Alegria? Como?

Alexander Lowen, da Bienergética, tem vários livros e este é interessante pelo próprio título: Alegria. No livro ele fala sobre a movimentação do corpo, até sugere algumas posições, no movimento natural, dança, etc. O corpo vive. Também comenta de uma força interior e central (coração) que faz com que tudo aconteça e recomenda acompanhar a respiração, a importancia do respirar com qualidade. No meditar tem importância o sentir da respiração e seus efeitos no corpo. Até comenta no livro sobre uma oportunidade em que decidiu levar seu filho para uma orientação sobre Deuas, mas pergunou a ele antes se sabia o que era Deus: o filho apontou para uma flor e disse “está na flor” o que levou Lowen a concluir que se estava na flor, o filho sabia que também estava nele.

Vamos nos movimentar, acalmar e refletir em vários momentos.

Compre o livro neste link:

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A escada do autoconhecimento e o Eneagrama

Autoconhecimento é uma das palavras mais faladas desde sempre, com maior ênfase nos tempos atuais. O autoconhecimento é um processo pelo qual passamos em nossa estada na matéria, desde a gestação até o final do período de oportunidades que temos em vida. Tudo, a cada passo, é oportunidade para você e automaticamente para todos os seres da natureza. Afinal, tudo está em nós.

E não existe fim, e, sim oportunidades. Mesmo no último suspiro, ainda temos a oportunidade de desfazer os últimos laços aos quais estávamos presos (pessoas, coisas, etc.). Claro, se não os desfizemos antes.

O ápice do autoconhecimento é a percepção direta do ser real em nós, a verdade mesma, a abertura da porta de passagem para o verdadeiro universo real, a vida mesma – na verdadeira acepção da palavra.

Podemos comparar o autoconhecimento com uma escada em nosso caminhar. Por vezes, de acordo com o que passamos desde a gestação, precisaremos de ajuda para quebrar as pedras iniciais (que farão parte do caminho) até atingir o momento psicológico básico. Se necessitar de ajuda nessa fase, a Bioenergética pode ser de grande auxílio, desde que seja coordenada por profissional com P maiúsculo.

E vamos subindo os degraus da escada do autoconhecimento.

Pode ser que algum degrau tenha sido pulado e a pedra não tenha sido dissolvida e isso incomoda, mesmo já estando nos últimos degraus.

E você pode ter uma ajuda interessante utilizando o Eneagrama, e neste caso indicamos o livro da Beatrice “Eneagrama completo”. Um trabalho meticuloso e aperfeiçoando os trabalhos sobre Eneagrama resgatados por Gurdjieff, Ichazo e Naranjo.

Love Unveiled

O Amor está sempre presente, independente das situações corriqueiras da vida comum (no fundo, no fundo a vida é uma coisa só). A vida pode ser vivida plenamente, em esplendor momento a momento. O equilíbrio do ser é base fundamental para o verdadeiro amor, uma cura, um balsamo para qualquer tempo e situação.

O amor revelado – Love Unveiled – levantar o véu da prisão em que estamos, e nunca pensar que todos estamos – não e não, é individual – do pequenino para o grandioso – uma transformação completa. E a bondade do espírito aparece através do coração da humanidade. Onde está a humanidade? Em nós? Sim, acertou.

A.H.Almaas:

“O amor é o efeito fundamental do coração do ser. É a bondade do espírito que aparece através do coração da humanidade. Reflete a realidade da unidade ou unidade do ser, que está sempre 100% presente em toda e qualquer circunstância e situação. Pode ser difícil ver, entender ou experimentar isso em situações desafiadoras como a covid-19 ou conflitos que surgem em torno dos protestos da justiça social.
É por isso que meu último livro é intitulado Love Unveiled. O amor está sempre presente, mas permanece escondido de nós se conhecermos o amor apenas em expressões emocionais, intelectuais ou físicas limitadas.”

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Ouvir? Ouvimos? Entendemos? Respondemos? Calamos? Aprendemos? Vivemos realmente?

Muito interessante a capacidade de muitos: ouvir. O livro “Manu a menina que sabia ouvir” nos mostra aquela menina que ouvia a todas as pessoas da cidade e nunca disse uma palavra, mas a pessoa retornava a sua vida normal mais tranquila, pois Manu exalava amor, simplesmente isso. As palavras entravam e ela expirava amor.

No livro “O Apocalipse de João”, de autoria de Rudolf Steiner, ele diz que o Apocalipse é um livro profundo, pleno de sabedoria, Os leitores do livro do Rudolf Steiner sobre o Apocalipse, segundo ele, podem sentir uma angústia pelo fato de diversas coisas do Apocalipse serem de compreensão tão difícil. E Rudolf Steiner diz que nem de longe suas observações sobre o Apocalipse é tudo que haveria de ser dito, poderíamos (acredito que seja o momento atual) entrar ainda mais profundamente nas verdades e nos substratos do Apocalipse. E se o conseguíssemos, entrar em suas profundezas, aquilo que ele diz no livro poderia ser configurado como uma primeira exposição superficial.

E Rudolf Stiner diz para quem sentir um motivo para aprofundar mais no conteúdo do Apocalipse: “Devo aprofundar-me cada vez mais”.

Segundo Rudolf Steiner o autor do Apocalipse assimilou a tradição oral dos mistérios dizendo a si próprio: ” Se eu me compenetrar com o que se pôde experimentar nos mistérios, o Cristo me aparecerá”.

E diz ainda Rudolf Steiner: “O essencial era que, para os que possuíam ouvidos para ouvir, havia uma possibilidade, com a ajuda de tudo que consta no Apocalipse de João, de avançar cada vez mais até a verdadeira compreensão do acontecimento do Gólgota. Essa era a intenção do autor do Apocalipse”.

Conexão natural com a natureza

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Devemos esta conectados com a natureza. A natureza engloba tudo, no fundo está dentro de nós, basta observarmos com a profundidade necessária, sem superficialidades.

Connection – Conexão

Profound – Deep – Sentir profundamente

Permanent – a todo momento permanecer conectado – agora – now – simplesmente

with Nature – com a natureza – uma flor – uma pedra – um homem – uma mulher – tudo – todos dentro e não fora – dentro e não fora

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Movimentando o corpo – coronário

A Personal Training – Professora e Mestra em Educação Física, Vivian Lima, da Vvida, está sempre antenada com o que ocorre no mundo da Educação Física. Exercícios Funcionais são os mais importantes para uma vida mais saudável. O exercício Natural também facilita a movimentação geral do corpo. Com experiencia acadêmica adquirida também em vivência universitária de 2 anos na cidade de London, Canadá, na Universidade Western.

Leo Tolstoy Museum – Estate “Yasnaya Polyana” – Como foi preservado após a guerra.

O Museu do Leo Tolstoy publicou hoje esta matéria interessante:

Continuamos a falar sobre como o museu-mansão de “Yasnaya Polyana” conseguiu sobreviver a um momento militar difícil. Graças aos livros do museu, pudemos mudar-nos para a mansão onde viveu Leo e rever vivamente os eventos do período:

“Nós, os trabalhadores do museu, tínhamos medo da segurança do museu. Pareceu-nos que as tropas militares iriam ocupar o espaço do museu “,- disse o guarda do museu Sergey Ivanovich Shchegolev. Juntamente com ele, a analista científica do Museu Maria Ivanovna Pegoleva, analistal técnica Maria Ivanovna Markina, a analista técnica Maria Ivanovna Markina, a guarda de Dmitry Semenovich e Boris Ivanovich Filaret e outros lutavam pelo destino da mansão familiar de Leo Tolstoy. De acordo com as memórias de Maria Ivanov, o primeiro carro alemão entrou no território da mansão na manhã de 30 de outubro: “Saíram três oficiais. Eram médicos. Um deles – Dr. Schwartz – altivo, em russo e sem sotaque nos disse que os alemães procuram lugares para organizar um ponto de travessia. Interessados no museu. No livro dos visitantes o registro em alemão, estranho: “Os três primeiros alemães estão a acampar na luta contra a Rússia”. Tentamos salvaguardar as salas do museu. Os alemães são muito educados e amáveis, prometem ajudar. Logo, escrevem na lista de papel em lápis vermelho “certificado de segurança” para o museu doméstico: “Betreten verboten – Wohnhaus de Tolstoy” com o sinal do major (o sobrenome é escrito indecifrável). Em russo, significa: “É proibido entrar na casa de Tolstói (o maior escritor russo)”. Talvez possamos manter a casa em plena guerra?”. Um mês depois, em 30 de novembro, ela escreve: “Hoje eu me assustei. De manhã mudaram os livros de Tatiana Lviv para a segunda sala de Sergei Lvovich. Livros da biblioteca científica foram parcialmente transferidos para o seu apartamento, eles estão sendo destruídos pelos ímpios. Estou cansada. À noite vou ao museu, – novamente para o tararam. <… > Os nervos não aguentam. Eu choro, consciente da minha impotência. Não, e os tristes restos da casa de Tolstoy morrerão!”. O último dia da ocupação da Yasnaya Polyana foi especialmente difícil – deixando a mansão, os alemães queimaram a casa em que viveu o famoso escritor: “Estou correndo para a casa das munições voadoras para a casa de Tolstói. Só restam alemães solteiros aqui. Pede um markinu limpador, tentando entrar em casa. Vou conhecer o não oficial alemão Hinaus, hinaus!” [Fora, fora!]- expulsa. ” Wohnhaus – em morrer Luft!..” [Casa para o ar!]. Mas agora não podes ouvir. Eu corro e chamo trabalhadores e funcionários – precisamos nos apressar para salvar o museu. As nuvens de fumaça já saem das janelas da casa de Tolstói “. O fogo não foi fácil: os alemães quebraram o poço atual, então usaram neve em vez de água. Mas, de repente, o pessoal do museu pensou em verificar se não havia água no velho zakoločennom, bem. ” Estamos a tirar-lhe a prancha. Há água! A situação está salva… Há uma luta contra o fogo “,- escreve Maria Ivanovna Pegoleva. A restauração do museu já começou. No relatório, nota do chefe dos fundos do museu Eugene Nikolaev, a partir de 1941 de dezembro de 29: ” Acho que é necessário reparar a exposição o mais rapidamente possível devido ao fato de que agora após o lançamento da Polyana clara de bandas alemãs, que vai subir “.[Foto: 1942 de maio. No local em frente à casa do Leo Tolstóy tem pessoal do museu (da esquerda para a direita): Maria Ivanovna Markina, Maria Ivanovna Pegoleva, Ivan Ivanovna e Sergey Ivanovna Shchegolev]

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