Como acabar com a violência e drogas – ações positivas: Bandas marciais e Fanfarras para os jovens

Não sei se você gosta, mas eu adoro ver fanfarras de qualidade tocando e de preferência ao vivo. Se o maestro tem bom gosto vale a pena assistir aos desfiles de fanfarra.

Veja a importância das bandas e fanfarras num dos vídeos deste post feito pela TV Unesp, quais são os instrumentos, etc.

Os governantes não sabem o que criar para que os jovens tenham algo diferente para fazer. Governantes, gastem um dinheirinho em instrumentos musicais e voltem a criar bandas e fanfarras na Escolas municipais, estaduais, federais e por que não nas universidades.

Já pensou: Fanfarra da Unicamp (com 1000 estudantes), Banda do Colégio localizado próximo da favela X (com 10o0 jovens envolvidos). Eles aprenderiam a cuidar dos instrumentos, aprender as notas musicais, etc.

Vamos ver umas fanfarras:

 

 

 

E no Brasil – a importância das bandas e fanfarras principalmente para os jovens e afinal o que é uma banda ou fanfarra? Assista este vídeo da TV Unesp:

E não deixe de assistir o filme Drumline:

as cores e a beleza sempre nos presenteiam com uma nova perspectiva

Por mais difícil que seja a realidade, as cores e a beleza sempre nos presenteiam com uma nova perspectiva.
Nesse vídeo, Lila mostra que é possível sobreviver à realidade preenchendo as lacunas com a beleza das cores e a magia dos sonhos.

Projeto Âncora, um passo adiante, e de passo em passo…

A Cidade Âncora propõe o retorno à cidade autêntica, à reconciliação das pessoas com o espaço. Cidade na qual seja possível viver a fraternidade e a justiça.”

O Âncora é um projeto transformador que surge para tentar resolver um problema da sociedade, mas que não quer apenas resolver problemas pontuais e nem quer que a comunidade dependa dele para resolver seus problemas.

Surge com o nome de Cidade Âncora, conceito que ajuda a esclarecer um sentido mais profundo da filosofia e da identidade do Projeto Âncora. Como cidade o Âncora ganha a feição de uma experiência de vida comunitária, promovendo uma convivência ética entre seus membros, possibilitando uma experiência educativa de desenvolvimento da cidadania e infunde na “entidade” e no “projeto” um sentido comunitário mais profundo.

Reportagem de Alexandre Henderson que fez uma aula numa escola que não tem série, não tem sala de aula, não tem prova e todos os espaços dão uma oportunidade de aprendizado para os alunos. As aulas reúnem crianças de todas as idades que experimentam e compartilham o conhecimento. Vamos ver como eles aprendem Matemática?
http://g1.globo.com/como-sera/noticia/2017/07/hoje-e-dia-de-matematica-aprender-brincando.html