Blue Tree Towers Penedo, para atender toda a região.

A Blue Tree Hotels, presidida pela empresária Chieko Aoki, inaugurará no primeiro semestre de 2018 mais um novo projeto inovador: o Blue Tree Towers Penedo, no sul do Estado do Rio de Janeiro. Fruto de parceria com a Somah Construção e Incorporação, com a participação da Prime Capital, o hotel terá 160 apartamentos, 5 mil m² de área de lazer e espaço de eventos para até 100 pessoas.
Valorizando a identidade cultural da região, o hotel terá arquitetura típica do vilarejo, com influência finlandesa.
O objetivo será atender ao público executivo das montadoras instaladas na região durante a semana – a distância é de menos de 15 minutos –, e receber pessoas que buscam lazer aos finais de semana e férias.
O interior do Estado do Rio de Janeiro é o responsável por bilhões em investimentos no setor automotivo, com destaque para ao menos três cidades do eixo das Agulhas Negras: Resende, Porto Real e Itatiaia. As montadoras instaladas ou em fase de início de produção no Rio garantem investimentos acima de R$ 12 bilhões, gerando mais de 7 mil empregos. Na região estão as montadoras Nissan do Brasil e MAN Latin America (Resende), Jaguar – Land Rover e Hyundai Heavy Industries (Itatiaia), PSA Peugeot-Citröen (Porto Real).
E como Porto Real ainda não se desenvolveu como uma cidade capaz de receber novos moradores e congressos, e também não tendo motivo pois a 15 minutos do local se encontra a charmosa Penedo. É morar em Penedo e ir trabalhar em Porto Real, Itatiaia e Resende, por que não?
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“A região tem um ótimo potencial turístico: desde o clima e abundância de atrações naturais, passando pelo charme das construções até a saborosa gastronomia. Tudo muito aconchegante para momentos de descanso e, claro, muito bem localizado, em um ponto estratégico próximo ao polo automobilístico entre as cidades de Itatiaia, Resende e Porto Real. Com esta nova empreitada, esperamos contribuir para o desenvolvimento e o crescimento da região. O Blue Tree Towers Penedo será uma referência em serviços, estrutura e conforto, incorporando nosso DNA de inovação e qualidade”, explica Chieko Aoki, Presidente da Blue Tree Hotels.

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SUVS – mania atual? Qual comprar

Todos os fabricantes de veículos se concentraram no segmento de SUVs. Parece que todo mundo quer comprar SUVz.

Entre os 50 veículos mais vendidos no mercado em 2016 encontramos 8 SUVs entre os que estão apresentados na lista abaixo (em negrito). Na lista dos mais vendidos em janeiro de 2017 temos 10 SUVs, também da lista abaixo (entraram Compass e Creta).

A revista 4rodas fez um teste com alguns dos SUvs, entre os que listamos abaixo, e mostramos pela ordem dos melhores segundo eles: Creta(1º), Tracker(2º), Kicks(3º), HR-V(4º), Compass(5º), Vitara(6º), Renegade(7º).

Não concordo com a decisão técnica deles, por sinal não foi técnica. Consideraram como fatores determinantes os anos de garantia, preço do seguro, preço das 3 primeiras revisões, etc.

Agora eu te pergunto, qual você compraria? Escolha:

  • 2008
  • Captur
  • Compass
  • Creta
  • Duster
  • Ecosport
  • HR-V
  • Kicks
  • Renegade
  • Spin
  • T5
  • Tiggo 2
  • Tracker
  • Tucson
  • Vitara
  • XL-60

Temos que considerar que alguns desses veículos ainda tem motor pouco potente e que vai mudar, entre outros itens.

Na opinião deste humilde pesquisador do Blog ficaria entre os seguintes para comprar considerando o início do mês de março:

Obs. Considerei os carros que compraria com preferência com câmbio automático, com motorização adequada, e alguns equipamentos interessantes:

  • 2008
  • Creta
  • HR-V

Essa é a nossa indicação, escolher entre os 3, o que tiver um preço mais justo frente aos equipamentos oferecidos.

Meu carro tinha um esmalte chinó, que saía quando se empurrava.

Fernando Pessoa:
A PINTURA DO AUTOMÓVEL
Eu explico como foi (disse o homem triste que estava com uma cara alegre), eu explico como foi…

Quando tenho um automóvel, limpo-o. Limpo-o por diversas razões: para me divertir, para fazer exercícios, para ele não ficar sujo.

O ano passado comprei um carro muito azul. Também limpava esse carro. Mas, cada vez que o limpava, ele teimava em se ir embora. O azul ia empalidecendo, e eu e a camurça é que ficavamos azuis. Não riam… A camurça ficava realmente azul: o meu carro ia passando para a camurça. Afinal, pensei, não estou limpando este carro: estou-o desfazendo

Antes de acabar um ano, o meu carro estava metal puro: não era um carro, era uma anemia. O azul tinha passado para a camurça. Mas eu não achava graça a essa transfusão de sangue azul.

Vi que tinha que pintar o carro de novo.

Foi então que decidi orientar-me um pouco sobre esta questão dos esmaltes. Um carro pode ser muito bonito, mas, se o esmalte com que está pintado tiver tendências para a emigração, o carro poderá servir, mas a pintura é que não serve. A pintura deve estar pegada, como o cabelo, e não sujeita a uma liberdade repentina, como um chinó. Ora o meu carro tinha um esmalte chinó, que saía quando se empurrava.

Pensei eu: quem será o amigo mais apto a servir-me de empenho para um esmalte respeitável? Lembrei-me que deveria ser o Bastos, lavador de automóveis com uma Caneças de duas portas nas Avenidas Novas. Ele passa a vida a esfregar automóveis, e deve portanto saber o que vale a pena esfregar.

Procurei-o e disse-lhe: «Bastos amigo, quero pintar o meu carro de gente. Quero pintá-lo com um esmalte que fique lá, com um esmalte fiel e indivorciável. Com que esmalte é que o hei-de pintar?»

«Com BARRYLOID», respondeu o Bastos, «e só uma criatura muito ignorante é que tem a necessidade de me vir aqui maçar com uma pergunta a que responderia do mesmo modo o primeiro chauffeur que soubesse a diferença entre um automóvel e uma lata de sardinhas».

«Perfeitamente . . .»

«Com que é que você quer pintar um carro», continuou o Bastos sem me ligar importância, «senão com um esmalte que seja ao mesmo tempo brilhante e permanente? E, ainda por cima fácil de aplicar… Isto do fácil de aplicar é comigo, mas é uma virtude, e as virtudes citam-se… Vá-se embora!…»

«Bom…», disse eu.

«Isto de esmaltes de nitrocelulose», prosseguiu o Bastos, dando-me um encontrão, não é um assunto de mercenaria a retalho. Tem uma coisa maçadora a que se chama ciência. Sabe o que é? Mas é maçadora para quem prepara as coisas; para nós, que as recebemos preparadas para as aplicarmos, é um alívio e uma alegria. Este BARRYLOID é o produto de longos cuidados feitos no primeiro laboratório de tintas, lacas e vernizes. Percebeu? Não é o primeiro produto do género que apareceu, porque o ser primeiro está bem se se trata de estar numa bicha, mas não se trata de tintas ou de coisas que metam estudo e provas. Não: nas tintas e na prática, a última palavra é que é a primeira.»

«Meu caro Bastos…», disse eu.

«Só BARRYLOID», respondeu o Bastos, virando-me as costas.

«Eu queria agradecer…», prossegui.

«Traga o carro», disse o Bastos.

Levei-lhe o carro e ele pintou-o a BARRYLOID. E não há camurça, nem chuva, nem poeira da pior estrada, que consiga envergonhar esse esmalte de aço. Sim: o Bastos tratou-me mal, mas tratou bem a verdade. Não há nada como o BARRYLOID.

… Tanto assim que, quando comprei o meu segundo carro, tratei logo de saber se ele vinha já pintado a BARRYLOID. Ele aí está na base da página e no fim da minha história. Passa-se a camurça, mas é preciso usar óculos fumados: o brilho deslumbra. E, o que é mais, deslumbrará, porque dura.

A minha camurça dura eternamente. O que se tem gasto muito são os óculos fumados; e os elogios dos amigos que vêem os meus carros pintados a BARRYLOID.

Hondajet – a Honda voando alto

O Hondajet estará em breve voando entre vários aeroportos do Brasil. É um projeto da Honda que utiliza turbina montada em parceria: Honda e GE,  aperfeicoando uma turbina com tecnologia GE. É um projeto moderno e com preço beirando os 3,5 milhões de dólares.

Veja o interior do jatinho clicando aqui.

 

A Honda não brinca em serviço.

Qual escolher entre os veículos que custam R$ 75mil

Primeiramente quero considerar que pagar 75mil reais por um veículo é de assustar. Como todos precisam de carro acabamos fazendo sacrifício para comprar. Claro que  a economia tem que rodar e depende de consumo. Se ninguém trocasse o carro por um período com certeza os preços abaixariam e eles sabem que dificilmente encontrarão um País para vender aplicando idênticas margens de lucro gigantescas (pelo fator que dizem ser um mercado muito arriscado).

Quem está nessa faixa de preço:

HR-V da Honda, Toyota Corolla GLi 1.8, Civic, Nissan Sentra, Renault, Focus, Cruze, 2 opções da Suzuki , Citroen, Ceratto, EcoSport, Jetta, Space Fox completa, Peugeot 2008, Jeep Renegade (1.8), Golf, I30 e outros.

Não é fácil escolher, considerando que a SUV da Suzuki está sendo lançado o novo modelo lá fora, Focus vai mudar a frente em breve, o Duster agora é automatizado, a Toyota acabou de lançar o Corolla Gli com bancos de couro parecido com as versões mais caras. Atualmente no exterior o Golf vem fazendo um baita sucesso.

De todas as opções que se apresentam meus finalistas são HR-V da Honda LX 1.8 cvt, Nissan Sentra 2.0 cvt e Corolla Gli 1.8 cvt.

Opção final o Nissan Sentra 2.0 cvt como sedan ou a HR-V LX 1.8 cvt da Honda como SUV.