovadora baseada em tecnologia desenvolvida por uma empresa chamada eStop. A Siemens adquiriu a eStop no início de 2005 e desde então centrando fogo no sistema. Veja que vem por aí, mais segurança no brecar. E poderá ser por comando de voz. Pare! E ele parará. O problema seria num assalto: “o ladrão diz Pare! e você: Anda!, e o ladrão: Pare!. O sistema entraria em colapso. Brincadeira a parte, é o caminho para modernizar o sistema mais sensível de um veículo e muito importante.

http://www.carbibles.com/brake_bible.html
Diz o autor do artigo para terminar com chave de ouro:
“Conclusão: Speed (velocidade) não é o problema.
A velocidade não mata. O que se mostra nestes artigos contradiz de longe os números e formas como as autoridades acreditam. É senso comum que a maior velocidade fará qualquer acidente mais violento, mas maior velocidade não é a causa da maioria dos acidentes ocorridos A polícia e os governos devem gastar mais tempo para orientar as pessoas no sentido de se conduzir adequadamente o veículo e prestar atenção, sempre atento. Na menor bobeada ou desatenção acontecem os acidentes. Eles deveriam dedicar mais tempo na formação de motoristas responsáveis, maior preocupação com suas próprias ações, em vez de culpar os motoristas. Isso iria reduzir sensivelmente a morte, por exemplo, de pedestres. Eles devem gastar mais tempo e recursos financeiros, coibir com mais rigidez o uso dos celulares (campanhas educativas) e prendendo motoristas drogados ou embriagados que dirigem livremente. Todas as principais causas dos acidentes relatadas por dezenas de relatórios estatisiticos, ou não, mostram estes fatos como causa dos acidentes. Mas continua a ser a limitação drástica da velocidade, a escolhida, conseqüentemente o mais fácil de se escolher, óbvio. Considerado sobre estudos e estatisiticas como dito, é o menor responsável pelos acidentes. Reduzir a velocidade dos veículos não irá necessariamente refletir na redução das taxas de acidentes.”
Os testes da Continental (VDO - Siemens) continuam:

http://www.vdo.com/press/releases-conti/chassis_safety/2008/doc-2008-03-18-emb-en.htm