Ruas de Sao Paulo e seus buracos

Alerto os motoristas que no final da Via Anchieta e onde tem a opção de ir à direita para Bom Pastor, caso passe reto para as Juntas Provisórias tem um buraco perigoso onde ontem cai por volta de 20h. E logo no início da Juntas tem outro buraco bravo. E a região é altamente perigosa. Por sorte tem um Posto no Início da Juntas.

E mais uma vez a MercadoCar da Barra Funda me salvou (24h).

O pneu é um Bridgestone com Rim Guard para o Fit Ex e Exl. E eles tinham lá para vender e já montaram e balancearam e prossegui viagem para Campinas. Foi a primeira experiência com o estepe provisório da Honda. Ele não permite percorrer a distância de SP até Campinas (máximo 80km). E lá se foram R$ 400 pratas divididas em 6x sem juros no cartão.

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O transporte nas cidades – Solaris, empresa de Troleibus da Polônia

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Não entendo como não temos em nosso País uma empresa tão fortemente dirigida a solução urbana de locomoção. Falta de investimentos e presença forte de empresas que produzem caminhões e plataformas para ônibus, com montadoras de carrocerias locais. Na minha opinião falta estratégia. No Rio de Janeiro algumas soluções estão sendo tomadas no centro da cidade, como já disse anteriormente, baseado no que ocorre nas grandes cidades da Europa. Em São Paulo se faz no sentido inverso, limitando velocidade (pode ter seu lado de segurança), criando corredores de ônibus sem ônibus ou com amontoado de ônibus em fila, como se vê na Avenida Santo Amaro, Francisco Morato na Zona Oeste. Já comentei antes que para diminuir o trânsito tinha que ter 5 linhas básicas de Troleibus, ônibus elétrico ou mesmo ônibus como este, por exemplo:

p4Não precisaria ser elétrico ou com trilhos (não sei não se não sairia mais barato que esses corredores de ônibus todo de concreto).

Quais seriam as 5 linha básicas na cidade de São Paulo e onde seriam os pontos para passageiros entrarem, e saírem claro?

  • Linha 1 de Troleibus em corredor de ônibus (como as pistas de bicicleta atuais) – começaria no Aeroporto de Cumbica, marginal da Dutra, Marginal do Tietê, Marginal de Pinheiros até o Centro Empresarial – pontos em baixo de todos os viadutos sob os quais passaria a linha (seriam construídas escadas para subir e descer e elevador para pessoas com deficiência).
  • Linha 2 – Sairia do Centro empresarial na Marginal de Pinheiros e seguiria pela Washington Luiz, 23 de maio até o Campo de Marte (teria integração com a linha 1 na Ponte das Bandeiras e no Centro Empresarial) – também teria pontos nos viadutos, sobre ou sob viadutos.
  • Linha 3 – Sairia da Ponte da Vila Maria, Salim Farah Maluf, Juntas Provisórias, Tancredo Neves, Av. dos Bandeirantes (encontro com linha 2), Juscelino, Parque do Ibirapuera (encontrando a linha 2 na 23 de maio).
  • Linha 4 – Rodoanel Oeste – da Francisco Morato até Castelo Branco encontrando a linha 1 no Cebolão
  • Linha 5 – Rodoanel Leste – encontra a linha 1 na marginal da Dutra.

A linha 1 seria a linha básica principal por não ter cruzamentos com semáforo e hiper rápida. O trânsito da cidade teria menos carros e motos. As outras linhas poderiam ser alteradas. Seriam construídos em alguns locais próximos a pontos estacionamentos populares com Zona Azul diferenciada (bolsões) – por 10 horas um valor de R$ 5,00.

Todas essas linhas poderiam ser de iniciativa privada com exigência de veículos novos, com ar-condicionado, wi-fi (convênio), tvs com notícias (convênio), etc. Por exemplo, a TV que ganhasse a concorrência ou jornais digitais pagariam pela exclusividade, séries curtas, etc. Seriam linhas com poucos pontos, linhas rápidas. Os semáforos abririam automaticamente ao avistar os Troleibus.

Vamos agora falar da Solaris Bus & Coach

É uma empresa familiar fundada por um casal de engenheiros em 1999. Olszewski viveu na Berlim Ocidental após os acontecimentos políticos em dezembro de 1981. A partir de janeiro de 1982 ele trabalhou para a fabricante de ônibus alemão Neoplan em Berlim, com rápida ascensão na hierarquia, se tornando gerente de fábrica em 1985. Com a mudança política ocorrida na Polônia foi possível um retorno para sua terra. Em 1994, Olszewski retornou à Polônia para abrir uma agência de vendas independente da Neoplan para o mercado polaco. Dois anos mais tarde Olszewski abriu uma fábrica de ônibus em Bolechowo, perto de Poznań, juntamente com sua esposa Solange. Em 1999, eles introduziram o ônibus Urbino na cidade, que se tornou a chave para o sucesso internacional da Solaris.
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A empresa é um grande produtor europeu de soluções para cidades, interurbanos e para outro fins, bem como elétricos com piso baixo. Desde o início da produção em 1996, mais de 12 000 veículos já deixaram a fábrica de Bolechowo. Eles estão atuando em 29 países. A combinação da visão e experiência dos proprietários da Solaris, com o entusiasmo de uma equipa jovem, resultou em perfeitas condições para alcançar êxitos fortes. Apesar de sua pouca idade, a Solaris tornou-se uma das empresas pioneiras em sua indústria. Por muitos anos, tem sido o líder indiscutível entre os fornecedores de autocarros urbanos na Polônia, bem como um dos maiores fornecedores de autocarros para a Alemanha.

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A empresa se esforça para construir relacionamentos duradouros, mútuos com todos os seus parceiros. Na prática, isso significa princípios e respeito pelos funcionários, fornecedores e comunidades locais. O desenvolvimento de novas tecnologias que ofereçam mais segurança para os condutores e passageiros e minimizar o impacto dos veículos de transporte público sobre o meio ambiente é um dos nossos principais objetivos de negócios.

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Mas até mesmo os veículos com soluções mais inovadoras exigem motoristas qualificados. A Solaris lançou o programa de treinamento “Safe Driver”, em 2005. O seu objectivo é melhorar a segurança de todos. Durante essas sessões de formação os motoristas aprendem a antecipar e identificar rapidamente os riscos, bem como a reconhecer e consolidar a capacidade de responder de forma adequada em condições extremas. E claro, atender os clientes passageiros com máxima cordialidade.

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Entre as empresas parceiras a Solaris conta com a ZF principalmente nos veículos elétricos:
p11 p10Sabendo da importância de orientar os passageiros mais jovens criaram pequenos cursos que visam familiarizar as crianças com os princípios básicos de segurança rodoviária e urbana. Isso desde o jardim de infância e ensino primário.

A Fundação Verde Dachshund – para o resgate do indefeso foi estabelecida no início de 2012: responsabilidade social, apoio para as pessoas mais vulneráveis e também os animais.

Criaram ainda a estratégia de RSE da Solaris, que é apoiar a formação profissional dos jovens. Em 2006, Solaris iniciou a sua cooperação com a escola vocacional em Murowana Goślina, na escola profissional em Środa Wielkopolska – onde 18 alunos aprendem a profissão de instalador, competência em soldagem.

Solaris Tramino em Cracóvia:

Projeto e implementação para cidade de Olsztyn:

Jena ou Iena é uma cidade da Alemanha localizada na Turíngia que em 2013 modernizou seus bondes:

França: Lectra – presente no seu carro, na sua roupa, avião

1nA Lectra é o líder mundial em soluções de tecnologia integradas – software, equipamento CAD/CAM e serviços associados – criados especialmente para as indústrias que utilizam tecido, pele, têxteis técnicos e matérias compósitos para produzir os seus produtos. A Lectra serve os principais mercados mundiais: moda e confeção, automóvel e mobiliário, bem como outras indústrias, como a aeronáutica, náutica, energia eólica, etc. Uma empresa transnacional com mais de 1400 funcionários, a Lectra desenvolveu relacionamentos privilegiados com prestigiados clientes em mais de 100 países, contribuindo para a sua excelência operacional. As soluções Lectra específicas para cada indústria, permitem ao cliente automatizar e otimizar a criação do produto, desenvolvimento e produção. Na moda e confeção, elas estão integradas numa oferta sem igual para a gestão de coleção, facilitando a colaboração e aumentando o valor do património da marca dos clientes.

Diria que o interior de seu carro passou pela Lectra:

Lectra is the global leader of integrated cutting room solutions for the automotive industry. Its expertise in design and manufacturing enables suppliers of car seat covers, automotive interiors and airbags to achieve their long-term operational excellence and cost reduction objectives.

A Lectra desenvolve soluções específicas de cada sector como na fabricação de assentos de carros e design de interiores: corte de couro automotivo e de tecido, para melhorar a rentabilidade, obter saídas de alta qualidade e suprir demandas da indústria, incluída a flexibilité.

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Eliminando o risco de acidentes técnicos por menores que sejam ou erros humanos, diminuindo o retrabalho ou perda de tempo dos funcionários e economia de material. Otimizando o processo de corte de tecido inteiro com soluções lean-compliant da Lectra ajuda os fornecedores automotivos a diminuir custos, maior qualidade e prazos de entrega com facilidade.

Dani autiomotive da Itália utiliza Lectra:

Katzkin do EUA:

GKN aeronáutica (próximo post)

 

AIRBAG’s

Qualidade, precisão e produtividade – O Airbag é atualmente um dos principais elementos na segurança dos passageiros de um veículo (claro que no excesso de velocidade a batida é tão grande que o total do estrago é absurdamente maior – sempre proporcional à velocidade).

A Lectra, especializada no corte a laser e de lâmina permite se chegar no máximo da qualidade, que exige a fabricação de um airbag pois o mesmo ao entrar em ação não pode ferir os passageiros (imagine uma rebarba na costura ou um erro no corte dos tecidos). GERENCIAMENTO DE PRESSÃO com maior facilidade – a base para isso e usado por todos os fornecedores automotivos como solução de corte de airbag temos o Strategic Lectra.

Na área de confecção a Lectra também marca presença:

Campinas e outras cidades menores: Socorro! Polícia! Polícia!

Existem comentários de que somente a cidade de São Paulo é muito bem policiada. Claro que a violência impera e é difícil para a Polícia estar em todo lugar ao mesmo tempo. Mas, se rodarmos na cidade de São Paulo ficaremos tranquilos pois sempre tem viatura policial passando, etc.

Tinha um ditado antigo que dizia: quanto mais polícia mais ladrões.

Pois bem, resido em Campinas faz pouco tempo (e também acompanhava o que ocorria principalmente no Bairro de Barão Geraldo) e comprovo que o ditado acima não é válido.

Tenho estado várias vezes na Cidade Universitária de Campinas (2 vezes ao dia pelo menos), circulando ainda no Bairro de Barão Geraldo, Cidade Universitária 1 e 2, Chácara Primavera, Flamboyam, região do Ceasa, Centro, Souzas, Cambuí, Castelo, Guanabara e digo que em 3 meses vi um carro da Policia Civil passar correndo na rodovia D. Pedro e outro estacionado na Policia Civil Taquaral atendendo ocorrência.

Minha gente, os assaltos nessas regiões são constantes, não existe segurança nenhuma – afinal onde estão os carros da Polícia. Os Policiais também não podem fazer milagre se estão em pequeno número.

Alguns anos atrás cheguei a ligar para a reitoria da Unicamp e um atendimento não lembro bem, no Palácio dos Bandeirantes em São Paulo.  Argumentei na época que os estudantes da Unicamp após sair das aulas ou se dirigem para a Universidade não tinham segurança alguma sendo constantemente assaltados (quando os casos não são mais graves – com mulheres). E a Universidade tem vários estudantes de outros países. A Unicamp falou que não tem como manter segurança fora dos portões da Universidade. Sei também que estudantes não querem a Polícia por perto. Conclui que a preocupação na Universidade é com os prédios e equipamentos e não com seu maior bem que são os alunos. Os bons alunos são importantes para a Universidade, eles que fazem com que os Professores tenham bom desempenho.

Onde ficam os inúmeros veículos que nosso bem intencionado Governador compra? Eu ficaria muito feliz em ver carros da Polícia circulando. Vejo ainda um esforço da Guarda Municipal no Parque do Taquaral nos finais de semana. Nos outros dias é difícil ver.

Você vai para a Itália, por exemplo, existem vários carros da Polizia circulando e muitos carabineris com seus veículos. Em todas as cidades. No Canadá os carros da Polícia circulam bastante, mesmo em cidades pequenas. Nas estradas você não vê carros da Polícia, mas se algum problema ocorre em 5 ou 10 minutos aparace um carro Policial. Se você fizer algo muito errado em poucos minutos terá um carro da Polícia pedindo para você encostar. Isso no Canadá.

Em Los Angeles, se você não parar, mesmo, nos cruzamentos onde tem a placa Pare, prepare-se para ser parado nos próximos minutos pela Polícia.

POR FAVOR, POR FAVOR MESMO, PRECISAMOS DE MAIS SEGURANÇA, QUEREMOS CAMINHAR NAS RUAS EM PAZ. NÃO QUEREMOS MAIS SAIR DE CASA SEM SABER SE RETORNAREMOS VIVOS. NOSSOS FILHOS SAEM DE MANHÃ E NÃO SABEMOS SE RETORNARÃO À TARDE, PRINCIPALMENTE À NOITE. QUEREMOS SACAR NOSSA APOSENTADORIA NO BANCO E VOLTAR PARA CASA SEM PERDER TUDO NA PRIMEIRA ESQUINA. E DAR GRAÇAS AOS CÉUS POR NÃO TER MORRIDO.

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Não precisamos de Lamborguinis nas ruas, pode ser o carro mais vendido do momento e até 1.0.


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Não precisa como a Polícia de Dubai utilizar Rolls Royce:

Mas que seria legal, seria. Impondo respeito:

 

Uma solução que exige respeito dos motoristas

No Canadá (e também nos EUA) tem uma pratica no trânsito muito inteligente mas difícil de acostumar.

Você chega no sinal e para (é obrigado parar totalmente o carro quando tem placa Stop) por estar fechado, vermelho para você. É permitido dobrar à direita com o sinal fechado, mas exige cuidados:

  • é necessário prestar atenção e verificar se um carro não está vindo para ultrapassar o sinal (para ele está verde)
  • normalmente o sinal está aberto para os pedestres, basta verificar se não tem pedestre atravessando a rua – você pode ultrapassar a faixa de pedestre.

 

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Outro detalhe interessante é quando você vem e vai dobrar a esquerda. O sinal está verde para você e não está vindo carro do outro lado pode virar numa boa. Normalmente o de pedestres estará aberto para os pedestres, mas se não tiver pedestre pode ultrapassar.

Muito interessante, mas como estamos acostumados com o Brasil que quer nos multar a todo custo para aumentar a arrecadação e ficamos preocupados. É muito interessante como a Polícia atua preventivamente orientando. Se a polícia te pegar andando sem carteira de motorista orientam para não esquecer de novo e você vai embora sem multa.

Não tem Polícia na rua, é muito difícil de ver e todos respeitam para serem respeitados.

Que esta ação se repita

Na cidade de São Paulo as obras não param, prédios para todo lado e betoneiras a todo instante.

As betoneiras vira e mexe fazem sujeira nas ruas e não limpam.

Hoje por volta das 10 horas da manhã no cruzamento das Ruas Afonso Schimidt e Santo Egídio no Bairro de Santa Terezinha, uma das betoneiras que faziam o caminho ficou com as rodas dianteira fora do asfalto devido o peso do cimento. E o cimento vazava pelo alto. Para encurtar a história a betoneira deu ré, amassou aquela barra de segurança da traseira e foi embora deixando a sujeira, ou melhor, o concreto. Pensei, mais uma crosta de contreto na rua.

Para minha surpresa 30 minutos depois alguém da empresa veio fazer a limpeza.

Que esta ação se reproduza em nossa querida São Paulo.

Veja as cinco principais causas dos acidentes de trânsito

O Fantástico do último domingo exibiu uma reportagem sobre acidentes de trânsito no Brasil. As principais causas de acidentes são:

  1. álcool,
  2. cansaço,
  3. desrespeito à sinalização,
  4. imprudência,
  5. excesso de velocidade e
  6. impunidade e falta de fiscalização.

Veja a reportagem, ou leia a síntese no G1:

Se aplica a nós também

Montagem que circula na Internet:

Na primeira noite, eles se aproximam e colhem uma flor de nosso jardim. E não dizemos nada.

Na segunda noite, já não se escondem, pisam as flores, matam nosso cão. E não dizemos nada.

Até que um dia, o mais frágil deles, entra sozinho em nossa casa, rouba-nos a lua, e, conhecendo nosso medo, arranca-nos a voz da garganta.

E porque não dissemos nada, já não podemos dizer nada.

Maiakovski
Poeta russo “suicidado” após a revolução de Lenin.

Primeiro levaram os negros. Mas não me importei com isso. Eu não era negro.

Em seguida levaram alguns operários. Mas não me importei com isso, eu também não era operário

Depois prenderam os miseráveis. Mas não me importei com isso. Porque eu não sou miserável.

Depois agarraram uns desempregados. Mas como tenho meu emprego também não me importei

Agora estão me levando. Mas já é tarde. Como eu não me importei com ninguém, ninguém se importa comigo.

Bertold Brecht (1898-1956)

Conselho que dou baseado também no acima escrito: Estamos todos no mesmo barco, nunca nos esqueçamos disso. Mesmo no trânsito sabemos que não aconteceu conosco, mas não devemos esquecer que poderá acontecer. Seja no roubo do veículo, na batida inconsequente. E também não podemos esquecer que sempre atrás de uma bola vem uma criança, manere na velocidade. Vamos chegar de qualquer modo e a diferença serão alguns segundos, exceto se precisar ir urgente ao banheiro (se ocorrer um acidente neste caso a justiça fará uma reconsideração). Também vou manerar no meu MIlle bala, manter um noventinha nas estradas e sessentinha na cidade.

SOMOS TODOS IRMÃOS, Ô IRMÃO.

Caraguatatuba

Passam-se os anos e a estrada que corta Caraguatatuba no Litoral Norte de São Paulo continua a mesma. Veja que antigamente a estrada cortava a cidade numa só avenida. Ao invés de criarem uma nova estrada ou melhorar aquela, hoje ficamos meio perdidos pois a cidade é cortada pelo trânsito em várias artérias. O que fizeram? Aumentaram o risco de um pedestre ser atropelado e acabou o sossego em várias partes da cidade.

No Carnaval deste ano novamente os problemas, e em grandes feriados também. Interessante que as novas ruas onde andamos para cortar a cidade tem sempre um Supermercado grande.

Muita gente vai para as praias de Ubatuba todos os dias e no período da tarde retornam para Caraguá e muitos para São Paulo ou Vale do Paraíba. Todos os dias a partir das 16 horas o trânsito para, desde a divisa Ubatuba /Caraguá até o início da Massaguassu (mais próximo do centro de Caraguá). O trânsito não anda, passa Tabatinga, Mococa, Cocanha, e Massaguassu. Após passar toda a praia de Massaguassu no para e anda, milagrosamente, quando acaba a Massaguassu o trânsito se alivia. Leva-se 1:30minutos para ir da Tabatinga até o Centro de Caraguá. Vejam esse trajeto se faz em 10 a 15 minutos (é 60km/h).

Já passou o tempo para o Governo arrumar aquela estrada tão importante. Tem que ter 2 pistas indo e 2 voltando. E a passagem dos pedestres por passarela ou acredito que se construirem trevos onde a velocidade diminua e as pessoas possam atravessar. É extremamente perigosa a passagem de pedestres. Deveriam construir passagens sob a estrada, mas largas, amplas e iluminadas, e a estrada passando por cima.

No congestionamento de Caraguá aparecem os espertinhos passando pelo acostamento, o que só piora o trânsito. A Rodoviária pega muito leve com esse pessoal que ulttrapassa pelos acostamentos, perigo de atropelamento muito grande.

E a estrada que vai da Carvalho Pinto até o início a serra. Quantos anos se passam e continua com pontes estreitas, 2 pistas com utilização do acostamento com risca picotada.

Aumentando o movimento do Porto de São Sebastião qual será o caminho dos caminhões?

Já passou da hora de modernizar este pedaço tão agradável de nosso estado. Não entendo como os administradores não percebem que muitos jovens e crianças vêm tudo isso e já ficam com pensamento negativo sobre os governantes.