Os Produtos plant-based são para veganos e vegetarianos ou para consumidores de carne animal?

A explosão no consumo de produtos plant-based e a posição de alguns chefs famosos dizendo que veganos devem comer plantas com gosto de plantas nos faz refletir.

A pergunta básica é: os Produtos plant-based são para veganos e vegetarianos ou para consumidores de carne animal?

Outra pergunta: qual o motivo da Beyond Meat preferir que seus produtos sejam colocados nos supermercados – nas prateleiras que vendem carnes animais? Lado a lado.

Claro que os veganos e consumidores plant-based preferem comer os próprios vegetais e até fazer suas próprias composições. E tem todo o direito de, de vez em quando, usufruir desses produtos industrializados plant-based. E imagine, num churrasco com familiares e amigos fazer somente abobrinha, brócolis, etc – se temos produtos quase similares, no caso do Beyond, eles não sentirão falta da carne. E tem o outro lado, eles fazem carne e você leva Beyond – com certeza o Beyond terminará antes e você tem que correr para pegar, antes que acabe.

Concluindo: Os produtos Beyond Meat e similares (tipo Mercedes Bens e outras marcas) são criados para os consumidores habituais de carne animal, eles são o foco principal desses produtos. E os veganos aproveitam. No caso da Beyond, com a inauguração de suas fábricas na Holanda e China, ajudarão as pessoas a ter uma alimentação mais sadia e diminuirá, com o tempo, consideravelmente a importação de carne animal. Mais pessoas irão trabalhar na agricultura familiar para se cadastrar, e oferecer seus produtos para essas gigantes da alimentação plant-based.

Esperamos, que a Beyond não se esqueça da América do Sul – dentro de alguns anos. E todas as outras fabricantes plant-based brasileiras ou não terão um futuro de enorme sucesso, pois a Beyond sozinha não dará conta.

@beyondmeat

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Podemos ver a alma como a totalidade, cujo próprio tecido é a essência?

AHAlmaas:

“Podemos ver a essência como um potencial da alma, como seu potencial mais primordial; mas também podemos ver a alma como um dos aspectos da essência, como o aspecto da vida.

Podemos ver a essência como a base da alma, mas também podemos ver a alma como a totalidade cujo próprio tecido é a essência. Ambas as possibilidades surgem na experiência direta e em estágios avançados da jornada interior, a diferença entre as duas se dissolve gradualmente.

Neste ponto, experimentamos uma alma essencial, ou uma essência dinâmica, indicando uma coemergência completa e total de essência e alma, refletindo a não dualidade primordial da Realidade. A distinção entre essência e alma não é fácil de fazer, porque é uma diferenciação sutil. A principal dificuldade surge em confundir consciência com vida. Quando se experimenta a essência como uma presença consciente, geralmente não é fácil reconhecer que isso é diferente de estar vivo, pois não se diferencia a vida da consciência. Em nossa experiência normal, consciência e vivacidade são inseparáveis. Raramente, ou nunca, experimentamos um sem o outro. E quando experimentamos a consciência pura, não podemos diferenciá-la da vida, porque tendemos a acreditar que ser consciente é estar vivo. Mesmo pesquisadores interessados ​​em experiências de morte, ou experiências fora do corpo, tendem a não explorar a questão de se nessas condições a alma se sente viva ou apenas como consciente. Esses pesquisadores geralmente acreditam que a vida termina com a morte e que, embora algum tipo de consciência sobreviva à morte, não há curiosidade sobre se essa consciência estará se experienciando apenas como consciente, ou consciente e viva do jeito que é no corpo. A suposição implícita parece ser que a consciência continuará a estar imbuída da sensação de vivacidade, como na vida física, embora se acredite que a vida termina com a morte. O principal motivo dessa situação é que, embora todos conheçam a alma, embora não explicitamente, a experiência da essência é rara. Quando experimentamos a essência, sabemos o que é consciência pura, que está além da sensação de vivacidade, mais fundamental do que a vida. Compreender a propriedade da vida na alma aprofunda e expande nossa apreciação da vida por ela mesma. Começamos a reconhecer o valor intrínseco da vida, e especialmente o valor da vida humana, pois é a vida da alma humana, a alma com potencial infinito. Apreciar e amar a vida é inseparável de amar e valorizar a alma. Queremos que nossa vida seja plena porque é a plenitude de nossa alma que é nossa janela para o universo, nosso órgão de experiência. Não queremos apenas ser livres de alma humana, a alma com potencial infinito. Apreciar e amar a vida é inseparável de amar e valorizar a alma. Queremos que nossa vida seja plena porque é a plenitude de nossa alma que é nossa janela para o universo, nosso órgão de experiência. Não queremos apenas ser livres e desapegados; queremos ser livres e desapegados e, ao mesmo tempo, que nossa vida seja plena, rica e realizada. E porque entendemos que a consciência é mais fundamental do que a vida, percebemos que, para sermos livres, precisamos nos centrar na consciência pura. Amamos a consciência pura porque é nossa própria identidade, verdade e substância, mas também amamos nossa alma vivente porque ela é o que a completa. Ela é filha da consciência pura primordial, mas também de seu potencial infinito.”

Amizade não tem nada a ver com acordos ou desacordos

“Um verdadeiro amigo é firme quando é necessária firmeza, é amoroso quando o amor é necessário, é compreensivo quando é necessário compreender. Ele o ajuda a ver o que é necessário – força, apoio, clareza ou bondade e amor, e o ajuda a ver as partes de você mesmo de que precisa na situação. Um verdadeiro amigo é alguém com quem você poderia ficar feliz sendo a verdade sobre quem você é. Se você estiver sendo falso, o amigo apenas mostrará que você está sendo falso, não concorda ou discorda. Amizade não tem nada a ver com acordos ou desacordos. Amizade tem a ver com compreensão e verdade, alegria na verdade”.

A. H. Almaas, Diamond Heart Book Two, cap. 11

Tudo que vemos ao nosso redor está sendo criado neste instante

https://www.colab55.com/@drtanajura/tees/starts-now

Num caminho espiritual vamos com o passar do tempo se desligando do passado – veja bem: as coisas do passado voltam sempre mas já não recebem a importância de antes – e o futuro é algo que não existe e sendo sempre criado pela ligação ao passado. Renovação. E chegamos ao ponto em que percebemos que tudo é criado no instante, tudo é novo e sendo gerado por nós. Sua visão já não é mais a mesma, por enxergar mais profundamente ou melhor – finalmente enxergar e claro saber ouvir.

At this second where do you come from? You are creating the whole world?

Pode ser uma imagem de texto que diz "D THE DIAMOND APPROACH At this second where do you come from? Το see the answer is to know and participate in what creativity is, what creation is. This is the greatest creativity, the greatest art. A. H. Almaas, Diamond Heart Book Four"

Quando você faz parte do mundo, mas não está nele, a criatividade é tudo o que você percebe, tudo o que você vê. É como um sonho, pois quando você sonha, está criando o sonho. Você está criando o mundo inteiro. Tudo o que você vê ao seu redor está em processo de criatividade, está em processo de ser ou vir a ser: pura criação. Essa é realmente a situação objetiva – tudo o que você vê ao seu redor está sendo criado a cada segundo. Este mundo que você vê – todas essas pessoas, esta casa, o chão, a luz, as plantas – não são produtos do passado; eles estão sendo criados neste exato momento, constantemente, sempre sendo gerados. O mundo não é produto do passado e você não é produto do passado. Você pensa que está lá porque você nasceu e cresceu. Em certo sentido, isso é verdade; entretanto, neste exato momento de onde você vem? Você não veio do ventre de sua mãe neste momento. Então, neste segundo, de onde você vem? Ver a resposta é saber e participar do que é criatividade, do que é criação. Esta é a maior criatividade, a maior arte. – A. H. Almaas, Diamond Heart Book Four, cap. 9

2021 – cerejas americanas da Stemilt chegando

“As cerejas americanas da Stemilt chegam a partir do final de abril de 2021. A produção orgânica será colhida entre junho e julho de 2021. As plantações da Stemilt se estendem desde a Califórnia até o estado de Washington. A produção orgânica começou quando Tom Mathison percebeu o poder dos orgânicos, começando com a maçãs em 1989 e a Stemilt se tornou o líder desse mercado com o programa Artisan Organics ™: maçãs, pêras, cerejas, pêssegos, nectarinas e damascos.

São necessários três anos consecutivos de cultivo orgânico antes que um pomar seja inspecionado e certificado como orgânico. Nunca misturamos frutas orgânicas e não orgânicas. Nós lavamos (com um sabão orgânico certificado), enxaguamos, selecionamos e classificamos de acordo com a qualidade antes de colocar a fruta em uma caixa Artisan Organics ™. Além disso, se o adesivo em sua fruta tiver um “9” inicial antes dos quatro dígitos, ele é orgânico.

Iniciamos as colheitas com as cerejas da Califórnia e nossas cerejas de Washington que crescem na parte centro-sul do estado, em cidades como Mattawa e Tri Cities. A colheita da cereja termina em nossos pomares de grande altitude, chamados Amigos, no início de setembro.

As cerejas Rainier, amarelo dourado com um blush vermelho, são indicadas para se comer in natura e saborear. Orgânicas ficam no ponto entre junho e julho de 2021”.#cherryseason#cherryblossom#bees#beefriendlyfarming#spring#worldfamousfruit