Comprar veículo financiado?

Atualmente é muito fácil comprar um veículo. As linhas de financiamento são inúmeras. Nas propagandas e nas pesquisas feitas diretamente nas concessionárias se fala de taxa de juro: 0,460,991,19, ou 1,30.

Um aviso importante: pergunte sempre se a taxa é liquida ou já tem os impostos e taxas incluídos. Você terá uma supresa ao verificar que a taxa real e efetiva é sempre maior do que a veículada. Um dos valores adicionados é a taxa de financiamento.

Os prazos já estão ultrapassando a barreira das 100 prestações (mais de 5 anos para pagar).

Acredito que o financimento em 60 meses é interessante e boa opção para ter um carro novo. Um carro novo é sempre carro novo, pois para manter um carro muito usado o valor das peças de reposição nos derrubam. São desequilibradas em relação ao preço total do veículo. A manutenção é muito dispendiosa.

O carro desmontado é sempre mais caro que o carro montado, o que é um absurdo devido pagarmos na compra do carro novo sua montagem,e com mão de obra especializada e cara.

Qual a melhor gasolina?

Para todos os carros que tive nestes últimos anos, recomendaram não utilizar a gasolina aditivada. No caso do Toyota Corolla, na concessionária disseram-me que por ter muito aditivo poderia causar problemas no sistema de injeção.

Para minha surpresa, no novo carro que comprei, ao informar sobre as caracteristicas do veículo disseram para utilizar álcool ou gasolina comum e no reservatório da partida à frio sempre gasolina aditivada.

Roda de liga leve

Existem inúmeros modelos de rodas de alumínio. Além de vantagens como leveza e possibilidade de recuperação, elas podem conferir equilíbrio no design do veículo.

Um exemplo é o Honda New Civic. As rodas têm um design muito bonito, porém na minha opinião as rodas do esportivo não ficaram tão bonitas. Não ficou harmonioso.

Vou começar mostrando as rodas utilizadas no novo Fiesta Trail da Ford. Um carro que está no mercado e ficou rejuvenescido como modelo 2008:

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Trem magnético é algo muito novo?

Na década de 50, o Estado de São Paulo (Brasil) tinha extensa malha ferroviária. Era possível se viajar pelo interior do estado com facilidade. O único problema, era a diferença entre as bitolas dos trilhos. Porém, se resolvia fazendo baldeação.

Você tem viajado muito de trem pelo Estado de São Paulo? É possível se viajar de Jundiaí até São Paulo de trem, em poucas horas, ou seja de 2 a 3 horas e faz uma baldeação. O jeito é sonhar. 

O trem-bala da França, o TGV (Trem de Alta Velocidade, na sigla em francês), bateu, nesta terça-feira (2006), o recorde mundial de velocidade sobre os trilhos, atingindo 574,8 km/h por hora.

Quando eu tinha 14 anos, e já faz tempo (por volta de 1964), imaginava um trem que flutuava sobre um tipo de canaleta e atingia velocidades altíssimas. E não é que hoje em dia existe esse tipo de trem.

O Japão anunciou que pretende instalar, até 2025, seu primeiro serviço de trens que viajam levitando sobre trilhos magnéticos.

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Os chamados maglevs, que hoje só operam comercialmente em um pequeno trecho na China, viajam a altíssimas velocidades, acima de 500 km/h.

Os trens eliminam o atrito com os trilhos, já que os vagões são dotados de magnetos, ou imãs, que fazem os carros flutuarem.

Em 2003, um maglev japonês atingiu 581 km/h.