Andando de ônibus novamente

Estive em São Paulo ontem, com o carro na revisão, e precisei me locomover de ônibus. Afinal, andar de Taxi custa caro e também é um transporte individualista. Andar de ônibus é bom, melhor que ficar dirigindo no trânsito e você tem uma visão privilegiada. Só observando e descobrindo coisas interessantes (dentro do carro a visão é mais curta), contato com todos os tipos de pessoas, perfeita integração. Aliás, São Paulo é uma cidade fantástica, onde convivem pessoas de todos os cantos do mundo. É a cidade mais receptiva que conheço. A gente se sente em casa desde o primeiro dia. O Rio de Janeiro também é muito bom, as pessoas nos recebem muito bem. No fundo são duas cidades que amamos, não tem como ser diferente.

Novamente verifico o erro de projeto que existe nos ônibus, variando sempre:

  • 34 sentados e 38 em pé;
  • 39 sentados e 32 em pé (milagre, peguei um ônibus que tinha mais bancos), etc.

Minha filha está estudando em São Paulo e disse-me que na linha Lauzane-Metrô Santana existem ônibus com entrada móvel para que pessoas em cadeira de rodas possam se locomover (A empresa Samambaia colocou vários ônibus novos nesta linha).

Ande de ônibus sempre que for possível. Os políticos que comandam a cidade deveriam andar de ônibus, acabar com esse negócio de carro à disposição com motorista. Andando de ônibus eles sentiriam o clamor e necessidades das pessoas que utilizam este tipo de transporte. São pessoas maravilhosas, como a gente.

Trem magnético é algo muito novo?

Na década de 50, o Estado de São Paulo (Brasil) tinha extensa malha ferroviária. Era possível se viajar pelo interior do estado com facilidade. O único problema, era a diferença entre as bitolas dos trilhos. Porém, se resolvia fazendo baldeação.

Você tem viajado muito de trem pelo Estado de São Paulo? É possível se viajar de Jundiaí até São Paulo de trem, em poucas horas, ou seja de 2 a 3 horas e faz uma baldeação. O jeito é sonhar. 

O trem-bala da França, o TGV (Trem de Alta Velocidade, na sigla em francês), bateu, nesta terça-feira (2006), o recorde mundial de velocidade sobre os trilhos, atingindo 574,8 km/h por hora.

Quando eu tinha 14 anos, e já faz tempo (por volta de 1964), imaginava um trem que flutuava sobre um tipo de canaleta e atingia velocidades altíssimas. E não é que hoje em dia existe esse tipo de trem.

O Japão anunciou que pretende instalar, até 2025, seu primeiro serviço de trens que viajam levitando sobre trilhos magnéticos.

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Os chamados maglevs, que hoje só operam comercialmente em um pequeno trecho na China, viajam a altíssimas velocidades, acima de 500 km/h.

Os trens eliminam o atrito com os trilhos, já que os vagões são dotados de magnetos, ou imãs, que fazem os carros flutuarem.

Em 2003, um maglev japonês atingiu 581 km/h.