Polícia alemã voando baixo:
Autor: drTanajura
Timbales

No Brasil – 2016: Caminhões Foton e 2017: SUV Borgward
Uma história fascinante quando pensamos no retorno da Borgward (com ajuda da Foton) que fabricou mais de um milhão de veículos entre 1924 e 1961, em seu auge mais de 23.000 pessoas foram empregadas.
Fechou suas portas em 1961 e agora, depois de mais de meio século, aquela foi uma das marcas mais respeitadas na indústria automobilística alemã retorna ao mercado.
Borgward 1949


A Isabella:

Como nenhum outro modelo a Isabella foi um grande sucesso da Borgward, sempre na vanguarda de sua época. Com uma potência de 60 hp, a Isabella em 1954, era na época 50 por cento mais potente que os seus concorrentes diretos. Sua irmã mais esportiva, a Isabella TS de 1955, tinha 75 cavalos de potência, performance e durabilidade do robusto motor de 1.5 litros. Mas já nos 50 anos, Carl FW Borgward era animado com as possibilidades da injeção direta de gasolina. Poderia ser drasticamente reduzido, por esta tecnologia, o consumo de combustível, especialmente nos motores de dois tempos. Como o primeiro carro de produção com injeção direta de gasolina o Golias GP 700E consumia 30 % a menos combustível do que o seu irmão com um carburador convencional.

Em 1955 os Estados Unidos tornaram-se o principal mercado de exportação para o grupo e em 1959 foi responsável por receber 35,6 % da produção de carros do grupo. O modelo de sucesso Isabella era particularmente popular no mercado internacional sendo por um período o mais exportado da produção alemã.
E inacreditavelmente a Borgward através de Christian Borgward, neto do fundador da empresa Carl FW Borgward, e Karlheinz L. Knoss idealizaram com auxilio de uma equipe internacional de especialistas em automóveis, por mais de dez anos, sobre a sua visão de um Borgward para o século 21.
O objectivo foi atingido. Em 2015 a Borgward é apresentada como uma marca pela primeira vez desde 1960, e justamente no Geneva Motor Show. Os veículos da Borgward eram considerados no passado como inovadores, dinâmicos e de alta qualidade. Estes são precisamente os valores que devem caracterizar um Borgward hoje e no futuro – também em um ambiente automotivo que mudou dramaticamente. Borgward está de volta!
E não foi fácil pois o valor de um investimento dessa monta não é fácil não. Mas, quando a pessoa persiste numa boa ideia acaba acontecendo.
E a Borgward renasce das cinzas, mas não na Alemanha, e sim na China. Borgward se alinhou a um parceiro forte da China, a Foton Motor Company – simplesmente o maior fabricante de caminhões da China.
E dessa forte parceria o Borgward terá seus primeiros carros a venda no mercado Chinês.
E a Foton, além dos caminhões? Ela trabalha no mercado da Amércia do Norte com 2 veiculos mais leves interessante e ao gosto dos americanos e canadenses. Uma camionete e o SUV Foton.

A Foton é parceira da American Cummins, líder mundial em motores diesel – a fabricante de motores independente do mundo. Foton e Cummins uma parceria que trouxe muita inovação técnica e experiência, resultando no motor ISF2.8T que também é utilizado na (estilo americano) SAUVANA SUV.

FOTON NO BRASIL
Empresa independente e de capital 100% nacional, a Foton Caminhões iniciou suas atividades no Brasil em 2010 e é responsável pela importação e distribuição, dos caminhões da chinesa Beiqi Foton Motor Co. Ltd. – maior montadora de caminhões da China, e em volume, a maior do mundo. É de sua responsabilidade também o fornecimento de autopeças e todos os serviços de pós-venda (incluindo as revisões e manutenções oferecidas durante e fora do processo de garantia dos produtos).
Os modelos Foton 3.5-11DT, 3.5 – 11ST (3.5 ton. PBT com potência de 110) e o modelo 10-16 (10 ton. PBT e potência de 160 cv) foram desenvolvidos na China atendendo as exigências e aplicações do mercado brasileiro e já chegam ao País sendo referência de qualidade, robustez, modernidade, segurança, conforto e economia de combustível, além de contarem com itens que compõem um pacote completo de equipamentos de série que na concorrência são opcionais. A sede administrativa e estoque logístico da Foton Caminhões estão localizados em Várzea Paulista, São Paulo. Em abril de 2014 a empresa iniciou as obras da sua fábrica no Brasil, na cidade de Guaíba, no Estado do Rio Grande do Sul, com um plano de investimentos de R$ 250 milhões e capacidade de produção de 20 mil caminhões por ano, que alcançará num período de 10 anos. A previsão é que o primeiro caminhão Foton brasileiro deixe a linha de montagem em 2016. Neste período, a Foton Caminhões continuará o processo de expansão de sua rede de concessionárias que já conta com mais de 20 revendas, e até o final de 2016, a previsão é ter 90 concessionários operando em todo território nacional.
E a Borgward lança seu primeiro veículo do século 21 num conceito SUV: o veículo utilitário esportivo BX7. Que foi exibido, por exemplo, na Frankfurt Motor Show de 2015. O BX7 não vai necessariamente abrir novos caminhos tecnológicos, disse Karlheinz Knoss, o vice-presidente do conselho de supervisão do Grupo Borgward, mas a empresa quer se destacar em um campo lotado de concorrentes com um design “asa line” para evocar voo e “interior veículo premium de classe superior.” com tela de 12 polegadas no painel.
A empresa espera começar a produção em meados do próximo ano e fazer dois modelos por ano, depois disso. E ao invés de chegar na ponta dos pés para o mercado, a empresa programou uma meta de vendas de 500.000 veículos por ano “a médio prazo” – um objectivo ousado, na verdade.
“Vamos chegar a esse número de vendas, definitivamente”, disse Knoss “, e depois de dois anos de lançado efetivamente no mercado, vamos entrar no mercado alemão-europeu.”

O BX7 vai ser lançado no mercado chinês no primeiro semestre de 2016, em seguida pela Índia e depois no Brasil em 2017. Na Europa em 2018.
Inicialmente o BX7 estará disponível com com motor turbo 2.0 motor a gasolina de quatro cilindros e com 224 hp (depois virá um 3.0 V6). E depois um elétrico. A transmissão é uma DCT (dupla embreagem) de oito velocidades, com o envio de energia para todas as quatro rodas – sistema de tração nas quatro rodas AWD.
Toyota Mirai
Demorei um pouco para falar sobre o Mirai. A grande discussão do momento é a dúvida: o Mirai ou o Tesla? Hidrogênio ou baterias? Um você tem que carregar em locais pré-estabelecidos e o outro pode ser em casa? Um sempre dependerá do hidrogênio que com o tempo vai ser fácil de encontrar e por meios renováveis e o outro com energia solar em sua própria casa.
TERRA – SOL – LUA
In your eyes
No Netflix você poderá assistir esse filme em português. Pense sobre o que ocorre, a força que está dentro dos personagens, como ficam felizes ao ouvir uma voz dentro deles. Preste atenção e curta. Esqueça o que falam sobre o filme e assista.
Andando de bus por ai…
Desde ontem estou usando ônibus para me deslocar. Começou em Campinas indo para Rodoviária. Você passa por momentos de apreensão em pontos que não sejam no centro da cidade de Campinas, sozinho esperando pelo bus e contando com a sorte para não ser assaltado. Mas passa o ônibus e a primeira etapa superada. Socorro, os motoristas dos ônibus de Campinas andam no limite das velocidades estabelecidas ou mais. Não param quando tem defeito nas ruas e o Bus pula como cabrito e aquela barulheira. Sinal vermelho – se der passa, só respeitando quando tem muito movimento no cruzamento. E pego o Cometa GVT executivo para o Rio de Janeiro numa boa, com 8 horas de viagem.
No Rio olímpico os VLT já estão no trilho perto da Rodoviária e obra acelerada.
Pego ônibus no terminal da rodoviária Novo Rio que vai para o Leblon e pelo amor de Deus, velho, sujo e sem ar condicionando. Para o bairro de metro quadrado mais caro da cidade. Descendo na Central do Brasil pego o trem chinês para o Méier. Bom transporte.
Mais o Rio olímpico não merece uma estação tão feia e muito menos a população. Estação Méier da Central do Brasil:
Do Méier/ Cachambi volto de Bus direto para Rodoviária passando pelo bairro do Mato alguma coisa e Tijuca. Fervendo no ônibus sem ar condicionado. Embarco num Cometa comum para Campinas, acabamos de sair da Rodoviária Novo Rio – novo???? A poltrona do ônibus é muito mais confortável que as poltronas de alguns Airbus antigos da TAM (40 minutos – 8 horas) e daqui a pouco pararemos em Resende para um lanchinho.
TERRA
Adele Bloch-Bauer I – KLIMT
O quadro em óleo sobre tela com detalhes em ouro laminado puro (lâminas de ouro – folhas super finas) feito por Klimt a pedido de Adele é um dos mais valiosos do mercado da arte. Indo para New York você poderá ver sua edição original que foi concluída em 1907 na Áustria. Mais um motivo para ir a New York.


E você poderia perguntar o motivo de um quadro pintado na Áustria ser item permanente numa galeria em New York. Seria somente o preço pago no valor de 135 milhões de dólares. E mais, a vendedora ficou milionária?

A Neue Galerie de New York :

O edifício que abriga Neue Galerie New York está localizado no número 1048 Fifth Avenue x 86th Street, em uma área conhecida como Museum Mile. O edifício foi concluído em 1914 por Carrère e Hastings, arquitetos da New York Public Library. É considerado um dos edifícios mais distintos já erguidos na Quinta Avenida. O edifício foi comprado por Ronald S. Lauder e Serge Sabarsky em 1994. O prédio foi restaurado para receber a Neue Galerie New York , voltando ao estado original.

Disse Renée Price, diretor de Neue Galerie New York: “Esta pintura é tão importante para a Neue Galerie como a Mona Lisa é para o Louvre. Sou grato a Maria Altmann e os herdeiros de Bloch-Bauer, e ao nosso presidente, Ronald Lauder, por trazer esta pintura à Neue Galerie”.
Em Adele Block-Bauer I, uma das maiores obras de Klimt, o ouro é usado em uma variedade de contextos, do fundo brilhante para o tecido do vestido de Adele. O tema parece tornar-se um com seu entorno brilhantes, mas uma figura distinta emerge da profusão de motivos decorativos. Adele aparece como uma mulher complexa moderna, sua inteligência tão evidente quanto sua sensualidade. Suas mãos são dobradas de forma a ocultar um dedo deformado, mas o gesto só contribui para sua misteriosa graça.
Para saber os detalhes da aquisição do quadro pela Neue, e como o quadro veio da Áustria para os Estados Unidos (Los Angeles) antes de ser comprado pela Neue, não deixe de assistir ao filme A dama dourada – Woman in Gold pelo Netflix:

Piaggio e a qualidade de vida: o transporte individual moderno
A Piaggio coloca nas ruas em 2016 sua mais nova criação: Wi-bike. É uma bicicleta urbana com motor elétrico que alcança os 25 km (ótima para andar em São Paulo). A mais completa vem com conexão para seu smartphone – Bluetooth. Freio a disco como na maioria das bicicletas.
Interessante que na Alemanha a venda de bicicleta bate 400 mil unidades por ano, na Holanda mais de 150 mil.

Com rodas altas as vespas (?) ou lambretas (?), novidade:
ou esta opção muito usada nas grandes cidades da Europa:






