Camisetas MiamiLogoly série Climate Solutions – 1

Climate Solutions

Indigo, MiamiLogoly partner, believes in a natural climate solution, a global solution to the climate crisis. The planet is asking for help: climate change, food waste, polluted water, environmental devastation and war. Indigo believes that nuclear wars and testing are at the heart of climate problems. And always few decide a war, in the past the most powerful and who decided the war was the first to face the enemy. And in the drone bombs, who is the passenger?

https://teespring.com/pt-BR/climate-solutions-8871?pid=175&cid=4794

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Camisetas e produtos da MiamiLogoly

Serão vários modelos de camisetas. As próximas serão da turminha da Ecologia.

Onde comprar:

https://teespring.com/pt-BR/amigos-february-2020?pid=211MiamiLogoly

T-shirts and other products
There will be several models of T-shirts. The next ones will be from the Ecology group.
Where to buy:
https://teespring.com/pt-BR/amigos-february-2020?pid=211

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O QUE FAZER PARA SOBREVIVER A PARTIR DE 2021 – 7

Fabricação e importação de queijos plant-based, massas veganas e ponto de venda

O nível dos queijos fabricados na Califórnia, Vancouver e Europa (mais na França) atingiram um patamar impressionante. No Brasil, ainda estamos engatinhando nessa arte de fazer queijos veganos/ plant-based originariamente saborosos (sem adição de sabor idêntico aos queijos feitos com leite animal). Podem seguir as técnicas tradicionais de mestres queijeiros (base leite vegetal em nosso caso) ou terem tempero mesmo (tipo Miyoko’s da Califórnia – que são espetaculares). O ideal seria viajar para conhecer esses queijos e tentar importar e por que não fabricar aqui similares, em parceria ou não. É uma porta aberta e em breve teremos um salto quântico na qualidade de nossos queijos plant-based. Alguns poucos restaurantes do Brasil já fornecem uma tábua de queijos (pequena porção) saborosos feitos na própria casa. É um caminho para o sucesso. E mais, para provar tem que chamar algum especialista em queijos tradicionais, se fizer careta desista da ideia, caso contrário vai em frente.

Algumas marcas da Europa: Les nouveaux affineurs, Jay and Joy, Happy Cashew, Vegusto, Tomm’Pousse, Nature et Moi, e outros.

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O QUE FAZER PARA SOBREVIVER A PARTIR DE 2021 – 6

Loja de Produtos Plant-based e lanchonete

Com os últimos acontecimentos na China e outros que sempre ocorrem o futuro trará um público imenso para a alimentação Plant-based. Já existem várias propostas implementadas de Lojas e Lanchonetes da linha vegana. Falta, porém, uma proposta mais arrojada para futura franquia, para atender uma demanda que cresce em proporções geométricas.

Quando vamos num desses locais é tudo muito confuso e inúmeros produtos iguais e de marcas diferentes. Cabe um negócio novo onde as marcas sejam selecionas, as melhores entre todas e com o menor número de ingredientes em produtos prontos. Nada de açúcar (mesmo nos doces e cheesecakes plant-based). Nada de álcool. E uma lanchonete que apresente opções de comidas plant-based em bowl. E tudo orgânico – plant-based.

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O QUE FAZER PARA SOBREVIVER A PARTIR DE 2021 – 4

Cantina e Pizzaria Plant-based

Já temos várias Pizzarias exclusivamente veganas e outras comuns que tem opção vegana. O problema é termos na cabeça que Pizza tem que ter queijo e todas as opções utilizam queijos veganos. Abre-se caminho para um Pizzaria que não utilize qualquer queijo ou mesmo imitação de queijo, pode até oferecer 1 ou 2 opções com queijo vegano. A maior parte do Cardápio tem que ser Pizzas sem queijo algum, e é difícil? Não, e veja os exemplos: Pizza de Alcachofra (massa, molho de tomate fresco, pétalas de coração de alcachofra e cebola) – palmito, palmito e alcachofra, tomates, marguerita sem queijo, berinjela, abobrinha, alcachofra, cogumelos, ervilhas frescas e palmito, pétalas de rosas, alho poró, etc.

E completaria a Cantina com massas veganas (nhoque, ravioli, capeletti, lasanha, etc. com molhos especiais sem leite e queijo (mesmo vegano).

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O QUE FAZER PARA SOBREVIVER A PARTIR DE 2021 – 3

Eventos práticos na cozinha – Unidade móvel

Esta dica de atividade para a nova era é a mesma que anterior só que utiliza uma unidade móvel. Neste caso, você teria um ônibus com uma cozinha completa em metade do ônibus e na outra metade mesas e cadeiras. O Bus (ou Buses) poderia ser utilizado tanto para Coworking da alimentação (Cozinha compartilhada, cozinha de aluguel, etc.) ou Evento prático na cozinha. Como dissemos o Evento é a substituição das festas de aniversário, festas de família, encontro de empresários, encontro de amigos, encontro de amigos da escola, reuniões de diretoria de empresa – por uma atividade pratica. Pode-se até planejar viagens por várias cidades abrindo um calendário para reservas dentro da programação. O ônibus poderia ir para fabricas, clubes, residências, edifícios, parques, eventos no litoral (com autorização). O que podemos dizer é que aqui estamos dando ideias simples que devem ser desenvolvidas, fora o aluguel ou compra do ônibus – exige um poder aquisitivo maior. Empresas alimentícias poderiam fazer parceria para divulgação de seus produtos. Poderia participar de Feiras (divulgação de produtos alimentícios), etc. Escola poderiam locar para alguma atividade especial.

O QUE FAZER PARA SOBREVIVER A PARTIR DE 2021 – 2

Eventos práticos na cozinha

Em 2020 deve ser intensificada a mudança de comportamento dos jovens com grande tendência a alimentação Plant-based e tudo orgânico. O que já se vem notando é que muitos já se preocupam com a alimentação (um dos eixos importantes do tripé do equilíbrio como diz o homeopata deste que escreve: 1- nutrição (podemos incluir aqui também os exercícios); 2- utilização do intelecto no sentido de aprender línguas, uma profissão ou atividade, etc. e 3- O Espiritual. Outro ponto a considerar que todos estão cada vez mais cansados ainda das reuniões triviais, festinhas, etc.

Para completar tudo isso abre-se espaço para os Eventos práticos na cozinha. Seria um ou mais ambientes (prédio comercial ou casa/ salão comercial) com moderna cozinha aberta instalada com mesas, banquetas e sofás (não precisa ser de equipamento profissionais) e completa – menos automatizada possível, no caso por exemplo de fazer uma massa, não poderia ser dispensado o fazer na mão. Seguindo tendências alimentares modernas (claro que pode utilizar liquidificador em determinados casos, etc.). O importante é que os participantes/ convidados coloquem a mão na massa. Poderia ser tipo classe A, B ou C com diferenciação de preços da locação (a locação é por 1 dia ou período (tem que haver uma folga para a equipe da casa reposicionar tudo no lugar – alguns eventuais). E uma pequena sala de reuniões com mesa redonda para até 20 participantes (neste caso quando acontece também reunião). Poderá ser usada como Coworking.

A ideia é bem diferente do Coworking da alimentação, tipo Cozinha compartilhada, cozinha de aluguel, etc. Já temos várias dessas cozinhas. O Evento prático na cozinha é a substituição das festas de aniversário, festas de família, encontro de empresários, encontro de amigos, encontro de amigos da escola, , reuniões de diretoria de empresa – por uma atividade pratica Onde os assuntos ou a festa irão surgindo enquanto se coloca a mão na massa mesmo. Imagine um encontro da diretoria de uma empresa que precisa se integrar, uma unidade de trabalho. Passariam por essa prática fazendo os alimentos, preparando e depois serviriam, almoçariam por exemplo e depois a lavagem da louça. O mesmo no tocante a uma reunião familiar, ou ainda aniversário de crianças, vamos dar 3 exemplos:

  • board meeting – a ideia lançada seria fazer coxinhas. O local ofereceria todos os ingredientes e teria um orientador. A reunião ocorreria enquanto se prepara a massa os recheios, depois dar formato, fritas e comer. Após lavar a louça. Vejam que vivência rica. Após breve reunião na saleta própria.
  • reunião familiar – os familiares em qualquer comemoração estariam juntos, no caso uma almoço italiano – preparariam algumas massas recheadas, molhos, etc.
  • festa de aniversário – as crianças e os adultos juntos desenvolvendo os produtos (e os enfeites) montariam a festa, no caso um jantar – Iriam fazer o bolo, docinhos, salgadinhos desde a massa até assar. Que festa diferente hein. Tá na hora de sair do lugar comum.

O objetivo não é fazer um churrasco, por exemplo, e colocar no carvão. Não e não, é simplesmente o contrário.

O QUE FAZER PARA SOBREVIVER A PARTIR DE 2021 – 1

Novos desafios surgem, a partir do estágio de desenvolvimento atual, para se sobreviver nestes tempos acelerados e com falta de emprego. Mesmo serviços simples e repetitivos nosso amigo Watson (IBM) já dá conta e vem mais por aí. Até às redes sociais estão contaminadas com vírus da pior espécie.Por outro lado existem várias possibilidades para se sobreviver. Vou expor algumas ideias a partir deste post.

Produção de Microgreens – existe falta de produtores no Brasil e exige pouco espaço para sua produção. Na América do Norte e Europa já estão em alta faz tempo.

Microgreens são o novo superalimento e as pessoas estão tentando incorporar cada vez mais em suas dietas – também restuarante utilizam bastante os microgreens. Esses comestíveis benéficos podem ser cultivados no quintal da sua casa. Mas o que exatamente são microgreens?

Os microgreens são vegetais jovens, pequenos, de aproximadamente um a três centímetros de altura, com um sabor aromático que os chefs costumam usar para decorar e sobrepor os alimentos que servem em restaurantes e cafés. Diz-se que essas plantas jovens têm níveis concentrados de nutrientes que podem ir até 40 vezes mais alto do que o tamanho normal produzido. Os microgreens também estão se tornando amplamente populares entre pessoas preocupadas com a saúde por causa de seus alegados benefícios à saúde.

Quem pode iniciar uma fazenda de micro-verdes?

Linesh Pillai, com sede em Mumbai, que é o fundador da UGF Farms, afirma: “Uma fazenda Microgreen pode ser aberta por absolutamente qualquer pessoa”.

Para cultivar microgreens, a Urban Vertical Farming é empregada. A agricultura urbana vertical é um método, que a hidroponia também usa, para cultivar a planta verticalmente, uma sobre a outra em um espaço pequeno. A hidroponia ou a agricultura sem contato direto com o solo (em bandejas) usa uma solução de água rica em nutrientes para cultivar as plantas em vez do solo.

É muito fácil praticar agricultura vertical e cultivar microgreens. Existem vários manuais e tutoriais disponíveis online que você pode consultar.

Como não há solo, o peso na parede ou no telhado é reduzido significativamente, minimizando o risco de danos estruturais à sua casa.

Quanto investimento é necessário para iniciar uma fazenda de micro-verdes?

Pillai compartilha isso: “(Iniciando a agricultura em micro-verdes) É muito simples e cerca de 300 metros quadrados produz 400 kg por semana sem o uso de solo, fertilizantes ou pesticidas.” . ”

Quem são seus clientes em potencial?

Hotéis 5 estrelas, cafés, supermercados e também residências urbanas de classe média alta são seus clientes em potencial. Você pode administrar um negócio B2B (onde você fornece microgreens para hotéis e cafés) e também um negócio B2C (vendendo diretamente para clientes – você pode iniciar o negócio vendendo para seus vizinhos e pessoas em uma localidade específica e expandir posteriormente abrindo um fazer compras).

“Você também pode oferecer os microgreens em um formato interessante, por exemplo, mix de salada, paratha, bhel mix etc. para que os consumidores aceitem e se adaptem a ele”, sugere Pillai, para melhorar a venda e a tração em torno dos microgreens. Ele acrescenta que os vendedores também devem destacar os benefícios de saúde dos microgreens como o principal ponto de venda.

O início de uma fazenda de microgreen é simples (comece no quintal e expanda mais tarde). Também garante que você coma de forma saudável e o produto que você lança no mercado é orgânico e bom para seus clientes.

Tahira Noor Khan – Junior Features Writer da Entrepreneur-Índia

Goog Catch – vegan tuna

Determined to give the Quality Vegan Seal to Good Catch, a question arose about needing a substitute for tuna. Of course, the Ecological side speaks louder due to the rampant consumption and ever-rising demand and destructive fishing practices that are threatening the tuna and various other forms of life around them. In Japan they recently sold a tuna of 278 kilos for 2.7 million Euros (endangered species). Give the importance of vegan tuna to non-vegan and vegan people, of course. The mission of Good Catch is to preserve the natural resources of the ocean, reaching the rich flavors and textures of fine seafood, but made with sustainable and nutritious plant ingredients. This way, you get delicious meals that are good for you and the planet. In vegan tuna they use 6 legumes (peas, chickpeas, lentils, soybeans, fava beans and white beans) and addition of seaweed oil (rich in DHA, an essential fatty acid omega-3 and responsible for flavor). It deserves the 2 stamps from MIamiLogoly.

Decididos a dar o Selo Quality Vegan para a Good Catch surgiu um questionamento sobre precisarmos de um substituto do atum. Claro que sim, o lado Ecológico fala mais forte devido o consumo desenfreado e demanda em constante ascensão e com práticas destrutivas de pesca que estão ameaçando o atum e diversas outras formas de vidas ao seu redor. No Japão recentemente venderam um atum de 278 quilos por 2,7 milhões de Euros (espécie em extinção). Dai a importância do Atum vegano para pessoas não veganas e veganas, claro. A missão da Good Catch é preservar os recursos naturais do oceano, alcançando os ricos sabores e texturas de frutos do mar finos, porém, feitos com ingredientes sustentáveis e nutritivos de origem vegetal. Desta forma, você obtém deliciosas refeições que são boas para você e para o planeta. No atum vegano usam 6 leguminosas (ervilha, grão de bico, lentilha, soja, fava e feijão branco) e adição do óleo de algas marinhas (rico em DHA, um ácido graxo essencial ômega-3 e responsável pelo sabor). Merece os 2 selos da MIamiLogoly.
https://youtu.be/4nCIu93dKzk

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