Fantastic Fungi

O meu querido amigo Luiz indicou o Fantastic Fungi. É um aprendizado e alguns pontos poderiam ser questionados, especialmente no uso dos cogumelos no tocante a levar o paciente, em poucas aplicações, a vislumbrar outro campo – assim, o pequeno ponto ou barreira psicológica que seria a causa da doença grave (câncer) fica em segundo plano (não eliminado). Porém, tem que haver um gerenciamento perfeito dos envolvidos.

Muitas vezes ficamos fixados num problema, por vezes pequeno, e damos voltas e mais voltas e não nos livramos dele e isso pode ser impactante ao gerar uma doença grave. Dizem pesquisas que ao sofrer um baque psicológico em 6 meses poderá surgir um doença grave.

E um trabalho espiritual efetivo que toca e desperta a essência que passa a dominar a alma passando a um novo estado de consciência também é efetivo contra o aparecimento de doenças ou sua solução.

E Rudolf Steiner fala com propriedade: “Na verdade, nunca esquivei de me expor a qualquer perigo de infecções e realmente nunca peguei nada, nunca me infectei. Isso mostrou que a mera consciência, a poderosa consciência da existência de uma doença, pode causar a doença por meio do corpo astral.”

Tudo tem a ver com nosso estado de consciência (sempre a situação atual da alma em relação a sua essência, sua base). Quanto maior a presença e preponderância da essência sobre a alma a consciência vai se refinando e se abrindo. E purificado o global do ser e seus relacionamentos.

Liberdade, ó liberdade, é para isso que lutamos, é para isso que vivemos agora

Isto é para as irmãs de todo o mundo
Perdemos nossa terra verde, perdemos nosso ar limpo
Perdemos nossa verdadeira sabedoria, vivemos em desespero

Ó irmãs, ó irmãs, vamos nos levantar agora
Nunca é tarde para recomeçar
Ó sabedoria, ó sabedoria, é isso que pedimos
E sim, minhas queridas irmãs, devemos aprender a pedir

Sabedoria, ó sabedoria, é isso que pedimos, é para isso que vivemos agora

Ó irmãs, ó irmãs, vamos acordar, imediatamente!
Nunca é tarde para gritar de nossos corações
Liberdade, ó liberdade, é por isso que lutamos
E sim, minhas queridas irmãs, devemos aprender a lutar

Liberdade, ó liberdade, é para isso que lutamos, é para isso que vivemos agora

Ó irmãs, ó irmãs, não vamos desistir mais
Nunca é tarde para construir um novo mundo
Ó novo mundo, ó novo mundo, é para isso que vivemos
E sim, minhas queridas irmãs, devemos aprender a viver

Novo mundo, ó novo mundo, é para isso que vivemos, é isso que agora devemos aprender a construir.

Yoko Ono, John Lennon, Jerry Rubin, Chris Osborne & Eddie Mottau.

Attica State prison riots benefit concert

Apollo Theater, Harlem, New York 17 December 1971

The Original ESSIAC® is Made Only in Canada

Era difícil encontrar o Essiac nos anos 90 e complicada sua manipulação, No Brasil não encontramos. No Canadá é muito fácil encontrar nas prateleiras de farmácias, digamos alternativas, e opção de como consumir. Até em comprimidos você encontra.

Todos os produtos ESSIAC® contêm a mesma fórmula e eficácia ESSIAC® original. As cápsulas ESSIAC® são fáceis de usar e permanecem frescas por mais tempo do que as fórmulas ESSIAC® Extract e ESSIAC® Powder. As cápsulas podem ser facilmente abertas e adicionadas a uma pequena quantidade de água, se necessário.

Herbal Products CanadaESSIAC® é uma fórmula de ervas de renome mundial desenvolvida por Rene M. Caisse, uma enfermeira canadense. Desde 1922, a enfermeira Caisse usou sua fórmula original à base de ervas para ajudar a apoiar o sistema imunológico. * Rene Caisse é mundialmente conhecida por fazer contribuições significativas para o campo da medicina natural.

As ervas em ESSIAC® são cultivadas especificamente para Essiac Canada International, que são colhidas nos horários de pico para garantir a potência botânica máxima:

Burdock Root (Arctium Lappa)
Slippery Elm Bark (Ulmus Fulva)
Sheep Sorrel Leaves (Rumex Acetosella)
Indian Rhubarb Root (Rheum Officinale)

ESSIAC® é aprovado pela Health Canada e é enviado para todo o mundo.

Cápsulas TRU-PINE
Cápsulas TRU ‑ PINE®
TRU-PINE® é uma fórmula patenteada de extrato de casca de pinheiro canadense feita apenas no Canadá. TRU-PINE® é uma combinação de antioxidantes poderosos que ajudam a proteger contra os radicais livres. *

TRU-PINE® é feito a partir da preparação original dada a Jacques Cartier e seus homens pelo povo nativo do Canadá em 1535-1536. A tecnologia para produzir TRU-PINE® foi desenvolvida pela Agriculture and Agri-Food Canada.

As cápsulas TRU-PINE® patenteadas são feitas de casca de pinheiro (Pinus strobus), frutos de roseira brava (Rosa canina) e vitamina C. Quando combinados, os ingredientes são aprimorados sinergicamente.

ESSIAC Capsules
ESSIAC Extract

ESSIAC® é uma fórmula à base de plantas que está em uso desde 1922. A fórmula foi dada à enfermeira Rene Caisse por um índio Ojibwa canadense. Nascida em Bracebridge, Ontário, a enfermeira Caisse preparou sua fórmula original à base de ervas em uma bebida chamada Essiac, que é o nome da enfermeira Caisse escrito ao contrário.

Rene M Caisse

Rene M Caisse
De 1922 a 1978, a enfermeira Caisse deu seu suplemento de ervas Essiac a milhares de pessoas em sua clínica em Bracebridge, Ontário, Canadá. Embora ela tenha recusado o pagamento por seus serviços, ela aceitou doações para ajudar a sustentar sua clínica. A enfermeira Caisse dedicou sua vida ao uso da fórmula do Essiac.

Thomas Merton

É possível refletir, sobre nosso caminhar, a partir dos títulos dos livros de Thomas Merton:  

A via de Chuang Tzu,  
A montanha dos 7 patamares,  
Homem algum é uma ilha,  
O homem novo,  
Reflexões de um espectador culpado,  
Zen e as aves de rapina,  
Místicos e mestres Zen,  
Diálogos com o silêncio,  
A sabedoria do deserto… 

Merton se aproximou das pessoas do mundo todo a partir de sua mensagem.  

E ele nos alerta sobre o motivo dos desentendimentos e envolvimentos em conflitos, e que podem se generalizar: 

“Não é o medo que as pessoas têm umas das outras, mas o medo que elas têm de tudo”.  

 


E o de querer que todos sejam iguais a nós: 

“deixar as pessoas queridas serem perfeitamente elas mesmas e não as formatar para que sejam como nós, caso contrário, amamos apenas o reflexo de nós mesmos que encontramos nelas”. 
 
Thomas Merton, é o exemplo do caminho interior que temos que percorrer, ao mesmo tempo em que vivemos nas grandes ou pequenas cidades, no trabalho, sempre em contato com outras pessoas. E na base da sabedoria do deserto, nos diálogos com o silêncio, um novo homem-consciência – no equilíbrio do ser, da alma (onde a essência predominará e a rosa se abrirá). 

“E sei que, se agir assim, tu hás de me levar pelo caminho certo,  
embora eu possa nada saber sobre o mesmo. 
Portanto, hei de confiar sempre em ti,  
ainda que eu possa parecer estar perdido e sob a sombra da morte. 
Não hei de temer, pois tu sempre estás comigo,  
e nunca hás de deixar que eu enfrente meus perigos sozinho”.  

https://emergencemagazine.org/film/on-the-road-with-thomas-merton/

Wilhelm Reich e a formação das Crianças do Futuro

Este resumo, que fiz, foi sobre o excelente trabalho de Cynthia Cavalcanti Moura de Melo Faria –USP-Psicologia 

Wilhelm Reich e a formação das Crianças do Futuro – Encouraçamento numa criança recém-nascida. 

A meta do Crianças do Futuro, assim como a da maioria das propostas reichianas era a busca da melhoria da condição de vida humana. A base dessa atividade era a esperança de um futuro melhor, que se tornaria possível se o fluxo do desenvolvimento natural fosse respeitado. Nesse caso específico, Reich almejava tentar manter uma criança relativamente saudável em meio a todo o contexto patológico da época. Ele acreditava que, se isso fosse possível, então poderia se apostar em um amanhã melhor. 

Em 1949, Reich fundou o Orgonomic Infant Research Center, órgão voltado a colocar em prática as ideias do Crianças do Futuro, que serviria como um local de pesquisas a respeito da saúde infantil.  

A ideia do Centro era atender casos que ajudassem a elucidar as questões de interesse da investigação. Para tanto, planejou-se que o trabalho deveria ser focado desde a gravidez até o quinto ou sexto ano de vida da criança, idade em que sua estrutura básica se forma. Seguindo essa proposta, estabeleceram-se quatro focos de atuação: 

O primeiro foco seria desenvolver cuidados pré-natais com grávidas consideradas saudáveis, com o intuito de conhecer a influência das vivências intrauterinas para o desenvolvimento do bebê. A proposta era aconselhar os pais durante a gestação sobre como eles deviam proceder e tentar que esse momento se desenvolvesse da forma mais saudável possível.  

O segundo foco de trabalho aconteceria durante o nascimento e os primeiros dias de vida do recém-nascido. Nesse momento buscariam compreender as expressões naturais do bebê e remover qualquer obstáculo em seu caminho.  

O terceiro tratava-se da prevenção do encouraçamento durante os cinco ou seis primeiros anos da criança.  

A última ação era voltada para o registro do desenvolvimento dessas crianças até muito tempo depois da puberdade.  

A ideia não era tratar crianças doentes nem se dedicar ao aconselhamento sexual e matrimonial de casais, a não ser que tais medidas contribuíssem para a pesquisa do OIRC.  

Uma dessas colaborações importantíssimas dadas por Reich com o projeto Crianças do Futuro foi o aprofundamento no tema do contato orgonótico, o que, a nosso ver, significa um vínculo de extrema qualidade entre a criança e o seu cuidador. Para o orgonomista, o estabelecimento do contato seria a melhor coisa que poderia ser proporcionada para a criança e o destino dela dependeria disso. Se trataria do elemento mais essencial na interação entre a mãe e o bebê. Para preservar a saúde, seria imprescindível a presença desse tipo de vínculo. 

Desde que nasce, o bebê tem suas demandas. Como a fala só surge por volta do primeiro ou segundo ano de vida, é claro que antes disso não se pode compreender as necessidades infantis pelo meio verbal. Na visão reichiana, a única forma de entender a expressão da criança nesse estágio do desenvolvimento é a partir do estabelecimento do contato orgonótico. Para que isso seja possível, o adulto precisa estar disponível, sintonizado, implicado, envolvido, atento, ligado, conectado, entregue etc. 

 Mesmo depois que a fala se faz presente, ela nem sempre explicita o que realmente se quer. Para Reich, a expressão verbal tem suas limitações, muitas vezes não consegue expor as sutilezas do organismo. Em alguns momentos, até consegue ser fiel às sensações corporais, mas isso não acontece o tempo todo. Por isso, o estabelecimento de um vínculo de qualidade continuaria a ser de extrema importância, independente, da idade do sujeito. Estando em contato é possível reconhecer o que o indivíduo precisa e consequentemente lidar com essa demanda. 

Nos textos reichianos, fica claro que ele busca atender ao pedido da criança de forma criativa. É nítido que não há um modelo de como a educação deve ser. Cuidados mecânicos não servem. Sendo cada criança única, o importante seria descobrir na relação o que é bom e o que não é para cada indivíduo. Trata-se sempre de um vínculo sensível e profundo. 

Segundo Reich, o que acontece é que os educadores raramente conseguem compreender a demanda infantil. A criança, por sua vez, solicita o contato até esgotar-se e desistir. A consequência posterior é ficar paralisada, anestesiada e interiormente morta. Em sua compreensão, muitas das patologias adultas são oriundas de uma infância carente de contato orgonótico. 

O orgonomista deixa claro que não é preciso nem possível manter o vínculo de qualidade o tempo todo. Mas o mais importante era perceber quando se perde o contato para então tentar reestabelecer o vínculo perdido. 

Outra contribuição importante foi o conceito de primeiros socorros orgonômicos. Tais medidas estavam baseadas na ideia de que após uma vivência traumática, o corpo se contrai. Das primeiras vezes, cria-se um bloqueio ainda maleável. Isso significa que o mesmo pode ser dissolvido. 

Porém, não era o que vinha acontecendo de forma geral, pois os adultos não tinham conhecimento sequer da existência dessas limitações e menos ainda sabiam como excluir as mesmas. Por não serem desfeitos, esses bloqueios iniciais se transformariam em couraças crônicas irreversíveis. Em outras palavras, os pequenos bloqueios, que apareciam na estrutura humana desde os primeiros dias de vida, se cronificariam caso medidas adequadas não fossem adotadas.  

Essas mazelas, se não fossem desfeitas, acabariam sendo ciclicamente transmitidas a cada geração de modo automático. A única saída seria que os adultos aprendessem a remover os bloqueios assim que eles se fixassem.  

Para Reich, via de regra, quando o indivíduo se desenvolve numa condição saudável, ele não estabelece uma base adoecida onde as patologias futuras possam se fixar, por isso, é pouco provável que os sintomas neuróticos consigam se enraizar em sua estrutura. Em outras palavras, sem encouraçamento os sintomas biopáticos não se ancoram. Por outro lado, quando existe uma distorção na estrutura bioenergética, as patologias terão a base para fincar suas raízes e futuramente se tornarão traços de caráter biopáticos. O orgonomista compreende que as chamadas “doenças crônicas” nada mais são do que patologias apoiadas em bloqueios do funcionamento bioenergético criados durante a primeira infância. Segundo ele, as biopatias graves que surgem posteriormente têm suas raízes nos ignorados problemas ‘normais’ das crianças pequenas. 

De qualquer forma, a melhor maneira de tentar prevenir as patologias seria por meio de um desenvolvimento não estagnado da primeira infância. 

Para ele, saúde não seria sinônimo de ausência de doenças ou de nunca ficar infeliz ou de estar sempre saudável. A saúde estaria na flexibilidade, na possibilidade de sair desses estados, sem a pessoa ter que permanecer eternamente presa aos mesmos. Ele é bastante enfático ao afirmar que devemos deixar de lado os ideais de saúde absoluta.  

Meses antes de sua morte, no dia 08 de março de 1957, Reich redigiu seu testamento, o qual intitulou Last will and testament of Wilhelm Reich: Ele determinou que nada deveria ser alterado nos seus textos e que os mesmos tinham que ser guardados por cinquenta anos após sua morte, para garantir que não fossem deturpados. A justificativa dada por ele foi a seguinte: “Esses documentos são de crucial importância para o futuro das gerações dos que acabam de nascer” (Matthiesen, 2001). Além disso, deixou 80% da renda relativa a ele para o cuidado com bebês, crianças e adolescentes.