Kinesiology – Cinesiologia – a cura pelo movimento

A cura pelo movimento.

 

A primeira cadeira de Kinesiology do mundo das Universidades surgiu em 1967 na Universidade de Waterloo, Canadá.

A cinesiologia centra-se nas ‘reações de stress não resolvidas’ e utiliza técnicas de modo a ajudar o processo natural de cura do corpo.

È a ciência que tem como objetivo a análise dos movimentos. De forma mais específica, estuda os movimentos do corpo humano. Os profissionais de educação física, reabilitação psicomotora, terapia ocupacional e fisioterapia estudam a cinesiologia para entender os músculos e ligamentos e como estes se movimentam.

A finalidade da cinesiologia é compreender as forças que atuam sobre um objeto ou sobre o corpo humano e manipular essas forças em procedimentos de tratamento, tais que o desempenho humano possa ser melhorado e que uma lesão adicional possa ser prevenida. Embora os humanos tenham sempre sido capazes de ver e sentir as suas posturas e movimentos, as forças que afetam os movimentos (gravidade, tensão muscular, resistência externa e atrito) nunca são vistas e raramente são sentidas. Conhecer onde essas forças atuam, em relação a posições e movimentos do corpo no espaço, é fundamental para a capacidade de produzir o movimento humano e modificá-lo.

Cinesioterapia – terapia do movimento (kínesis – movimento). De origem oriental, atualmente é a terapia mais utilizada, sendo importante por estar ligada a todas às outras formas de terapias físicas, como a Hidroterapia. É a designação dos processos terapêuticos que visam a reabilitação funcional através da realização de movimentos ativos e passivos. Tem como objetivo prevenir, eliminar ou diminuir os distúrbios do movimento e função.

Cinesioterapia respiratória – conjunto de métodos cinesioterapêuticos, que visam a recuperação da função respiratória, nomeadamente a melhoria da ventilação pela drenagem de secreções intrabrônquicas.

Cinesiologia significa também uma terapia complementar ou alternativa que utiliza a monitorização dos músculos (biofeedback) para observar possíveis causas de ‘desequilíbrios’ no corpo. Os cinesiologistas podem resolver questões de saúde e bem estar, incluindo o stress, distúrbios musculares, distúrbios nervosos, questões nutricionais, problemas emocionais, assim como dificuldades comportamentais e de aprendizagem.

 

A cinesiologia decorre da quiroprática e cinesiologia aplicada. É também baseada na antiga teoria da energia chi da antiga acupunctura chinesa. Ao contrário da cinesiologia aplicada, na qual a força dos músculos é testada, as formas de cinesiologia desenvolvidas recentemente utilizam a monitorização dos músculos como forma de biofeedback do sujeito.

O sistema nervoso humano existe de modo a se autorregular e adaptar à mudança. Quando não conseguimos adaptar de modo eficiente, os músculos irão refletir o stress no sistema central nervoso.

Este stress provoca padrões específicos musculares que os cinesiologistas poderão avaliar utilizando técnicas de monitorização dos músculos. A forma mais fácil de perceber como funciona este processo é pensar nos sinais entre o cérebro e o corpo como um circuito de reação. Enquanto o cérebro se adapta às mudanças nos sistemas musculares, os músculos enviam sinais para alertar o cérebro de que ocorreram mudanças.

A monitorização dos músculos poderá indicar uma grande variedade de causa possíveis de desequilíbrios no bem estar geral de uma pessoa.

A terapia cinesiológica pretende estimular a energia do corpo de modo a libertar potencial inexplorado. A cinesiologia utiliza uma abordagem de várias etapas como tratamento. Os praticantes procuram os desequilíbrios subtis mas inúmeros que se possam esconder por trás de problemas físicos, mentais e emocionais. Os cinesiologistas poderão ajudar a tratar uma série de problemas de saúde, incluindo:

  • Stress
  • Distúrbios musculares
  • Desequilíbrios nervosos
  • Deficiências nutricionais
  • Problemas emocionais
  • Dificuldades no comportamento e na aprendizagem.

Um praticante de cinesiologia começa por gravar a história relevante de uma pessoa (confidencialmente). A sessão tem inicio com a pessoa vestida e deitada confortavelmente, de barriga para cima, numa mesa de massagem. Cada sessão poderá incluir vários testes ou desafios executados em vários momentos dependendo da natureza do problema da pessoa.

Desafio físico – o praticante testa a integridade neuromuscular (biofeedback) pedindo à pessoa para posicionar um braço ou perna de uma certa maneira, e depois para se manter nessa posição enquanto o praticante exerce uma leve pressão contra o membro.

Desafio mental – o paciente pensa em determinadas coisas ou concentra-se nos seus sentimentos enquanto o praticante efetua um teste muscular específico. O teste poderá indicar um desequilíbrio energético ou stress que requer atenção. O cliente vê e experiencia em primeira mão todas as mudanças que forem efetuadas, especialmente quando confirmadas através do processo de monitorização muscular.

Algumas das técnicas disponíveis são:

  • Libertação emocional
  • Acupressão
  • Massagem linfática
  • Libertação muscular hipertónica
  • Atenção aos pontos de reflexo, gatilho, e corporais
  • Remédios, como os homeopáticos e essências de flores
  • Aconselhamento Nutricional.
  • A comprovação médica que suporte a cinesiologia é limitada

Muitas doenças do sistema nervoso podem afetar a força muscular. A cinesiologia é baseada num modelo energético de saúde (e não médico), e pouca investigação científica testou a filosofia subjacente e reivindicações de benefícios. No entanto, pessoas que se submeteram a sessões profissionais de cinesiologia testemunharam um alívio de stress com a cinesiologia e afirmaram sentir uma melhoria na qualidade da sua saúde.

Como?

Uma mobilização articular passiva provoca a emissão de mensagens de origem câpsulo-ligamentar que, tratadas no nível central, interagires. Essas mensagens podem desempenhar um papel facilitador, ou inibidor sobre a atividade de um músculo. Uma massagem, ou mais precisamente uma mobilização dos tecidos da planta do pé, ricos de receptores mecânicos, pode favorecer a ativação dos músculos dos membros inferiores.A própria fisioterapia pode estar intimamente ligada às técnicas ativas como o mostra particularmente a utilização cada vez mais difundida da eletroestimulação funcional, ou da massagem com auxilio de luvas eletrodas.

Neuroplasticidade – plasticidade adaptativa, juntamente com a prática em três níveis. Em nível de comportamento, desempenho (por exemplo, a taxa de sucesso, exatidão) melhorou após a prática. Em nível cortical, áreas de representação motora dos músculos que agem ampliadas.; conectividade funcional entre o córtex motor primário (M1) e a área motora suplementar (SMA) é reforçado. Em nivel neuronal, o número de dendrites e neurotransmissor aumentar com a prática.
Neuroplasticidade é também um princípio científico fundamental utilizado em cinesiologia para descrever como o movimento e as mudanças no cérebro estão relacionados. O cérebro humano se adapta e adquire novas habilidades motoras baseadas neste princípio, que inclui tanto as alterações cerebrais adaptativas e mal adaptativas.

Plasticidade adaptativa – evidência empírica recente indica que o impacto significativo da atividade física sobre a função cerebral; por exemplo, uma maior quantidade de atividade física estão associados com a função cognitiva melhorada em adultos mais velhos. Os efeitos da atividade física podem ser distribuídos por todo o cérebro, tais como maior densidade de massa cinzenta e integridade da substância branca após o treinamento de exercício, e / ou em áreas específicas do cérebro, tais como maior ativação no córtex pré-frontal e hipocampo. A neuroplasticidade é também o mecanismo subjacente de aquisição de habilidades. Por exemplo, após o treinamento de longo prazo, pianistas apresentaram maior densidade de matéria cinzenta no córtex sensório-motor e integridade da substância branca na cápsula interna em comparação aos não-músicos.

Considerando que o termo “fisioterapeuta” não é nem uma designação licenciada nem profissional nos Estados Unidos nem a maioria dos países (com exceção do Canadá), os indivíduos com formação nesta área pode ensinar educação física, prestação de serviços de consultoria, realizar pesquisas e desenvolver políticas relacionadas com a reabilitação, o desempenho do motor humano, ergonomia e segurança e saúde ocupacional. Na América do Norte, kinesiologist pode estudar para ganhar um Bachelor of Science, Master of Science, ou Doutorado de Filosofia em Cinesiologia ou de um grau de Bacharel em Cinesiologia, enquanto na Austrália ou na Nova Zelândia, são muitas vezes conferido uma ciência aplicada (Movimento Humano) grau (ou superior). Muitos professores nível de doutorado em programas de cinesiologia norte-americanos receberam a sua formação de doutorado em disciplinas relacionadas, como a neurociência, engenharia mecânica, psicologia e fisiologia.

Cinesioterapia

Informações retiradas da Wiki e Cinesioterapia.com.

O momento, o agora, o novo, ser livre efetivamente.

Muito interessante este filme sobre Krishnamurti, um resumo com fatos marcantes e mensagens para serem vividas interiormente.

Ele, o verdadeiro, está em tudo, e tudo está em nós. Isso é liberdade, é viver livre, viver o momento – onde está a vida mesma.

Viva 2016! Sem medo de 2016, vamos em frente…

Vamos viver bem e sabendo que os obstáculos foram feitos para serem ultrapassados, com alegria no coração e amor por todos. E força interior mesmo nas dificuldades, que surgem para serem vencidas, também na base do amor.

Não fazem parte do meu dia a dia políticos de qualquer espécie, classe, partido, seja lá o que for. Não fazem parte do meu dia a dia os pessimistas que tudo criticam. Vamos construir sempre, num pensamento abrangente e humano. Do meu dia a dia não fazem parte as notícias em sua maioria sobre problemas e desastres, não e não. No meu dia a dia fala mais alto o amor, a força interior que brota do coração.

Pensamentos positivos a favor de tudo nesta natureza, que é bela e deve ser muito bem cuidada, pensamentos de amor para com toda a humanidade. No pensamento positivo não existem fronteiras de países, cor, raça, seja lá o que for.

Assista o concerto de ano novo da Orquestra de Viena, com um maestro com M maiúsculo mesmo e músicos de primeira qualidade, querendo alegrar a todos e tocar seus corações. São 2 horas de muita alegria.

E se puder ataque uma dança, acompanhe as músicas só ou bem acompanhado.

Perdoe e viva. Viva o dia a dia, a hora a hora, o minuto a minuto, e dance, dance, e seja feliz, e faça os outros felizes, e vamos, vamos, alegres, alegres, e vamos, e vamos…

Não deixei passar a Primavera sem a sentir…

“Ainda bem que o destino me concedeu até hoje uma vida limpa e sem ambições, que pude acompanhar o crescimento dos meus filhos, ouvir-lhes as primeiras palavras, vê-los mover-se, andar, brincar, fazer perguntas e assistir a sua alegria. Ainda bem, que não deixei passar a Primavera sem a sentir, que pude gozar o vento ameno, o rumorejar dos regatos e o canto das aves. Que não perdi o meu tempo em mexericos com os vizinhos, que amei a minha companheira e que senti correr no meu corpo o fluxo da vida. Ainda bem, que mesmo em tempo de perturbação, não perdi o norte nem o sentido da vida. Pois que me foi possível escutar a voz que murmurava no meu intimo.
Existe apenas uma única coisa que vale a pena: viver bem e alegremente a própria vida. Escuta a voz do teu coração, ainda que tenhas de afastar-te do caminho trilhado pelos timoratos. E não consintas que o sofrimento te torne duro e amargo. E assim, na quietude do cair da tarde, quando me sento na erva em frente de minha casa, depois de um dia de trabalho, com a minha mulher e os meus filhos, ouço no pulsar da natureza à minha volta a melodia do futuro: Humanidade inteira, eu te abençôo e abraço.” Wilhelm Reich
Fotos: Ceasa de Campinas.

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A Biografia humana, suas crises e suas chances de desenvolvimento

A Dra. Gudrun Burkhard do movimento Antroposófico brasileiro tem um trabalho sobre os setênios (Editora Antroposófica) – a cada 7 anos passamos por uma transformação em nossa vida, poderíamos até dizer uma renovação, mais uma oportunidade para nos conhecermos.

Você consegue o PDF do trabalho na Internet.

Vamos adiantar algumas informações desse trabalho (trechos) que tem muito valor e grande auxílio:

A Biografia humana, suas crises e suas chances de desenvolvimento

Todos nós em algum momento de nossa vida, já tivemos a sensação de um mal-estar indefinido; não estamos doentes e nem sãos e chegamos a nos perguntar: O que está acontecendo comigo? Será que estou com alguma doença?” Vamos ao médico, mas este realmente não acha nada. Temos a impressão de que este “mal-estar” oculta um sentimento que às vezes está mais e outras vezes menos presente… parece que o “amor” acabou – não temos mais paciência com os filhos nem com os companheiros de trabalho. Enfim, sentimos que algo em nossa vida deveria mudar, mas não sabemos bem como, nem por onde começar. Estamos em “crise”. E qual é a natureza desta crise? Esta crise tem uma natureza que podemos denominá-la de biográfica. A vida vinha seguindo um rumo determinado, amadurecíamos com as vivências, vencíamos obstáculos, púnhamos de lado outros – enfim, durante anos e anos tínhamos aquela sensação de bem-estar, de que tudo ia bem. Porém, sem o percebermos, fomos nos tornando mais maduros e, ao mesmo tempo em que isso acontecia, nossas forças biológicas, que a partir dos 35 anos começam a diminuir, não aguentavam mais a nossa solicitação e, de repente, não conseguimos mais manter o equilíbrio adequado entre regeneração e desgaste, e isto nos levou a esta “crise”. O que descrevemos ocorre por volta dos 40 anos e ocorre em todos nós. Mas há outras crises, nas mais diversas idades. Também há aquelas crises ou situações que se repetem muitas vezes na vida de certas pessoas, que fazem com que elas, por exemplo, se sintam como “ovelhas negras” ou que usem frequentemente a expressão “sempre acontece comigo”. Há, portanto, crises e situações que só ocorrem comigo, bem individuais, e outras que não são tão individuais e que ocorrem em todo ser humano. Se então tentarmos descobrir o que por um lado é crise e o que, por outro lado, é chance de desenvolvimento, começamos a perceber o que faz parte do nosso destino muito individual e o que é comum a todo ser humano da civilização atual.

Esther Harding, aluna de Jung, compara nossa vida com as quatro estações do ano: a primavera – do nascimento até a maioridade, o verão – a maturidade, o outono – a fase entre os 40 e 60 anos e o inverno – a velhice. Assim como o lavrador tem de saber qual é a época apropriada para semear, colher, etc., o ser humano, para colher os frutos de sua vida, também poderá conhecer “as suas estações”. Poderá então arar aterra na época adequada; só que conhecer a própria terra e ará-la é um trabalho bem mais difícil que o do camponês. Na antiga China dizia-se que uma pessoa leva 20 anos para aprender, 20 anos para lutar e 20 anos para se tornar sábia. Até hoje, na China, as pessoas idosas são tratadas com honra e admiração. Hoje poderíamos expressar isto da seguinte forma: levamos 20 anos para” crescer ” , 20 anos para ” amadurecer psicologicamente” e 20 anos para “amadurecer espiritualmente”…

É justamente quando as forças biológicas diminuem que ele tem a possibilidade de se tornar sábio, de amadurecer espiritualmente o que não acontece com um animal. A nossa civilização parece ignorar isso. Hoje em dia, por exemplo, só se procuram candidatos a emprego com menos de 40 anos; a geriatria, através dos hormônios, procura manter o ser humano biologicamente jovem, e há pouco investimento no amadurecimento espiritual. Cabe, portanto conhecer as chances que cada idade oferece para melhor usá-las na sociedade e na vida pessoal.

…O amadurecimento espiritual significava a volta gradativa às alturas cósmicas, espirituais, tal qual uma pessoa que vai escalando uma montanha, e que tem diante de si um panorama que vai aumentando e que faz com que ela se preocupe cada vez menos com os detalhes da paisagem. A cada degrau, nossas qualidades anímicas (psíquicas) não só tem capacidade de se abrirem e desenvolverem, mas também de serem aplicadas na sociedade, na família e no trabalho. Através da Ciência Espiritual de Rudolf Steiner, temos novamente a possibilidade de compreensão dessas relações e do que ocorre nos diversos setênios, bem como da interligação do físico (biológico),anímico (psíquico) e espiritual em cada ser humano.

1º setênio – 0 a 7 anos a estruturação do corpo físico, base corpórea de nossa saúde – aos sete anos, a criança passa para uma nova fase, ela sai do ambiente doméstico, familiar, e vai para a escola. Para algumas, isto significa uma pequena crise e medo; para outras, um sentimento de autoafirmação, orgulho, libertação. o primeiro caso é facilmente superado pela habilidade de um bom professor.

2º setênio – 7 a 14 anos base para o amadurecimento psicológico do indivíduo

3º setênio – 14 a 21 anos a puberdade – o amadurecimento social do indivíduo – aos 21 anos – uma crise de identidade com o fim do terceiro setênio, atingimos a maturidade ou maioridade. Em torno do 21º ano de vida, para muitos jovens ocorrem crises violentas relativas à própria identidade. Muitos jovens têm de se libertar da imagem forte do pai, para conseguirem ser eles mesmos. O mesmo se dá com a filha quanto à influencia da mãe. Verdadeiros dramas acontecem em relação a isso. Muitos jovens só conseguem esta libertação da casa paterna ou materna, saindo de casa, mudando de lugar ou “quebrando” estas imagens com violência.

4º setênio – 21 a 28 anos a fase da alma emotiva ou sensitiva – a crise dos talentos dos 28 anos – em torno dos 28 anos, este viver do passado, por assim dizer, chega a um fim, e agora as aptidões têm que ser reconquistadas e trabalhadas.

5º setênio – 28 a 35 anos a fase da alma racional e afetiva

6º setênio – 35 a 42 anos a fase da alma da consciência – a crise existencial dos 42 anos – os 42 anos são sentidos como verdadeira crise existencial. A crise de autenticidade iniciada na fase anterior atinge seu auge. Os 42 anos inauguram os três setênios seguintes, os anos que os chineses chamavam de sábios. Mas como conseguir esta sabedoria? eis a grande questão. A partir desse momento não somos mais transportados pelas asas de nossa vitalidade. Temos que acender a nossa própria luz, ninguém mais a acenderá por nós.

7º setênio – 42 a 49 anos a fase social ou da alma imaginativa

8º setênio – 49 a 56 anos a fase da alma inspirativa ou fase moral

9º setênio – 56 a 63 anos a fase da alma intuitiva ou fase mística – pouco a pouco as portas para o mundo, os órgãos dos sentidos, vão se fechando, e a vida interior dos velhos é a parte mais importante. Quanto mais rica for, melhor eles se sentirão. Se ficarem voltados apenas para o materialismo, a mesquinhez em relação às suas posses pode se tornar excessiva… O medo da morte, que em muitos já existe desde a juventude, pode ser superado em grande parte pela consciência dos acontecimentos que ocorrem com a alma e o espírito após a morte.

Gudrun Burkhard

A essencia como o verdadeiro ser

Observar a natureza, aquela flor nos seus detalhes, faz bem para nós. Interessante vermos que aquela flor tão bonita nasceu, cresceu e quantas vezes deixamos de reparar nela, aproveitar um momento intenso de percepção da beleza.

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E ligar com a beleza interior de nosso ser mais profundo e verdadeiro, nossa essência. Não perder esses momentos de contemplação, em que o silêncio verdadeiro toma conta de nós.

Tempo de lembrar da essência de nosso ser, como sempre o faz A H Almaas:

” A essência em nós é a própria vida. A essência é a vida compactada, condensada, concentrada e completamente pura… A essência não está viva, ela é a vida – não está consciente, é a consciência – não tem qualidade de existência, é a existência – ela não ama, ela é o amor – não está alegre, é a alegria – não é verdadeira, é a verdade… Essa maravilha não existe somente para histórias ou poesia. Não é apenas um sonho. Não existe para nos passar lampejos da sua magnificência, ou rapidamente nos fazer sentir seu significado. É verdadeiramente a nossa essência humana. É o que somos: nosso ser… Devemos ser está essência, existir e viver como ela. É a nossa essência que pode e deveria ser inseparável de nós. O trabalho objetiva a erradicação da nossa separação da essência. Ser livre é simplesmente ser. E ser é simplesmente viver como essência.


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