Em termos de automóveis na cidade de London, ON, CA

Como comentei em outro Post os taxis de London são carros novos mas que consomem combustível (e existe uma linha especial que até recebe o nome de limousine). E existem 3 ou 4 empresas de taxi aqui.

 

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Que estão sendo substituídos principalmente pelo Camry hibridos modelo antigo (mas já Civic e Sonata)

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e já tem vários Camry modelo novo (na minha opinião mais feios que o anterior) e híbridos:

 

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Ontem tinha este fusca fazendo barulho na rua principal da cidade:

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Veja outro antigo bem conservado (segundo dono):

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Eles gostam muito de Chrysler no Canadá e vejo muitos deste modelo:

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Outro carrinho esquisito que vejo de vez em quando é este Toyota:

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Ontem no estacionamento aqui do lado, tinham 2 Jeeps juntos:

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Canadense só compra o Tucson novo: (não vi o modelo antigo que está a venda e fabricado no Brasil)

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Já tenho várias fotos dos caminhões que rodam em London e na Rodovia Macdonnel ( não vi nenhum Mercedes e Scania ainda) e irão no próximo post.

 

Motoqueiros no Canadá

Tenho visto poucas motos em London, ON, CA.

Na principal estrada do estado de Ontário, região de Toronto enfrentei (o que é normal nesse ponto) um congestionamento pesado. Na pista da esquerda (ali são 3 pistas) tinha uma moto que o tempo todo se manteve na posição correta na pista. Não ultrapassou entre 2 carros. Veja, mais de 30 minutos andando e quando andava, no máximo uns 20 km/h.

E detalhe, nenhum carro utiliza acostamento por estar com mais pressa que os outros.

 

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O que roda em London, Ontário, Canadá

Em London e também circulando na Rodovia 401 (que liga Detroit-USA/Windsor-CA até Montreal) observamos carros de várias marcas pela ordem (são SUVs, esportivos e carros):

  • Mazda – a marca que mais vejo
  • Lincoln-Ford – na mesma quantidade ou mais
  • Toyota-Lexus
  • Ford
  • Chrysler, Nissan-Infinit
  • Mercury-Ford e Buick-GM
  • Cadillac-GM
  • GMC- mais que Chevrolet
  • Honda-Acura, Volkswagen e Hyundai
  • vejo mais Mustangs que Camaros
  • e também se vê muitos Mercedes

 

Interessante que os canadenses não dão tanta importância para o modelo e sim ter conforto para ir e vir. Não tem tanto carro novo rodando como no Brasil. Você encontra vários carros já fora de linha, mas bem conservados.

Ontem vi este:

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Na frente dele tinha um Lincoln- Ford

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Taxi – os taxistas ainda tem carros beberrões como Lincoln antigos, até chamando de limusines. Os taxistas reclamam muitos do gasto dos carros com combustível. Vemos uma renovação sendo iniciada principalmente com Camry híbridos da Toyota.

 

Primeira experiência com carro alugado no Canada

 

 

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Precisava ir de London, Canada para a cidade de Ottawa e decidi ir de carro. Como todos indicam (ainda tenho dúvidas se é a melhor opção) aluguei antes – pela Expedia e escolhi a Enterprise que consideram boa e de confiança para pagar em reais se valor dividido. Encontrei uma opção que estava num preço espetacular (metade do mercado na ocasião) – escolhi um Corolla ou similar – mas o pagamento somente poderia ser feito na retirada. Ao chegar para retirar o carro (como dizem nessa hora eles falam muito rápido para dificultar seu entendimento) me foi informado que não tinha seguro (não lembro se era com seguro pois tinha alugado um carro para outro período – e muito bem feito direto com a locadora e com seguro incluído -USA).  Seguinte, sai da locadora com um Fiesta (disseram que como não retirei no aeroporto como especificado na reserva (optei por agência a 2 quadras do Hotel) e tendo que pagar na entrega com seguro incluído + +  dando nos finalmente o dobro do valor. Mas me resignei e fechei acordo, afinal o Fiesta tinha teto solar, automático, 1.6 – OK,

 

 

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escape bonitinho com 2 ponteiras:

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A viagem foi de 650 km na ida e 650 km na volta. Utilizei a estrada mais movimentada da América do Norte, a Macdonald-401. A pior parte da estrada fica na região que atravessa Toronto – sempre para em alguns trechos, em chega a ter 18 pistas (dizem 24).

Não é que na volta justamente quando estava atravessando Toronto toca um sinal e olho no painel -putz – acendeu a luz do óleo. Como é recomendado encostei no acostamento, liguei pista alerta e tome movimento do lado – caminhões, carros a 100km/h neste local as 4 faixas da expressa ocupadas. Abro o capô rápido e vejo que nível está ok. Em menos de 5 minutos encosta um caminhão-guincho na frente do carro. Interessante que você não vê locais como no Brasil onde ficam carros da Polícia, guinchos, etc, Lá não tem posto rodoviário na pista. Mas eles aparecem muito rápido. Se você passar dos 120km/h em minutos a Polícia poderá estar atrás de você.

A verdade é que ninguém respeita a velocidade lá. É 100km/h, mas somente eu respeitei. É a mesma velocidade para carro e caminhão. Todos me passavam, no mínimo a 120km/h.

Voltamos ao guincho,

 

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Veja que tem uma ferramenta ao lado do indicador do óleo. Ele olhou o marcador ligado no painel, conferiu o nível do óleo novamente e disse, toca até o primeiro posto que encontrar e confirma o nível, deve estar faltando 1 litro. Ou, disse ainda, pode ser que o óleo esteja velho. Eu vi e o óleo estava no nível.

E falou toca em frente, não fique parado aqui. E foi embora.

Daí, minha esposa foi procurando no manual e leio: esta indicação significa que passou a hora de trocar o óleo. Carro com 30mil km.

Saio da estrada e paro num posto. Bem, problema. Não tem frentista (claro eu colocava o combustível e pagava no caixa (ele liberava antes) pois o cartão Visa Travel Money não funciona nas bombas pois não pede senha normalmente. O cara que fica cobrando lá dentro não mexe no carro. Você tem que fazer tudo. Se der sorte outro motorista te ajuda. O pior é que já estava ficando tarde, 7 da noite (ainda bem que só escurece depois das 21h). E foi o que aconteceu, uma moça teve o mesmo problema e precisou completar o nível. No meu caso não – ela falou vai em frente que não tem problema.

O que ajudou foi que como o carro tinha marcador de temperatura eu acompanhava que o motor não esquentava acima do normal. E voltei para estrada, claro, com a luz acesa. Pensei em ligar para a Enterprise, mas não sei se ajudariam. Pensei em procurar uma Loja, mas ainda não estou acostumado a dirigir em Toronto. Até ir no aeroporto que fica em Mississauga, mas seria que trocariam o carro? Iria escurecer e numa cidade com inúmeras avenidas que parecem a 23 de maio de São Paulo, com vários cruzamentos, etc. etc.

 

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Parei no primeiro posto que apareceu na estrada logo depois de Toronto ( o On rod). Neste posto (é um Graal, um pouco melhor) tinha um rapaz que foi olhar o carro, muito atencioso. Nível do óleo legal. Viu o manual e diagnosticou: pode ir (faltavam 160 quilometros mais ou menos). Devolve o carro amanhã e eles terão que passar no equipamento eletrônico para apagar a luz que está acesa.

Já tive um Fiesta e não gostei do banco e motor, era 1.0. Tenho um Fit automático no Brasil.

Dou azar com carro da Ford. Claro que não foi nada, mas acabou a viagem e o divertimento.

Já tenho um Chevrolet Impala reservado para a última semana de viagem. Dúvida cruel: vou precisar alugar outro carro dentro de alguns dias:

– alugo na Enterprise?

– pego um Toyota pequeno que tem bom preço? Não quero mais alugar carro da Ford.

Pelo menos cheguei no Hotel. Vou perder o período da manhã de amanhã pois quero entregar o carro correndo.

Interessante que não tem postos de pedágio na estrada. É tudo automático, ele registra pela chapa do carro. Vamos ver quanto ficou amanhã. E entregar o carro que está num estacionamento pertinho. Não tem como estacionar no centro da cidade de London – Ontário – CA, tudo parking com cobrança, tipo U$ 2,00 meia hora ou menos e U$ 5,00 das 6 am to 5 pm, e U$ 5 das 5 pm às 6 am.

 

 

Educação mesmo – 2

Educação mesmo?

O que podemos falar sobre educação? O Professor Pacheco pode, conforme consta de entrevista já antiga ao UOL em 2009. O que mudou até 2013?

Idealizador da Escola da Ponte, em Portugal, instituição que, em 1976, iniciou um projeto no qual os estudantes aprendem sem salas de aula, divisão de turmas ou disciplinas, o educador português José Pacheco afirma que as escolas tradicionais são um desperdício para os estudantes e os professores.

“O que fiz por mais de 30 anos foi uma escola onde não há aula, onde não há série, horário, diretor. E é a melhor escola nas provas nacionais e nos vestibulares”, diz. “Dar aula não serve para nada. É necessário um outro tipo de trabalho, que requer muito estudo, muito tempo e muita reflexão.”

Como pode, não é? Aceitar um escola onde não tem aula. Uma Escola onde o Professora Pacheco sempre recebeu os piores alunos da região de Lisboa, em Portugal. Sua escola sempre esteve de portas abertas a qualquer aluno, sem restrições. Afinal o que é restrição?

UOL Educação – Em suas andanças pelo país, qual o absurdo que mais chamou sua atenção?

Pacheco – O maior absurdo é que a educação do Brasil não precisa de recursos para melhorar. O Brasil tem tudo o que precisa, tem todos os recursos e os desperdiça.

Nã é interessante o que fala o Pacheco. Por sorte ele sempre está no Brasil falando com professores, auxiliando em projetos pelo bem dos jovens alunos brasileiros.

A educação tem que ter um primeiro pilar: Liberdade!

O desperdício maior tem a ver com o funcionamento das escolas. Os professores são pessoas sábias, honestas, inteligentes e que podem fazer de outro modo: não dando aula, porque dar aula não serve para nada. É necessário um outro tipo de trabalho, que requer muito estudo, muito tempo e muita reflexão.

UOL Educação – As famílias não estão acostumadas com escolas que não têm classe, professor ou disciplinas. Querem o conteúdo para o vestibular. Como se rompe com esse tipo de mentalidade?

Pacheco – Pode-se romper mostrando que é possível. Eu falo do que faço, e não de teorias. O que fiz por mais de 30 anos foi uma escola onde não há aula, onde não há série, horário, diretor. E é a melhor escola nas provas nacionais e nos vestibulares. Justamente por não ter aulas e nada disso.

A entrevista é antiga mas o trabalho a se fazer é necessário e bate a nossa porta.

E relembramos Cominius, o grande educador moderno, ainda a ser seguido:

…desejamos que seja descoberto um método pelo qual, assim como as coisas já estão colocadas em ordem por força da Luz, assim também as mentes possam sobordinar-se às coisas, por força da Ordem, para que, na medida em que todas as coisas estão entre si ordenadas e unidas pelas leis eternas da Verdade, nessa mesma medida possam os homens participar dessa luz, dessa ordem e dessa verdade das coisas, reconduzidos cada um deles, dentro de si, e todos, entre si, a uma harmonia semelhante, e isto realmente. (do livro de Wojciech: Comenius, a persistência na Utopia em educação.

A Liberdade dada às crianças e jovens em sua educação, sem serem formatados e reformatados pelo ensino arcaico e ainda existente, permitirá que com o tempo reconheçam a verdade que está em seu coração, a essência de seu ser.

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