Rareseeds (Baker Creek Heirloom Seed) – preservando sementes

A Baker Creek Heirloom Seeds (Rareseeds) faz um trabalho incrível na preservação de sementes orgânicas. Preservando espécies e sem hibridação.

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A Rareseeds (Baker Creek Heirloom Seed) em sua mensagem anual: “Ainda é nosso objetivo preservar esses tesouros genéticos (sementes) em uma escala maior e maior a cada temporada, e atualmente estamos listando cerca de 1850 variedades de 100 países ou tribos (races, family) em nosso site e em nossos catálogos. Em 2017, é mais importante do que nunca que as pessoas saibam de onde sua comida está vindo! As quantidades registradas de pesticidas que estão sendo pulverizadas porque mais culturas estão sendo projetadas geneticamente para resistir a uma variedade cada vez maior de substâncias químicas. Ao mesmo tempo, muitas das grandes empresas de sementes e químicas de biotecnologia estão se fundindo e, assim, permite que o abastecimento de sementes e alimentos da América seja controlado por um punhado de homens que muitas vezes só pensam nos lucros e nos preços das ações. Nós acreditamos que temos um direito sagrado de salvar sementes e cultivar nossa própria comida, livre de patentes e nós encorajamos você a salvar sementes e passar para outras pessoas! Não há nada mais importante para construir uma comunidade do que uma troca de sementes ou apenas o simples ato de passar sementes de jardineiro para jardineiro em seu quintal. Por favor, salve e compartilhe sementes!

Como nasceu a Rareseeds:

Jere Gettle sempre teve paixão por o crescimento das coisas (plantas, etc.), e aos 3 anos planejou e fez seu primeiro jardim. Desde então, ele queria estar envolvido na indústria de sementes. Assim, em 1998, aos 17 anos, ele imprimiu o primeiro catálogo de sementes da Baker Creek. A empresa cresceu até oferecer atualmente sementes de cerca de 2.000 variedades de vegetais, flores e ervas – a maior seleção de variedades de herança nos EUA.

Malope Mix

Malope Mix – sementes de flores.

Baker Creek tem uma das maiores seleções de sementes do século 19, incluindo muitas variedades asiáticas e europeias. A empresa tornou-se uma ferramenta para promover e preservar nosso patrimônio agrícola e culinário. A empresa com suas sementes foram apresentadas no New York Times, The Associated Press, Oprah Magazine, Martha Stewart, The Wall Street Journal e muitos outros. Os jardineiros podem solicitar um catálogo colorido grátis. Nossos catálogos são distribuídos para mais de 625.000 produtores orgânicos a nível nacional.

Chioggia (Bassano) Beet

Chioggia (Bassano) Beet (beterraba)

Baker Creek começou a hospedar festivais em 2000 como forma de reunir os produtores e entusiastas da comida natural para trocar idéias e sementes, ouvir oradores e conversar com vendedores, música antiga e muito mais. Esses festivais deram à luz a ideia de uma vila pioneira, Bakersville. Outros projetos incluem os nossos jardins de ensaio que cultivamos a cada ano, expedições de recolha de sementes e exposições de produção educacional.

Ao longo dos últimos anos, Jere Gettle e sua esposa Emilee se ramificaram para outros projetos relacionados. Eles também se expandiram para um local no condado de Sonoma, Califórnia, na bela cidade de Petaluma e continuam com a restauração e preservação do marco Wethersfield, CT, Comstock, Ferre & Company, a empresa de sementes mais antiga e continuamente operada na Nova Inglaterra.

Strawberry

Morango amarelo – preferido na Europa

O Gettles publicou dois livros com o Hyperion. Estes livros apresentam vegetais de herança e seu trabalho com sementes e alimentos. Depois de publicar The Heirloom Life Gardener em 2011, eles lançaram The Baker Creek Vegan Cookbook em 2012.

Jere e Emilee também trabalham extensivamente para fornecer sementes gratuitas a muitos dos países mais pobres do mundo, bem como na vizinhança, em jardins escolares e outros projetos educacionais. É seu objetivo educar todos sobre um abastecimento de comida melhor e mais seguro e combater o frankenfood (transgênicos) alterado por genes e as empresas que o apoiam.
Oferecemos mais de 1850 variedades finas! Sementes únicas de mais de 100 países!

Colhendo os produtos:

Loja para venda em San Francisco, na Califórnia (ministram cursos também):

Na fazenda tem até Hotel, para participar de alguns eventos locais:

E no site da rareseed, lemos:
“A agricultura e as sementes fornecem a base sobre a qual nossas vidas dependem. Devemos proteger esta base como uma fonte segura e geneticamente estável para as gerações futuras. Para o benefício de todos os agricultores, jardineiros e consumidores que querem uma alternativa, prometemos não omprar ou vender semente ou planta geneticamente modificada. A transferência mecânica de material genético fora dos métodos naturais e entre gêneros, famílias ou reinos traz grandes riscos biológicos, bem como ameaças econômicas, políticas e culturais … ”

Glass Gem Corn Seeds

Milho de pipoca colorido (no site da empresa – shop – dizem: Criada de variedades nativas por Carl “White Eagle” Barnes, o famoso colecionador de milho Cherokee, a quem devemos nossa gratidão pelo trabalho de sua vida de colecionar, preservar e compartilhar tantas variedades de milho nativas).

Provando variedades de cenouras:

Uma ideia do catálogo da empresa:

Feira de orgânicos na Califórnia (rareseeds é sua grande incentivadora):

Remédios, remédios…doenças, doenças?

Tenho notado já faz um tempinho como são abertas farmácias, poderia até exagerar e dizer que a cada esquina tem uma. E mais que a cada quilometro tem uma que funciona 24h, nas cidades maiores.

Na segunda e terça fui a farmácia para comprar um bendito remédio que tomo devido problema em uma unha do pé. Fui na Drogasil em Campinas (Nossa Sra. de Fátima) e tinha umas 10 pessoas na fila, parecia fila de banco – agora tem cadeiras para sentar e esperar para ser atendido. Desisti. Ontem, fui noutra Drogasil e fila para ser atendido no balcão e no caixa (na Barão de Itapura).

Fui na Raia perto de casa e também tinha 2 na minha frente, o que é normal. Finalmente comprei o remédio.

Agora, uma pergunta fica no ar: qual o motivo de se vender tanto remédio?

A resposta é óbvia, ficou doente tem que tomar remédios.

Pode-se procurar terapias alternativas como a Homeopatia, que funciona muito bem e eficaz – instantaneamente, basta acreditar e ter um bom médico. Tem a oligoterapia (Menetriér: Organismo é o conjunto do sistema de trocas – Medicina das Funções), e assim vai. Tomar o famoso Pianto-Biótico e Bio St. Joseph (leveduras produzidas no Grão-Ducado do Luxemburgo – Bioimex no Brasil). São muitas alternativas.

Será que podemos evitar remédios com uma alimentação mais saudável? Diminuir a quantidade de comida que ingerimos? Consumir orgânicos? Não comer alimentos de origem animal cru?

A nutricionista já vem com a primeira pergunta, não é, como estão suas fezes? Precisa usar papel para limpar ou jato de água? Se o seu intestino estiver normal e tomastes bastante água sai normal e não suja o papel higiênico. Se sair como bolinha é falta de água, apesar de não sujar o papel.

Isso é básico!

Então…

Acredito que se cuidarmos da alimentação, uma alimentação mais saudável e se possível com produtos orgânicos evitaremos doenças. Ter um PH alcalino, o cólon limpo e saudável.

Outro ponto, é a importância de movimentar o corpo. Para os mais idosos e outros, os exercícios funcionais ajudam muito (indico a CVida de Campinas). E a dança, não existe remédio melhor que praticar dança de salão numa academia de dança (indico a Casa da Dança de Campinas).

Por vezes, você tem problema de postura e te incomoda – procure um profissional de RPG. Acerta sua coluna e cervical a partir dos músculos (que se contraem com o tempo e mal posicionamento), sem utilização de força.

E se você não está se encontrando, não está bem consigo mesmo, faça uma terapia bioenergética (Reich & Lowen).

E finalmente faça as perguntas tradicionais: Quem sou? Para onde vou? De onde… Pode ser o início de um trabalho espiritual.

Você está alegre, feliz? Isso é o que importa, é estar bem. Até mesmo pode continuar a tomar seus remédios, se necessário. Não sou contra os remédios, mas sim sua utilização somente em intervenções necessárias.

SUVS – mania atual? Qual comprar

Todos os fabricantes de veículos se concentraram no segmento de SUVs. Parece que todo mundo quer comprar SUVz.

Entre os 50 veículos mais vendidos no mercado em 2016 encontramos 8 SUVs entre os que estão apresentados na lista abaixo (em negrito). Na lista dos mais vendidos em janeiro de 2017 temos 10 SUVs, também da lista abaixo (entraram Compass e Creta).

A revista 4rodas fez um teste com alguns dos SUvs, entre os que listamos abaixo, e mostramos pela ordem dos melhores segundo eles: Creta(1º), Tracker(2º), Kicks(3º), HR-V(4º), Compass(5º), Vitara(6º), Renegade(7º).

Não concordo com a decisão técnica deles, por sinal não foi técnica. Consideraram como fatores determinantes os anos de garantia, preço do seguro, preço das 3 primeiras revisões, etc.

Agora eu te pergunto, qual você compraria? Escolha:

  • 2008
  • Captur
  • Compass
  • Creta
  • Duster
  • Ecosport
  • HR-V
  • Kicks
  • Renegade
  • Spin
  • T5
  • Tiggo 2
  • Tracker
  • Tucson
  • Vitara
  • XL-60

Temos que considerar que alguns desses veículos ainda tem motor pouco potente e que vai mudar, entre outros itens.

Na opinião deste humilde pesquisador do Blog ficaria entre os seguintes para comprar considerando o início do mês de março:

Obs. Considerei os carros que compraria com preferência com câmbio automático, com motorização adequada, e alguns equipamentos interessantes:

  • 2008
  • Creta
  • HR-V

Essa é a nossa indicação, escolher entre os 3, o que tiver um preço mais justo frente aos equipamentos oferecidos.

Reforma da estação de metrô Tottenham Court Road

A estação de metrô Tottenham Court Road, no centro de Londres, tinha vários mosaicos montados por Sir Eduardo Paolozzi. E como tudo envelhece na vida foi necessário reformar a estação. Houve uma divisão entre os técnicos e direção do Metrô quanto a beleza dos mosaicos e a decisão de mantê-los ou não. Os londrinos não ligam muito para mosaicos.

Resolveram recuperar e modernizar alguns deles, que continuam na estação.

Paolozzi mosaics on the Central line platform of Tottenham Court Road are to remain at the station.

Um trabalho imenso, dos maiores projetos de conservação de arte pública dos últimos tempos, – a restauração. Foi necessário realocar 1.000 metros quadrados dos mosaicos de Paolozzi, instalados originalmente na década de 1980. O planejamento começou há sete anos e Mike Ashworth, design e gerente de patrimônio do metrô de Londres, disse que a intenção sempre foi a de manter a maior parte dos mosaicos quanto possível. Mas receberam criticas no ano passado por remover os mosaicos populares e altamente visíveis acima dos arcos ao longo da escadas rolantes.

Esses mosaicos arcos serão restaurados e colocados na cidade natal de Paolozzi, Edimburgo, em um projeto liderado pela faculdade de arte da cidade de arte. Isso significa cerca de 95% dos mosaicos originais serão conservados.

“É provavelmente um dos maiores projetos de conservação de arte do Reino Unido na última década”, disse Ashworth.

Eleanor Pinfield, o chefe da Arte no metrô, disse: “Eles estavam em um estado lastimável e ligeiramente deteriorados, e agora ficamos alegres ao olhar para eles … eles estão lindos.”

Renovated mosaics at Tottenham Court Road

Como levantar uma grana limpando interiores de veículos.

Nos momentos de crise muitas pessoas são obrigadas a procurar alguma atividade nova. Atualmente, e também pela pressão sofrida pelos funcionários nos seus trabalhos, cada vez fica mais difícil encontrar um posto de trabalho.

E na maioria dos casos, como levantar recursos para uma atividade própria, abrir algum ramo de negócio.

Em nosso País é fácil abrir uma firma (e já começa a pagar as taxas, etc.), o duro é fechar uma empresa, levando no mínimo de 2 a 3 anos.

Quer começar não gastando muito?

Limpeza de veículos de todos os portes, residência, condomínios e empresas.

Capital inicial: aproximadamente R$ 7.000,00 (compra do aparelho)

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É o melhor aspirador de pó que se conhece. O sistema é fantástico, tanto que ao verificar a água após a limpeza você encontrará, além da sujeiras, fios de cabelo que tinha penetrado no tecido/ espuma.

Com um aspirador desse já dá para começar a ganhar. Pode limpar carro em local alugado, no prédio onde as pessoas residem, poderia usar a garagem para limpar o interior dos carros.

Pode também limpar os sofás, cadeiras, cobertores, colchões, almofadas, etc. Carpete.

Principalmente nos veículos, as pessoas não limpam os bancos. É necessário limpar os bancos sempre.

Visitar empresas de ônibus para limpeza dos bancos.

No mínimo cada 3 meses seria interessante fazer uma limpeza com o Rainbow.

Meu carro tinha um esmalte chinó, que saía quando se empurrava.

Fernando Pessoa:
A PINTURA DO AUTOMÓVEL
Eu explico como foi (disse o homem triste que estava com uma cara alegre), eu explico como foi…

Quando tenho um automóvel, limpo-o. Limpo-o por diversas razões: para me divertir, para fazer exercícios, para ele não ficar sujo.

O ano passado comprei um carro muito azul. Também limpava esse carro. Mas, cada vez que o limpava, ele teimava em se ir embora. O azul ia empalidecendo, e eu e a camurça é que ficavamos azuis. Não riam… A camurça ficava realmente azul: o meu carro ia passando para a camurça. Afinal, pensei, não estou limpando este carro: estou-o desfazendo

Antes de acabar um ano, o meu carro estava metal puro: não era um carro, era uma anemia. O azul tinha passado para a camurça. Mas eu não achava graça a essa transfusão de sangue azul.

Vi que tinha que pintar o carro de novo.

Foi então que decidi orientar-me um pouco sobre esta questão dos esmaltes. Um carro pode ser muito bonito, mas, se o esmalte com que está pintado tiver tendências para a emigração, o carro poderá servir, mas a pintura é que não serve. A pintura deve estar pegada, como o cabelo, e não sujeita a uma liberdade repentina, como um chinó. Ora o meu carro tinha um esmalte chinó, que saía quando se empurrava.

Pensei eu: quem será o amigo mais apto a servir-me de empenho para um esmalte respeitável? Lembrei-me que deveria ser o Bastos, lavador de automóveis com uma Caneças de duas portas nas Avenidas Novas. Ele passa a vida a esfregar automóveis, e deve portanto saber o que vale a pena esfregar.

Procurei-o e disse-lhe: «Bastos amigo, quero pintar o meu carro de gente. Quero pintá-lo com um esmalte que fique lá, com um esmalte fiel e indivorciável. Com que esmalte é que o hei-de pintar?»

«Com BARRYLOID», respondeu o Bastos, «e só uma criatura muito ignorante é que tem a necessidade de me vir aqui maçar com uma pergunta a que responderia do mesmo modo o primeiro chauffeur que soubesse a diferença entre um automóvel e uma lata de sardinhas».

«Perfeitamente . . .»

«Com que é que você quer pintar um carro», continuou o Bastos sem me ligar importância, «senão com um esmalte que seja ao mesmo tempo brilhante e permanente? E, ainda por cima fácil de aplicar… Isto do fácil de aplicar é comigo, mas é uma virtude, e as virtudes citam-se… Vá-se embora!…»

«Bom…», disse eu.

«Isto de esmaltes de nitrocelulose», prosseguiu o Bastos, dando-me um encontrão, não é um assunto de mercenaria a retalho. Tem uma coisa maçadora a que se chama ciência. Sabe o que é? Mas é maçadora para quem prepara as coisas; para nós, que as recebemos preparadas para as aplicarmos, é um alívio e uma alegria. Este BARRYLOID é o produto de longos cuidados feitos no primeiro laboratório de tintas, lacas e vernizes. Percebeu? Não é o primeiro produto do género que apareceu, porque o ser primeiro está bem se se trata de estar numa bicha, mas não se trata de tintas ou de coisas que metam estudo e provas. Não: nas tintas e na prática, a última palavra é que é a primeira.»

«Meu caro Bastos…», disse eu.

«Só BARRYLOID», respondeu o Bastos, virando-me as costas.

«Eu queria agradecer…», prossegui.

«Traga o carro», disse o Bastos.

Levei-lhe o carro e ele pintou-o a BARRYLOID. E não há camurça, nem chuva, nem poeira da pior estrada, que consiga envergonhar esse esmalte de aço. Sim: o Bastos tratou-me mal, mas tratou bem a verdade. Não há nada como o BARRYLOID.

… Tanto assim que, quando comprei o meu segundo carro, tratei logo de saber se ele vinha já pintado a BARRYLOID. Ele aí está na base da página e no fim da minha história. Passa-se a camurça, mas é preciso usar óculos fumados: o brilho deslumbra. E, o que é mais, deslumbrará, porque dura.

A minha camurça dura eternamente. O que se tem gasto muito são os óculos fumados; e os elogios dos amigos que vêem os meus carros pintados a BARRYLOID.

Mecânico de confiança ainda existe?

Hoje em dia, todos trabalham acima de suas reais condições de trabalho, dedicando muitas horas a mais por dia para atender a empresa e seus dirigentes, diretores, chefes, etc. Para economizar eliminam postos de trabalho, sobrecarregando os que ficam, e os chefes imediatos tem que trabalhar mais se quiserem atender a demanda com eficiência.

Ai existe um paradoxo. As empresas precisam acumular milhões e em muitos casos bilhões para justificar os investimentos de seus acionistas. E acionistas ganham fortunas, pagando muito bem seus diretores, ou o nível mais alto de administradores. É muita grana que faturam, e deixam de dar mais emprego. Os bancos faturam e muito em nosso País e cada vez têm menos funcionários, deveriam gerar empregos também. Dizem que é a automação.

Concluindo esta parte, as pessoas não tem tempo para cuidar do seu carro. Quem tem carro novo, pela garantia, leva nas concessionárias, que por vezes revisam muito bem os veículos. Muitos fazem os alinhamentos, freios e o que é possível por fora, sem perder a garantia.

E no caso dos carros usados sem garantia? Precisam da confiança, deixar o carro em oficinas honestas.

Existem muitas oficinas em que ainda se pode confiar. Pena que os jovens já não se interessam em trabalhar nas oficinas mecânicas de automóvel, um ramo que nunca para de crescer, cada vez mais se vende carro e no ramo de usados existe um mercado acirrado, com inúmeras lojas, sem contar as locadoras de veículos que vendem seus carros com pouco uso.

O que vem a ser uma oficina de confiança e que garanta seus serviços?

É um local onde o proprietário gosta de trabalhar com os carros, sente prazer em deixar o veículo em perfeito estado, aponta todos os problemas que existem e aconselha o dono do veículo em como fazer para deixar tudo em ordem, que não vale a pena as vezes economizar e deixar para a próxima revisão. A pior coisa que existe é ficar parado com o veículo quebrado esperando guincho.

Os mecânicos da oficina gostam do que fazem, trabalham também focados no bem estar do proprietário do veículo, se puder até limpam o motor, deixando-o maravilhoso, mesmo num carro bem antigo. A limpeza da oficina e os banheiros para seus funcionários são exemplares.

Dá gosto ver quando o veículo sai da revisão em uma oficina de confiança. Mais ainda, o dono da oficina coloca seus mecânicos à disposição para que o dono do carro sempre passe lá para verificar os níveis de água e lubrificantes.

Procure, que você encontrará uma oficina que trabalha assim. Pode parecer um sonho, mas existe na sua cidade. E se a revisão fica um pouco mais cara, dispendiosa, vale a pena pagar. Mas se a oficina é séria o preço é justo. Tem que pagar as peças e a mão de obra qualificada.

E no caso de oficinas de funilaria também encontramos profissionais sérios que deixam seu carro perfeito. Fiz um conserto no meu carro em uma das portas em concessionária autorizada e as frestas ficaram irregulares.

Procure e encontrará.

E ao comprar um carro usado não se esqueça que tem custo com manutenção, não é só com o combustível, seguro e licenciamento.