Os Produtos plant-based são para veganos e vegetarianos ou para consumidores de carne animal?

A explosão no consumo de produtos plant-based e a posição de alguns chefs famosos dizendo que veganos devem comer plantas com gosto de plantas nos faz refletir.

A pergunta básica é: os Produtos plant-based são para veganos e vegetarianos ou para consumidores de carne animal?

Outra pergunta: qual o motivo da Beyond Meat preferir que seus produtos sejam colocados nos supermercados – nas prateleiras que vendem carnes animais? Lado a lado.

Claro que os veganos e consumidores plant-based preferem comer os próprios vegetais e até fazer suas próprias composições. E tem todo o direito de, de vez em quando, usufruir desses produtos industrializados plant-based. E imagine, num churrasco com familiares e amigos fazer somente abobrinha, brócolis, etc – se temos produtos quase similares, no caso do Beyond, eles não sentirão falta da carne. E tem o outro lado, eles fazem carne e você leva Beyond – com certeza o Beyond terminará antes e você tem que correr para pegar, antes que acabe.

Concluindo: Os produtos Beyond Meat e similares (tipo Mercedes Bens e outras marcas) são criados para os consumidores habituais de carne animal, eles são o foco principal desses produtos. E os veganos aproveitam. No caso da Beyond, com a inauguração de suas fábricas na Holanda e China, ajudarão as pessoas a ter uma alimentação mais sadia e diminuirá, com o tempo, consideravelmente a importação de carne animal. Mais pessoas irão trabalhar na agricultura familiar para se cadastrar, e oferecer seus produtos para essas gigantes da alimentação plant-based.

Esperamos, que a Beyond não se esqueça da América do Sul – dentro de alguns anos. E todas as outras fabricantes plant-based brasileiras ou não terão um futuro de enorme sucesso, pois a Beyond sozinha não dará conta.

@beyondmeat

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2021 – cerejas americanas da Stemilt chegando

“As cerejas americanas da Stemilt chegam a partir do final de abril de 2021. A produção orgânica será colhida entre junho e julho de 2021. As plantações da Stemilt se estendem desde a Califórnia até o estado de Washington. A produção orgânica começou quando Tom Mathison percebeu o poder dos orgânicos, começando com a maçãs em 1989 e a Stemilt se tornou o líder desse mercado com o programa Artisan Organics ™: maçãs, pêras, cerejas, pêssegos, nectarinas e damascos.

São necessários três anos consecutivos de cultivo orgânico antes que um pomar seja inspecionado e certificado como orgânico. Nunca misturamos frutas orgânicas e não orgânicas. Nós lavamos (com um sabão orgânico certificado), enxaguamos, selecionamos e classificamos de acordo com a qualidade antes de colocar a fruta em uma caixa Artisan Organics ™. Além disso, se o adesivo em sua fruta tiver um “9” inicial antes dos quatro dígitos, ele é orgânico.

Iniciamos as colheitas com as cerejas da Califórnia e nossas cerejas de Washington que crescem na parte centro-sul do estado, em cidades como Mattawa e Tri Cities. A colheita da cereja termina em nossos pomares de grande altitude, chamados Amigos, no início de setembro.

As cerejas Rainier, amarelo dourado com um blush vermelho, são indicadas para se comer in natura e saborear. Orgânicas ficam no ponto entre junho e julho de 2021”.#cherryseason#cherryblossom#bees#beefriendlyfarming#spring#worldfamousfruit

Vegan Project Pollo

Mais uma postagem em que mostramos o crescimento do mercado vegano /plant-based em todos os continentes, e as possibilidades para muita gente e muito emprego. E o crescimento é tão rápido que existe a necessidade de planejamento e utilização de técnicas modernas como open kitchen, mesmo em vendas delivery.

Vegan Project Pollo

“A rede texana de frango vegano Project Pollo abriu seu primeiro restaurante em setembro de 2020. Mas, em apenas seis meses, ele aumentou o número total de locais para cinco, e o fundador Lucas Bradbury tem como meta 100 restaurantes até 2025.

A rede tem slogan “as pessoas antes dos lucros”, com ênfase em tratar bem seus trabalhadores. Ao contrário da maioria dos estabelecimentos de fast food, ele paga um salário-mínimo e dá a oportunidade de ganhar mais à medida que aprendem e aprimoram suas habilidades.


“O menu apresenta itens de “projeto” que beneficiam boas causas. Quando os clientes compram o sanduíche do Projeto Original, $ 1 de cada venda é doado para instituições de caridade. E cada vez que alguém compra o Projeto Pessoas, dois sanduíches são reservados para aqueles que não podem pagar.

Lucas Bradbury diz que a rede pretende rivalizar com as redes convencionais de frango.

Marcas de frango frito vegano estão surgindo nos Estados Unidos e em outros lugares.  The Herbivorous Butcher deve abrir uma loja em Minneapolis chamada Herbie Butcher’s Fried Chicken, enquanto a VFC lançou uma linha de frango frito vegan no Reino Unido e já está se expandindo para o continente europeu.

 De acordo com Bradbury, ele teve que vender sua casa para abrir as duas primeiras locações do Projeto Pollo em Austin.  Mas, felizmente, esses locais tiveram tanto sucesso que ele conseguiu abrir mais três restaurantes usando apenas o fluxo de caixa. 

 “Acho que, enquanto estivermos agindo bem com nosso pessoal e nossa comunidade, sempre teremos um lugar para desenvolver nossa marca”, disse ele na entrevista.”

vegconomist

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Vegan Hotel Minshuku Sanbiki Neko

Interessante verificar que este Hotel vegano, em Kyoto, foi montado num tipo de sobrado, mas funcional. Os espaços bem aproveitados e muita simplicidade, mas muito bem conservado. E principalmente, com café da manhã e pequenas refeições veganas. E Kyoto tem outros empreendimentos veganos onde você poderá de vez quando fazer as refeições.

 Vegan Minshuku Sanbiki Neko

 Uma fusão de quartos de estilo tradicional japonês com uma sala de jantar / área social de estilo ocidental. Refeições totalmente vegana para pessoas que vivem um estilo de vida baseado em plantas. Claro, todos são bem-vindos para virem ficar conosco, veganos, vegetarianos ou aqueles que apenas procuram um começo de dia saboroso e saudável.

A instalação total do Hotel foi em 2018, com equipamentos atualizados.

No andar superior, há cinco suites em estilo tradicional japonês.

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plant-based Stanford Inn & Resort

Saindo de San Francisco em direção ao estado de Oregon, passando Santa Rosa, em uma colina costeira, fica o plant-based Stanford Inn & Resort, que tem vista para a Baía de Mendocino e para a fazenda histórica do resort. Um paraíso, o The Stanford Inn & Resort oferece oportunidades excelentes para se reconectar, com a natureza, sua criatividade e alegria.

E lemos no Washington Post, fevereiro de 2020: “Os hotéis podem variar de alheios às necessidades dos veganos até os exclusivamente veganos. Este último descreve o Stanford Inn & Resort em Mendocino, Califórnia, que se autodenomina o único resort baseado em plantas nos Estados Unidos. A mobília não tem materiais de origem animal, portanto não há sofás de couro. O restaurante no local, o Ravens, serve pratos à base de plantas orgânicas, como strudel de vegetais de palma e raiz do mar e cogumelos selvagens e polenta cremosa. “Usamos o máximo possível da produção de nossa própria fazenda que, além de orgânica, não usa agrotóxicos, independentemente de seu pedigree orgânico”, afirma Jeff Stanford, proprietário da pousada.” – Christopher Elliott

Os quartos e suítes deste hotel boutique em Mendocino são revestidos de pinheiros e sequoias. Cada detalhe é cuidado, desde lareiras a lenha definidas e prontas para acender, até o suntuoso café da manhã orgânico preparado pelo chef incluído na sua estadia.

Inspirado por seus jardins orgânicos certificados no local, o Restaurante Ravens do resort foi destaque na Oprah Magazine e é aclamado nacionalmente por sua culinária gourmet baseada em vegetais. O Ravens Restaurant é a experiência gastronômica essencial na Costa Mendocino. A culinária servida no restaurante, o programa de compostagem e reciclagem, os materiais de limpeza e os caminhões movidos a biodiesel fazem do Stanford Inn & Resort North America de Mendocino o único destino verdadeiramente sustentável da América do Norte.

Diferente de qualquer lugar do mundo, as experiências de ‘pedalar e remar’ do resort são incríveis – os hóspedes são frequentemente vistos remando relaxadamente rio acima em uma canoa superestável de sequoia!

Apoiamos experiências educacionais com nossa Escola de Campo de Liderança Ambiental.

“Este é o tipo de lugar que todos nós construiríamos se fôssemos tão decididos, tão enérgicos, tão criativos quanto a família Stanford. A pousada é maravilhosa !! ” – National Geographic Traveller

@stanford_Inn

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Relação homem – natureza

O rejuvenescimento e a imortalidade podem ser obtidos, segundo os mitos indianos, sul-africanos, australianos, com a ajuda de folhas, frutos, cascas e raízes. Os tagalos das Filipinas, os ialangues do Japão, os ainus da Coréia, e vários grupos primitivos da costa oriental da África, acreditam num indispensável relacionamento místico entre o homem e os vegetais. As plantas, para eles, são os antepassados da tribo, e delas procede a vitalidade humana. As árvores são fontes de vida e devem ser preservadas em todas as suas partes, exceto os frutos que podem e devem ser reverencialmente comidos. Por toda parte existiam os “cultos da vegetação”, através dos quais se mostrava que a natureza formava um todo indissolúvel com o ser humano, resultando dai o poder curativo e renovador dos vegetais, os quais representam “a realidade que se fez vida, que cria inesgotavelmente, que se manifesta em formas sem número” (Tratado de História das Religiões, de Mircea Eliade -Ed. Payot). A indiferença moderna em relação ao meio ambiente – superficialmente modificada na última década com alguns trabalhos sobre poluição – resulta da perda daquela consciência manifestada nos antigos mitos, comum às velhas culturas, Nenhum problema ecológico poderá ser modificado satisfatoriamente, se não tomarmos contato com o fato de que uma unidade (natureza – homem) foi fracionada arbitrariamente, e uma das partes esta tentando existir sem a outra, ou separada dela, o que é absolutamente impossível, porque ambas possuem o mesmo núcleo. Nosso afastamento em relação ao meio natural é produto de uma conclusão artificiosa: a de que “o mundo foi feito para nos servir. Agimos assim em relação aos animais, também. Aprendemos na escola quais são os animais úteis e quais são os nocivos, isto é, quais são os que podemos explorar de alguma forma (mesmo sutilmente, sob a capa de bondade com que gostamos de nos cobrir) e aqueles que nada têm que nos interesse. Face à flora ao mar, às reservas de água doce, à atmosfera, nossa atitude igualmente antropocêntrica. Somos o centro do universo e ele deve servir-nos. A exploração do meio ambiente alcançou um limite insuportável. Diante do perigo, o homem abre os olhos, parece que vai despertar, mas permanece à espera do milagre. Aquele milagre que multiplicará etermamemte as fomtes de energia, especie de maná que vai cair um dia sobre a terra, presenteando sem exigir retribuição. As plantas, os animais, o mundo mineral significam alguma coisa no seu conjunto, e se a razão humana não atina, em sua compartimentação sistemática, com esse significado, isso não autoriza o homem a servir-se irresponsavelmente das riquezas que o cercam. De fato, ele teria muito a ganhar, se observasse e ouvisse, e se tivesse humildade para fazer dos tagalos, ialangues e ainus, seus mestres, e do mundo em que vive, seu santuário”.   1980, Luiz Carlos Lisboa

Vegotel – viagem vegana ou oportunidade de negócio

Você já pensou em abrir um Vegotel no Brasil, ou em outros países? Veja, como esta recente iniciativa vegana está dando frutos tão rápido como o aumento de veganos no Planeta. Chegou a hora pessoal, de investir nesta área.

Vegotel® – A rede de Hotéis Vegotel é considerada pelo The Guardian entre os melhores hotéis veganos da Europa. Especializados nos hotéis e pousadas mais ecologicamente corretos, servindo pratos do dia-a-dia à base de produtos locais e / ou os melhores sucessores de carne e laticínios possíveis. Por exemplo, A Vegotel quer mostrar que é possível comer todos os dias comidas deliciosas sem os efeitos negativos sobre o meio ambiente e o bem-estar animal (carne animal e laticínios).

Inaugurado recentemente e já expandindo para 25 localidades na Holanda, Itália, Escócia, Espanha, Suíça e França. Cada local tem seu próprio caráter e possibilidades, seja qual for sua escolha, eles oferecem bela natureza, paz e espaço. Em suma, se você reservar através do Vegotel, garantimos férias veganas e sustentáveis ​​totalmente desimpedidas. Até ousamos dizer que uma estadia mais sustentável do que no Vegotel é quase impossível.

O Vegotel® é especializado em acomodações ecologicamente corretas, servindo um café da manhã 100% vegano baseado em comida local ou os melhores substitutos disponíveis.

Você sabia que com uma estadia de uma noite em um Vegotel você já pode economizar mais de 20 kg de CO2 e até 154 kg por uma semana? Em suma, uma estadia mais sustentável do que no Vegotel é quase impossível.

No Vegotel Salzburg, por ex., o restaurante 100% vegan orgânico fica localizado no piso térreo do hotel. Todos os produtos orgânicos de alta qualidade são obtidos por meio de uma rede de agricultores orgânicos locais e de pequenas empresas e de uma horta urbana interna onde cultivam as próprias ervas e vegetais sazonais. Pão clássico de fazendeiro, pão de sementes e o próprio pão de trigo sarraceno sem glúten.

Buffet de café da manhã vegano, brunches de fim de semana e feriados.

Buffet de jantar vegano de quarta a sábado (18h às 10h).

@vegotel

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Queijos veganos – uma realidade no Brasil

Queijos veganos estão começando a ter a qualidade que sempre esperamos, queijos plant-based feitos com carinho e seguindo técnicas tradicionais de produção. Mas vejam, não são todos os queijos do mercado brasileiro, somente alguns se destacam. Tem muito queijo que não merece ser comprado, são simplesmente horríveis, mesmo alguns importados. Escolha bem, siga as dicas da MiamiLogoly (https://www.instagram.com/miamilogoly/?hl=pt-br).

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Photo by MiamiLogoly in Vila Mariana.

Tâmaras frescas

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As tâmaras secas são encontradas com facilidade nas casas do ramo. Existem também as tâmaras frescas que secam na própria palmeira. E para completar as produzidas em Israel são as melhores;

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As tâmaras frescas e boas para a saúde são maiores e muito suaves ao paladar e apresentam uma concentração muito menor de açucares comparadas com as secas. A pergunta que não cala é como pode nascer no deserto um fruto tão rico em propriedades. Em termos de nutrientes a tâmara é completa.

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Todas as nove variedades de tâmaras cultivadas em Israel, encontradas em qualquer prateleira de supermercado, têm características que as tornam melhores do que outras variedades  – no princípio de ajudar a proteger aqueles que as consomem contra doenças cardiovasculares principalmente. As variedades mais eficientes são as amarelas Barhi, Deri, Medjool e Halawi. Produzidas no Vale do Jordão e em Arava. São indicadas por especialistas como as melhores para a saúde.

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As tâmaras frescas contém:

Proteínas
Sais
Vitamina A
Vitamina B1
Vitamina B2
Vitamina B3
Vitamina B5
Vitamina B6
Vitamina B9
Vitamina C
Açucares como Glicose, Frutose e Sucrose
Magnésio
Cálcio
Ferro
Fósforo
Potássio
Fibras
Zinco
Selênio
5fMagnésio e cálcio – desenvolvimento ósseo, relaxamento dos músculos, das artérias e dos nervos excitados. O Cálcio contrai os músculos. Combate o stress pelas suprarrenais e inflamação da próstata.

Ferro – produção de células vermelhas do sangue.

Potássio – equilíbrio do sistema nervoso, músculo

Fósforo – crescimento e resistência óssea

Selénio – equilíbrio e crescimento celular  combatendo o envelhecimento, próstata.

Zinco – proteção do sistema imunológico, gravides e fase de crescimento, próstata.

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Comer três tâmaras por dia não aumenta os níveis de açúcar no sangue de pessoas saudáveis, mas reduz os triglicerídeos do sangue e melhora o colesterol diminuindo o risco de doenças cardíacas e derrames, afirmam especialistas em saúde.

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Goog Catch – vegan tuna

Determined to give the Quality Vegan Seal to Good Catch, a question arose about needing a substitute for tuna. Of course, the Ecological side speaks louder due to the rampant consumption and ever-rising demand and destructive fishing practices that are threatening the tuna and various other forms of life around them. In Japan they recently sold a tuna of 278 kilos for 2.7 million Euros (endangered species). Give the importance of vegan tuna to non-vegan and vegan people, of course. The mission of Good Catch is to preserve the natural resources of the ocean, reaching the rich flavors and textures of fine seafood, but made with sustainable and nutritious plant ingredients. This way, you get delicious meals that are good for you and the planet. In vegan tuna they use 6 legumes (peas, chickpeas, lentils, soybeans, fava beans and white beans) and addition of seaweed oil (rich in DHA, an essential fatty acid omega-3 and responsible for flavor). It deserves the 2 stamps from MIamiLogoly.

Decididos a dar o Selo Quality Vegan para a Good Catch surgiu um questionamento sobre precisarmos de um substituto do atum. Claro que sim, o lado Ecológico fala mais forte devido o consumo desenfreado e demanda em constante ascensão e com práticas destrutivas de pesca que estão ameaçando o atum e diversas outras formas de vidas ao seu redor. No Japão recentemente venderam um atum de 278 quilos por 2,7 milhões de Euros (espécie em extinção). Dai a importância do Atum vegano para pessoas não veganas e veganas, claro. A missão da Good Catch é preservar os recursos naturais do oceano, alcançando os ricos sabores e texturas de frutos do mar finos, porém, feitos com ingredientes sustentáveis e nutritivos de origem vegetal. Desta forma, você obtém deliciosas refeições que são boas para você e para o planeta. No atum vegano usam 6 leguminosas (ervilha, grão de bico, lentilha, soja, fava e feijão branco) e adição do óleo de algas marinhas (rico em DHA, um ácido graxo essencial ômega-3 e responsável pelo sabor). Merece os 2 selos da MIamiLogoly.
https://youtu.be/4nCIu93dKzk

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