The Original ESSIAC® is Made Only in Canada

Era difícil encontrar o Essiac nos anos 90 e complicada sua manipulação, No Brasil não encontramos. No Canadá é muito fácil encontrar nas prateleiras de farmácias, digamos alternativas, e opção de como consumir. Até em comprimidos você encontra.

Todos os produtos ESSIAC® contêm a mesma fórmula e eficácia ESSIAC® original. As cápsulas ESSIAC® são fáceis de usar e permanecem frescas por mais tempo do que as fórmulas ESSIAC® Extract e ESSIAC® Powder. As cápsulas podem ser facilmente abertas e adicionadas a uma pequena quantidade de água, se necessário.

Herbal Products CanadaESSIAC® é uma fórmula de ervas de renome mundial desenvolvida por Rene M. Caisse, uma enfermeira canadense. Desde 1922, a enfermeira Caisse usou sua fórmula original à base de ervas para ajudar a apoiar o sistema imunológico. * Rene Caisse é mundialmente conhecida por fazer contribuições significativas para o campo da medicina natural.

As ervas em ESSIAC® são cultivadas especificamente para Essiac Canada International, que são colhidas nos horários de pico para garantir a potência botânica máxima:

Burdock Root (Arctium Lappa)
Slippery Elm Bark (Ulmus Fulva)
Sheep Sorrel Leaves (Rumex Acetosella)
Indian Rhubarb Root (Rheum Officinale)

ESSIAC® é aprovado pela Health Canada e é enviado para todo o mundo.

Cápsulas TRU-PINE
Cápsulas TRU ‑ PINE®
TRU-PINE® é uma fórmula patenteada de extrato de casca de pinheiro canadense feita apenas no Canadá. TRU-PINE® é uma combinação de antioxidantes poderosos que ajudam a proteger contra os radicais livres. *

TRU-PINE® é feito a partir da preparação original dada a Jacques Cartier e seus homens pelo povo nativo do Canadá em 1535-1536. A tecnologia para produzir TRU-PINE® foi desenvolvida pela Agriculture and Agri-Food Canada.

As cápsulas TRU-PINE® patenteadas são feitas de casca de pinheiro (Pinus strobus), frutos de roseira brava (Rosa canina) e vitamina C. Quando combinados, os ingredientes são aprimorados sinergicamente.

ESSIAC Capsules
ESSIAC Extract

ESSIAC® é uma fórmula à base de plantas que está em uso desde 1922. A fórmula foi dada à enfermeira Rene Caisse por um índio Ojibwa canadense. Nascida em Bracebridge, Ontário, a enfermeira Caisse preparou sua fórmula original à base de ervas em uma bebida chamada Essiac, que é o nome da enfermeira Caisse escrito ao contrário.

Rene M Caisse

Rene M Caisse
De 1922 a 1978, a enfermeira Caisse deu seu suplemento de ervas Essiac a milhares de pessoas em sua clínica em Bracebridge, Ontário, Canadá. Embora ela tenha recusado o pagamento por seus serviços, ela aceitou doações para ajudar a sustentar sua clínica. A enfermeira Caisse dedicou sua vida ao uso da fórmula do Essiac.

Thomas Merton

É possível refletir, sobre nosso caminhar, a partir dos títulos dos livros de Thomas Merton:  

A via de Chuang Tzu,  
A montanha dos 7 patamares,  
Homem algum é uma ilha,  
O homem novo,  
Reflexões de um espectador culpado,  
Zen e as aves de rapina,  
Místicos e mestres Zen,  
Diálogos com o silêncio,  
A sabedoria do deserto… 

Merton se aproximou das pessoas do mundo todo a partir de sua mensagem.  

E ele nos alerta sobre o motivo dos desentendimentos e envolvimentos em conflitos, e que podem se generalizar: 

“Não é o medo que as pessoas têm umas das outras, mas o medo que elas têm de tudo”.  

 


E o de querer que todos sejam iguais a nós: 

“deixar as pessoas queridas serem perfeitamente elas mesmas e não as formatar para que sejam como nós, caso contrário, amamos apenas o reflexo de nós mesmos que encontramos nelas”. 
 
Thomas Merton, é o exemplo do caminho interior que temos que percorrer, ao mesmo tempo em que vivemos nas grandes ou pequenas cidades, no trabalho, sempre em contato com outras pessoas. E na base da sabedoria do deserto, nos diálogos com o silêncio, um novo homem-consciência – no equilíbrio do ser, da alma (onde a essência predominará e a rosa se abrirá). 

“E sei que, se agir assim, tu hás de me levar pelo caminho certo,  
embora eu possa nada saber sobre o mesmo. 
Portanto, hei de confiar sempre em ti,  
ainda que eu possa parecer estar perdido e sob a sombra da morte. 
Não hei de temer, pois tu sempre estás comigo,  
e nunca hás de deixar que eu enfrente meus perigos sozinho”.  

https://emergencemagazine.org/film/on-the-road-with-thomas-merton/

Wilhelm Reich e a formação das Crianças do Futuro

Este resumo, que fiz, foi sobre o excelente trabalho de Cynthia Cavalcanti Moura de Melo Faria –USP-Psicologia 

Wilhelm Reich e a formação das Crianças do Futuro – Encouraçamento numa criança recém-nascida. 

A meta do Crianças do Futuro, assim como a da maioria das propostas reichianas era a busca da melhoria da condição de vida humana. A base dessa atividade era a esperança de um futuro melhor, que se tornaria possível se o fluxo do desenvolvimento natural fosse respeitado. Nesse caso específico, Reich almejava tentar manter uma criança relativamente saudável em meio a todo o contexto patológico da época. Ele acreditava que, se isso fosse possível, então poderia se apostar em um amanhã melhor. 

Em 1949, Reich fundou o Orgonomic Infant Research Center, órgão voltado a colocar em prática as ideias do Crianças do Futuro, que serviria como um local de pesquisas a respeito da saúde infantil.  

A ideia do Centro era atender casos que ajudassem a elucidar as questões de interesse da investigação. Para tanto, planejou-se que o trabalho deveria ser focado desde a gravidez até o quinto ou sexto ano de vida da criança, idade em que sua estrutura básica se forma. Seguindo essa proposta, estabeleceram-se quatro focos de atuação: 

O primeiro foco seria desenvolver cuidados pré-natais com grávidas consideradas saudáveis, com o intuito de conhecer a influência das vivências intrauterinas para o desenvolvimento do bebê. A proposta era aconselhar os pais durante a gestação sobre como eles deviam proceder e tentar que esse momento se desenvolvesse da forma mais saudável possível.  

O segundo foco de trabalho aconteceria durante o nascimento e os primeiros dias de vida do recém-nascido. Nesse momento buscariam compreender as expressões naturais do bebê e remover qualquer obstáculo em seu caminho.  

O terceiro tratava-se da prevenção do encouraçamento durante os cinco ou seis primeiros anos da criança.  

A última ação era voltada para o registro do desenvolvimento dessas crianças até muito tempo depois da puberdade.  

A ideia não era tratar crianças doentes nem se dedicar ao aconselhamento sexual e matrimonial de casais, a não ser que tais medidas contribuíssem para a pesquisa do OIRC.  

Uma dessas colaborações importantíssimas dadas por Reich com o projeto Crianças do Futuro foi o aprofundamento no tema do contato orgonótico, o que, a nosso ver, significa um vínculo de extrema qualidade entre a criança e o seu cuidador. Para o orgonomista, o estabelecimento do contato seria a melhor coisa que poderia ser proporcionada para a criança e o destino dela dependeria disso. Se trataria do elemento mais essencial na interação entre a mãe e o bebê. Para preservar a saúde, seria imprescindível a presença desse tipo de vínculo. 

Desde que nasce, o bebê tem suas demandas. Como a fala só surge por volta do primeiro ou segundo ano de vida, é claro que antes disso não se pode compreender as necessidades infantis pelo meio verbal. Na visão reichiana, a única forma de entender a expressão da criança nesse estágio do desenvolvimento é a partir do estabelecimento do contato orgonótico. Para que isso seja possível, o adulto precisa estar disponível, sintonizado, implicado, envolvido, atento, ligado, conectado, entregue etc. 

 Mesmo depois que a fala se faz presente, ela nem sempre explicita o que realmente se quer. Para Reich, a expressão verbal tem suas limitações, muitas vezes não consegue expor as sutilezas do organismo. Em alguns momentos, até consegue ser fiel às sensações corporais, mas isso não acontece o tempo todo. Por isso, o estabelecimento de um vínculo de qualidade continuaria a ser de extrema importância, independente, da idade do sujeito. Estando em contato é possível reconhecer o que o indivíduo precisa e consequentemente lidar com essa demanda. 

Nos textos reichianos, fica claro que ele busca atender ao pedido da criança de forma criativa. É nítido que não há um modelo de como a educação deve ser. Cuidados mecânicos não servem. Sendo cada criança única, o importante seria descobrir na relação o que é bom e o que não é para cada indivíduo. Trata-se sempre de um vínculo sensível e profundo. 

Segundo Reich, o que acontece é que os educadores raramente conseguem compreender a demanda infantil. A criança, por sua vez, solicita o contato até esgotar-se e desistir. A consequência posterior é ficar paralisada, anestesiada e interiormente morta. Em sua compreensão, muitas das patologias adultas são oriundas de uma infância carente de contato orgonótico. 

O orgonomista deixa claro que não é preciso nem possível manter o vínculo de qualidade o tempo todo. Mas o mais importante era perceber quando se perde o contato para então tentar reestabelecer o vínculo perdido. 

Outra contribuição importante foi o conceito de primeiros socorros orgonômicos. Tais medidas estavam baseadas na ideia de que após uma vivência traumática, o corpo se contrai. Das primeiras vezes, cria-se um bloqueio ainda maleável. Isso significa que o mesmo pode ser dissolvido. 

Porém, não era o que vinha acontecendo de forma geral, pois os adultos não tinham conhecimento sequer da existência dessas limitações e menos ainda sabiam como excluir as mesmas. Por não serem desfeitos, esses bloqueios iniciais se transformariam em couraças crônicas irreversíveis. Em outras palavras, os pequenos bloqueios, que apareciam na estrutura humana desde os primeiros dias de vida, se cronificariam caso medidas adequadas não fossem adotadas.  

Essas mazelas, se não fossem desfeitas, acabariam sendo ciclicamente transmitidas a cada geração de modo automático. A única saída seria que os adultos aprendessem a remover os bloqueios assim que eles se fixassem.  

Para Reich, via de regra, quando o indivíduo se desenvolve numa condição saudável, ele não estabelece uma base adoecida onde as patologias futuras possam se fixar, por isso, é pouco provável que os sintomas neuróticos consigam se enraizar em sua estrutura. Em outras palavras, sem encouraçamento os sintomas biopáticos não se ancoram. Por outro lado, quando existe uma distorção na estrutura bioenergética, as patologias terão a base para fincar suas raízes e futuramente se tornarão traços de caráter biopáticos. O orgonomista compreende que as chamadas “doenças crônicas” nada mais são do que patologias apoiadas em bloqueios do funcionamento bioenergético criados durante a primeira infância. Segundo ele, as biopatias graves que surgem posteriormente têm suas raízes nos ignorados problemas ‘normais’ das crianças pequenas. 

De qualquer forma, a melhor maneira de tentar prevenir as patologias seria por meio de um desenvolvimento não estagnado da primeira infância. 

Para ele, saúde não seria sinônimo de ausência de doenças ou de nunca ficar infeliz ou de estar sempre saudável. A saúde estaria na flexibilidade, na possibilidade de sair desses estados, sem a pessoa ter que permanecer eternamente presa aos mesmos. Ele é bastante enfático ao afirmar que devemos deixar de lado os ideais de saúde absoluta.  

Meses antes de sua morte, no dia 08 de março de 1957, Reich redigiu seu testamento, o qual intitulou Last will and testament of Wilhelm Reich: Ele determinou que nada deveria ser alterado nos seus textos e que os mesmos tinham que ser guardados por cinquenta anos após sua morte, para garantir que não fossem deturpados. A justificativa dada por ele foi a seguinte: “Esses documentos são de crucial importância para o futuro das gerações dos que acabam de nascer” (Matthiesen, 2001). Além disso, deixou 80% da renda relativa a ele para o cuidado com bebês, crianças e adolescentes.

Viver o agora: branco?

A essência é a base da alma. Devido nosso contato com o mundo exterior desde o nascimento ou da gestação, a essência não se desenvolve plenamente e aos poucos é abafada. No processo espiritual todo o trabalho visa a prevalência da essência, caminho para o processo espiritual autêntico – vertical, não conceitual. Para realizar plenamente esse processo não pode existir pendência. 
Imaginemos uma prateleira com inúmeras gavetas. Em cada gaveta um problema, trauma, etc. Tudo que acontece de bom ou não, vai ficando em cada gaveta da prateleira (espaços conceituais na alma). A maioria das tensões são resolvidas com as experiências da vida, participação em grupo espiritual – essas gavetas ficam abertas irradiando luz-cor. 
O restante (passado ou atual) vai ficando nas gavetas fechadas, e em algum momento teremos que abri-las, uma oportunidade de compreender e aliviar a tensão. Só que não é fácil, por vezes pequenas pedrinhas nos atrapalham (nesse caso, indico a psicologia moderna-base reichiana). A cada gaveta aberta – e tensão eliminada – a essência vai tomando mais espaço na alma (espaço que foi tirado da essência em nossa criação e educação). 
Nessas gavetas estão acontecimentos do passado e o que se espera do futuro (amanhã faço isso, resolvo depois aquilo, desejo…). 


Quando nos dedicamos ao trabalho interior pensamos que o agora é só este momento, mas não – é a união de tudo, não pode haver pendência, não temos como separar tensões (ter gavetas fechadas), o agora engloba tudo, por isso, dizem que o passado, presente e futuro se alinham no agora. 
As gavetas fechadas são como as cores (pigmentos) – quando misturamos essas cores não temos na somatória a cor branca, mesmo tendo algumas gavetas abertas irradiando luz. 
Viver o momento presente, o agora, tem várias nuances. Não é possível viver o momento plenamente tendo gavetas fechadas. Normalmente, ignoramos as gavetas fechadas. Então vivenciamos momentos, sim, porém não alcançamos a cor branca, pois separamos as coisas não resolvidas.  
Somente quando tudo estiver desbloqueado, situações e problemas resolvidos – todas as gavetas abertas – vivenciaremos o agora plenamente.

Escolas democráticas: Sudbury Valley School

Preservar a luz interior, a essência das crianças deve ser a meta principal dos Pais e seus auxiliares: Escolas e Professores.

A criança deve fazer seus estudos da forma mais flexível que for possível. Não podemos tomar todo o tempo das crianças com conceitos, etc.

E temos que nos alegrar pelas várias inciativas nesse sentido. Wilhelm Reich sempre alertou sobre a importância de proteger essa essência, que ele referia como Cristo dentro da criança. Seu livro sobre isso foi queimado no estado de Maine (EUA) ????? e faleceu na cidade de Portland, Maine – misteriosamente na prisão. E também seus trabalhos sobre curas. Mas deixou um legado, que é a necessidade de atravessarmos as nervuras criadas em nosso ser desde a gestação para um caminho espiritual. E a Escola está inserida.

“Onde você trabalha?”

“Na Escola de Sudbury Valley.”

“O que você faz?”

“Nada.”

“Não fazer nada em Sudbury Valley requer muita energia e disciplina, além de muitos anos de experiência. Eu fico melhor nisso a cada ano, e me diverte ver como eu e outras pessoas lutamos com o conflito interno que surge em nós, inevitavelmente. O conflito é entre querer fazer coisas pelas pessoas, transmitir seu conhecimento e passar adiante sua sabedoria arduamente conquistada, e a compreensão de que as crianças devem aprender por conta própria e em seu próprio ritmo. O uso que fazem de nós é ditado pelos desejos deles, não pelos nossos. Temos que estar presentes quando solicitados, não quando decidimos que devemos estar.

Sudbury School moves to Mount Washington - Baltimore Sun

Ensinar, inspirar e dar conselhos são atividades naturais que os adultos de todas as culturas e lugares parecem praticar quando estão perto das crianças. Sem essas atividades, cada geração teria que inventar tudo de novo, da roda aos dez mandamentos, da metalurgia à agricultura. O homem passa conhecimento aos jovens de geração em geração, em casa, na comunidade, no local de trabalho – e, supostamente, na escola. Infelizmente, quanto mais as escolas de hoje se esforçam para orientar os alunos individualmente, mais elas prejudicam as crianças. Essa afirmação exige explicação, pois parece contradizer o que acabo de dizer, a saber, que os adultos sempre ajudam as crianças a aprender como entrar no mundo e a se tornar úteis nele. O que aprendi, muito lenta e dolorosamente ao longo dos anos, é que as crianças tomam decisões vitais por si mesmas de maneiras que nenhum adulto poderia ter previsto ou mesmo imaginado.