Este blog foi criado para falar sobre veículos/ transportes e depois acabou diminuindo esta parte e colocando outras no lugar. De vez em quando falamos sobre veículos.
Por sinal, o preço dos carros está bem alto, sendo que os carros mais razoáveis para se comprar partem de 60mil reais. Um meio das fábricas sobreviverem é vendendo para locadoras ou empresas, o que também não está fácil. É o caso da Ford que vendeu muitos Fords KA para empresas e locadoras e depois acabou a partir de 2019 perdendo boa parte dessas vendas. Quanto ao EcoSport foi um acidente de percurso da Ford, pois a versão nova não agradou ninguém. Aluguei um certa vez e não gostei. Agora, o Ka é ótimo, com belos motores 3cil 1.0 e 1.5 e delicioso de dirigir.
Bem, vamos lá. Dirigi o Volks Virtus e Polo e não me senti confortável dirigindo. Porém, tem um carro da Volkswagen que dirigi recentemente e está ótimo: o T-Cross, cujo preço na versão Confortline está na casa dos 120 mil reais. Muita grana não é. O Fit da Honda que gosto já bate os 90 mil na versão EX. Quando for possível também irei mudar para o T-Cross pois é mais gostoso de dirigir que o Fit, por ser mais alto ajuda bastante.
Comprar está difícil e a opção que surge é da locação. E o T-Cross está alugando muito, com valores por volta de 2.200 na Confortline (bem completinho aro 17, disco nas 4, 6 airbags, ar-condicionado para os bancos traseiros, etc.) e preferencialmente na cor preta – que o deixa lindo.
O comércio dos carros está perdendo rapidamente o folego frente aos SUVs. Interessante a Toyota que lançou o mais bonito dos Corollas e já não vende os 5 ou 6000 carros mês que vendia. Corre para lançar nos próximos dias o Corolla Cross (não gostei do nome). Quem sou eu para falar alguma coisa, não é.
Uma surpresa agradável deve estar vindo por ai, é o SUV da Fiat que já utilizará a nova linha de motores e principalmente a presença do CVT da Aisin (do grupo Toyota). Várias marcas utilizam os câmbios da Aisin. O Renegade será beneficiado utilizando um dos novos motores em substituição ao atual 1.8.
Vai alugar? Alugue o T-Cross Confortline 3 cilindros 1.0 turbo. Precisa de carro grande? Alugue o Tiguan da Volkswagen (carro mais vendido da Volks no mundo todo).
Carro da Caoa Cherry? Sim, os que já estão com câmbio CVT são uma boa pedida, pois estão bonitos.
O melhor , se puder, é alugar. Não se sabe o que ocorrerá com os fabricantes de veículos, pois devem em futuro próximo centrar fogo somente nos carros com valores acima de 120mil reais.
O Mosaico Digital é a plataforma digital da Lumiar, uma peça importante da nossa metodologia, pois é ela que permite a gestão da aprendizagem dentro dos moldes Lumiar, além de oferecer um método revolucionário de mapeamento e avaliação de competências e conhecimentos.
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Reportagem publicada no início de 2020. Muito boa notícia para este ano de 2021.
janeiro de 2020
O escritório de arquitetura dinamarquês-americano Bjarke Ingels Group (BIG) vai inaugurar seu novo empreendimento em Jijoca de Jericoacoara, um dos principais cartões-postais do Ceará. O grupo também deve implantar na região um projeto de cidade sustentável, pautado para influenciar gerações futuras por meio de ações voltadas ao meio ambiente. Com investimento entre 200 milhões e 500 milhões de euros, o projeto deve começar a ser construído em até 18 meses.
De acordo com o secretário de Turismo do Ceará, Arialdo Pinho, o modelo começou como um resort e, após processo de pesquisa, o grupo transformou a ideia em uma cidade inteligente e sustentável. “O projeto tem sido trabalho há quase um ano. O escritório iniciou uma pesquisa cultural no Ceará, e escolheu a região de Jeri para a implantação, que deve ser na área do Preá ou Lagoinha”, explica.
.Org Bistrô fica na concorrida Rua Olegário Maciel no ponto certo da Barra, no Rio de Janeiro. É o melhor vegetariano/ vegano (praticamente vegano) do Brasil. Indiscutível. A Chef e proprietária é a Tati Lund. Como você lê no site do restaurante: “O .Org é muito mais que um restaurante. É uma filosofia de vida! Aqui buscamos levar qualidade de vida e mostrar novos caminhos. Vamos muito além de servir um prato. Trabalhamos apenas com ingredientes integrais, locais, sazonais, frescos, orgânicos e não processados. Não utilizamos produtos industrializados ou com aditivos químicos. Entendemos a origem. Tudo é artesanal, feito com muito amor e cuidado nos mínimos detalhes. Queremos que você saia daqui se sentindo leve e feliz! Como já estamos podendo dar uma viajada com todos os cuidados necessários, programe a primeira viagem de carro para a Barra da Tijuca, no Rio, especialmente para tomar refeições no .Org. Bistrô.
Queijos veganos estão começando a ter a qualidade que sempre esperamos, queijos plant-based feitos com carinho e seguindo técnicas tradicionais de produção. Mas vejam, não são todos os queijos do mercado brasileiro, somente alguns se destacam. Tem muito queijo que não merece ser comprado, são simplesmente horríveis, mesmo alguns importados. Escolha bem, siga as dicas da MiamiLogoly (https://www.instagram.com/miamilogoly/?hl=pt-br).
Modernos movimentos espirituais utilizam trabalhos em grupos. Interessante, não é? São muito importantes no tocante ao autoconhecimento e abertura de espaço, em cada participante, para que se desenvolva espiritualmente. Algo como, 1 em todos e todos em 1. Os trabalhos em grupo do movimento Diamond Approach têm abertura para participação em grupos já formados, a cargo do mentor do mesmo. Lembro ainda da Távola Redonda e suas reuniões. Assim, também temos a Santa Ceia.
Wilfred Bion, durante a guerra, trabalhou com grupos e já falava da geração de um filho no grupo (lembrando a figura de Galaad) dentro das limitações da época e guerra.
Do trabalho de Edilene de Lima em sua tese pinçamos: A Noção de Cura em Bion: “O “bom espírito do grupo” está relacionado às seguintes condições: ter um objetivo comum ou propósito compartilhado; reconhecer os limites do grupo e sua relação com grupos maiores; ter certa flexibilidade para absorver novos membros e perder outros, sem perder a identidade grupal; garantir a liberdade para surgir subgrupos, e encará-los como importantes para o grupo principal; liberdade de movimento para cada membro individualmente e reconhecimento de suas contribuições; o grupo deve desenvolver capacidades para enfrentar e lidar com os descontentamentos internos; o grupo deve ter no mínimo três pessoas, como garantia de estabelecer relações interpessoais”.
No Círculo criado por Merlin todos seriam iguais, não brigando por status ou posição, não tinha a cabeceira na mesa e para sentar-se nela tinha que ser um nobre, código de honra e serviço prestado. E numa reunião Merlin disse-lhes: “de agora em diante vocês devem se amar e se abraçar como irmãos, nascerá em seus corações uma grande alegria e amizade e deixarão tudo para trás para ficarem juntos e passarem a juventude juntos”
A Távola Redonda utilizava o círculo com símbolo da perfeição, e cuja disposição dos participantes ao seu redor geraria uma harmonia – união e unidade entre os 12. Também tem relação com o movimento celeste e zodiacal onde os participantes poderiam ter correspondência. Um assento vago no centro do Templo de Luz formado corresponde a Cristo, o local onde o cavaleiro mais virtuoso poderia sentar-se – pureza e paz de espírito – Galaad. Levando isso em conta, apenas o cavaleiro mais puro conseguiria efetivamente encontrar o Graal. Esse cavaleiro é o “melhor cavaleiro do mundo”: Galaad.
É considerado pelos narradores que o Rei Arthur seria o Mentor do grupo por ser um Rei que conseguia unificar todo um reino. Porém, o Rei Arthur mesmo não é o fim do processo – somente um cavaleiro puro e livre poderá encontrar o Graal. Por isso, Galaad é o eleito. Praticamente todos os cavaleiros da Távola Redonda eram nobres: tinham boas qualidades pessoais ou altos princípios e ideais morais. Um nobre digno, louvável, generoso, que merece atenção pelo seu valor.
Para os celtas, o círculo possui características mágicas e celestes, estando presentes em vários de seus símbolos.
Para o trabalho com grupos é preciso ter um mapa e uma bússola, para haver condição (e ainda não a garantia) de saber onde se quer chegar e de como fazer para isso.
Sobre a efetiva participação (real presença) de todos do grupo no ensino do Diamond Approach fazem estas perguntas: “Diga-mealgo que impede você de estar aqui e agora?” “Diga-me algo que você está experimentando agora?”
Jean-Paul Sartre apresentou uma teoria acerca de grupos. No grupo sartreano, as liberdades se associam, agregam esforços e lutam juntas para transformar uma situação, com vistas a um fim comum. Suas condições preliminares são: estar em um campo comum, ter a urgência de um fim comum, a crença de que a solução está no grupal e contar com o ímpeto de todos. Para Sartre, os próprios membros do grupo criam o grupo que é uma união de interioridades, cada membro unifica os demais, o papel de terceiro unificador circula entre os membros do grupo (isso lembra Wilfred Bion). É possível unificar os outros em um todo objetivo. Já não existem ―outros, mas vários ―eu mesmo (1 em 12, 12 em 1= 13): Sartre defende que o todo se encontra em cada parte que interioriza esse todo. Um grupo trabalhando num tópico específico é um sistema que age como um todo, e o que afeta uma parte afeta o todo.
A presença ativa na reunião propicia que o membro do grupo entre em contato com ele mesmo no momento presente (aqui e agora), tornando-se mais consciente de suas sensações e sentimentos, observador de si mesmo. Sua experiência interior aflora através de sua fala e até expressão corporal. A confidencialidade do que é tratado no grupo é questão básica, para facilitar possível exposição de sua intimidade, uma pedra que precisa ser dissolvida no grupo.
Vivenciando o momento como a única opção, aprofunda-se na experiência mais rica do que acreditamos ser esse mergulho interior. É justamente a vivência do presente e a comunicação da experiência presente aos amigos do grupo que purifica o ser e o grupo.
[…] Contra a noite, depois de muita preparação e vivência, quando se assentaram à mesa ouviram um trovão tão grande e espantoso. E logo depois do trovão, entrou uma tão grande claridade, que tornou o espaço dois tantos mais claro que era antes – estavam sentados, e logo todos foram repletos da graça do Espírito Santo e começaram a olhar uns aos outros, e viram-se muito mais formosos, muito mais do que costumavam ser, e maravilharam-se muito com essa vivência e não houve quem pudesse falar por muito grande tempo, estavam calados e olhavam-se uns aos outros.
Tudo conceituamos, a tudo nos prendemos e não percebemos que são simples conceitos. Damos vida aos conceitos. Conceitos nos arrastam, nos prendem em suas teias. Temos que perceber, sentir, compreender e conviver sem ligação fixa e rígida com conceitos. Tudo é conceito, a pedra, o vegetal, o homem, o rico, o pobre, o faminto e tudo que nos cerca em nossa visão tridimensional. E tudo queremos abandonar, se distanciar. Mas como, se tudo é criação nossa. Tudo que percebo, meus amigos, inimigos, o triste e o alegre, tudo é minha criação. Assusta e não assusta. Tudo fica diferente, vive, a partir da visão que engloba as 4 dimensões (não existe separação, se interpenetram). A partir do momento que você tira sua roupagem e fica nú e não joga a roupa fora – uma claridade indescritível te penetra e você sente a beleza em tudo. Aquele que você vê e te causa asco, uau, te pertence, faz parte do seu mundo finito e infinito, pois ele é a vida, vive. Qualquer coisa, seja pessoa ou não, está no seu caminho apesar das aparências. E não percebemos a grandiosidade que está nele. Vida é Luz, Luz é vida. Conceitos são conceitos, simples conceitos. Formados na sua mente. Sim Conceptus. Não Conceptus. Conceptus – folhas que devem ser observadas e não tem como descartar.
Conceptus – coisa concebida – formada na mente. Um conceito pode ser traduzido como a concepção ou a caracterização de algo. De maneira mais profunda, podemos dizer que o conceito corresponde à formulação de ideias por meio de palavras ou, então, de recursos visuais. Tendo surgido a partir do termo em latim conceptus, que significa “coisa concebida” ou “formada na mente”, o conceito pode ser expresso como uma ideia sobre algo ou alguma coisa. O conceito é, então, aquilo que é concebido em pensamento sobre algo ou alguém. É a maneira como pensamos sobre algum assunto, elemento, objeto ou pessoa.
“O homem conhece três dimensões: a altura, o comprimento e a largura, pelas quais ele percebe um espaço vital. A humanidade se sente apertada, sufocada nestas três dimensões e a ciência de forma tridimensional procura alargar, aumentar esse espaço.Está claro que as dificuldades atuais desapareceriam num instante se a ciência pudesse reconhecer a quarta dimensão. A quarta dimensão existe! É a dimensão onde o tempo, distância, passado, presente, futuro, agora e depois estão abolidos. Se a humanidade possuísse essa quarta dimensão, não seria necessário tentar alcançar Marte, Vênus, ou Mercúrio por exemplo. Pois pensar na lua segundo a quarta dimensão, significaria estar nela. Enfim, possuir a quarta dimensão, é possuir o poder da onipresença.”
Catharose de Petri – “O Verbo Vivente” – Editora Pentagrama
No post anterior AHA aborda sobre a Ressurreição, do capítulo “Falha básica e a Ressureição” – livro 5.
Quem falou exaustivamente sobre “Falha Básica” foi o conhecido Wilfred Ruprecht Bion, um psicanalista britânico, pioneiro em dinâmica de grupo. Para quem quer observar mais é só verificar nos trabalhos do Wilfred, onde fala bastante da ligação da criança com o seio materno, mais ou menos uma fuga do real quando ele bate na porta.
Mas vamos ao texto do AHA:
“Os vários ensinamentos espirituais abordam, a seu modo, sobre nossa separação fundamental da realidade. A compreensão dessa separação se conecta a um conceito de desconexão dolorosa da psicologia universal na alma infantil, que o teórico Wilfred R. Bion chamou de Falha Básica. Hoje, vamos usar a frase “Falha Básica” para falar da separação fundamental de cada pessoa do Ser, reconhecendo como isso se relaciona com o conceito psicológico. A verdadeira transformação acontece apenas através da percepção e compreensão desta Falha Básica…
A Falha Básica é pensar que a realidade é uma coleção de seios e bocas abertas procurando um pelo outro. A Falha Básica assume que a relação do objeto central é a verdade, é como as coisas realmente funcionam. Então, quando a realidade começa a se afirmar, quando você começa a crescer, a perspectiva é desafiada…
A resolução da Falha Básica, que é ver o mundo físico como a realidade, não é a eliminação deste mundo. O mundo se torna mais aberto e real. Não eliminamos as três dimensões; simplesmente temos a participação da quarta dimensão. Quando sua perspectiva muda, não é a perspectiva da terceira dimensão perdida. Se você disser: “Eu movo minha mão”, da perspectiva da quarta dimensão, você dirá: “O universo move esta mão”. Você vê que sua mão não pertence a você. A mão do universo se move. A forma do movimento não parece diferente, mas sua percepção dele é diferente. Isso é o despertar da vida.
Então, quando você diz: “O que é um ser humano?” é a mesma coisa que dizer: “O que é amor? O que é uma casa?” Você poderia falar sobre isso. Tudo isso existe. Não estou negando a existência de nenhuma dessas coisas. Estou dizendo que não há separação entre eles. Isso não significa que não haja casas. Existem casas, mas não existem casas. Existem seres humanos, mas não existem seres humanos. Eles existem, mas não da maneira que você pensa.
A resolução do dilema, como viver neste mundo de objetos e ver a realidade objetiva, estou chamando de ressurreição. A ressurreição significa ver o mundo dos objetos de uma nova perspectiva, como infundido e unido com e pela quarta dimensão. A verdade incorpora o mundo. Então, em vez de um mundo construído de objetos discretos que são inertes, o mundo se torna um mundo vivo de harmonia e unidade. As coisas são diferenciadas, mas não são separadas. Funcionar, fazer e viver a vida, então, não é algo incomum voar aqui ou ali, materializando-se ou desmaterializando-se. Você vive uma vida normal, mas é uma vida de verdade, de harmonia, de realização, uma vida que não tem obstáculos.