A essencia como o verdadeiro ser

Observar a natureza, aquela flor nos seus detalhes, faz bem para nós. Interessante vermos que aquela flor tão bonita nasceu, cresceu e quantas vezes deixamos de reparar nela, aproveitar um momento intenso de percepção da beleza.

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E ligar com a beleza interior de nosso ser mais profundo e verdadeiro, nossa essência. Não perder esses momentos de contemplação, em que o silêncio verdadeiro toma conta de nós.

Tempo de lembrar da essência de nosso ser, como sempre o faz A H Almaas:

” A essência em nós é a própria vida. A essência é a vida compactada, condensada, concentrada e completamente pura… A essência não está viva, ela é a vida – não está consciente, é a consciência – não tem qualidade de existência, é a existência – ela não ama, ela é o amor – não está alegre, é a alegria – não é verdadeira, é a verdade… Essa maravilha não existe somente para histórias ou poesia. Não é apenas um sonho. Não existe para nos passar lampejos da sua magnificência, ou rapidamente nos fazer sentir seu significado. É verdadeiramente a nossa essência humana. É o que somos: nosso ser… Devemos ser está essência, existir e viver como ela. É a nossa essência que pode e deveria ser inseparável de nós. O trabalho objetiva a erradicação da nossa separação da essência. Ser livre é simplesmente ser. E ser é simplesmente viver como essência.


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O melhor Laptop do mundo, sonho para brasileiros

A Microsoft lançou alguns meses atrás a nova linha Surface, e seu primeiro Laptop. Como já falamos anteriormente o Surface é uma criação muito interessante da Microsoft e no início foi preciso muita propaganda e promoções para vendê-los nos EUA e Canadá, principalmente. Com o passar do tempo a Microsoft, que é uma potencia, acreditou no seu produto e foi melhorando aos poucos. Já tivemos 2 Surfaces em casa (foram roubados), comprados em Loja da Microsoft nos EUA.

Considero os novos Surfaces um sonho muito distante, porém, nada é impossível neste mundo. Não sei se nós brasileiros compraríamos se fossem produzidos aqui e sabemos que alta tecnologia custa caro. Se você puder um dia comprar o novo Surface Book (prefiro este aos Surfaces comuns ainda à venda com seus teclados coloridos).

Marque: SURFACE BOOK da Microsoft.

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E se possível compre o mais potente, o Top (a diferença entre eles é a memória e processador). Indico o que custa U$ 3.200. Se estiver no exterior e com saldo na conta traga o seu e faça seguro chegando no Brasil (se roubarem terá que viajar de novo para comprar outro, que chato, não é?)

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Configuração da fera:

Laptop Microsoft Surface Book

Processador: 6ª geração do Intel Core i7;
Memória: 16GB RAM;
Software: última versão do Windows 10;
Câmera: traseira de 8.0 megapixels com foco automático, gravação de vídeo HD 1080p;
Microfone: duplo, frente e trás;
Som: de frente com alto-falantes estéreo, com áudio Dolby;
Peso:  1576 gramas
Memória secundária: solid state drive (SSD) com 1TB;
Tela: 13.5” PixelSense, resolução: 3000 x 2000 (267 PPI), Touch: 10 point multi-touch;
Bateria: até 12 horas assistindo vídeo;
Entradas: 2 USBs 3.0, leitor de cartão full-size SD, fone de ouvido;
Caneta: Surface Pen

Como o Surface Book é feito para ser tão leve? Seu corpo é produzido com uma liga de magnésio, que é mais leve  que o alumínio.
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E a caneta?

Orgânicos no Brasil – Fazenda da Toca

Quando você viaja para outros países, principalmente a América do Norte, percebe a consciência ecológica da população. É incrível o número de produtos orgânicos disponíveis para consumo. No Brasil ainda estamos caminhando devagar e devemos louvar iniciativas, tem a Demétria em Botucatu, etc.

Um empreendimento notável é a Fazenda da Toca:

Comer ovo faz bem (exceto quem segue alimentação Vegan) e se for caipira é o ideal. Nada de ovo comum onde as galinhas são obrigadas a botar mais de 1 vez por dia, deixando-as estressadas e claro que o ovo não é perfeito, não esquecendo das rações feitas com restos. Na Fazenda da Toca até as rações são feitas com muito cuidado, lá mesmo:

E a Demétria foi uma das pioneiras:

A parte social é muito bem cuidada também na Demétria, no bairro:

 

Esfiha em São Paulo? Arroz com lentilha?

Quem não gosta de comer uma esfiha deliciosa? Qual a melhor esfiha de São Paulo? Difícil responder pois são muitas as opções na cidade. As dicas que dou são de lugares até que simples mas com produto de qualidade.

Em primeiro lugar disparado, a melhor esfiha de catupiri (marca Catupiry) da cidade de São Paulo é a da Casa Garabed. O catupiri transborda para fora da esfiha fechada. Um dia você tem que experimentar. O local é um pouco difícil de achar, mas não deixe de ir: Rua José Margarido, 216, Santana (altura do 882 da Alfredo Pujol – mas a Rua só desce – suba pela General Bagueira (final às esquerda e esquerda novamente)). Abre de quarta a domingo.

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A melhor esfiha aberta de Zattar é a da Jaber (Rua Domingos de Moraes, 86 – Paraiso):

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A melhor esfiha fechada de Escarola é a do Yokoyama da Av. Lins de Vasconcelos, 1365 (diz que é Cambuci – prefiro Aclimação):

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Locais onde você come uma boa esfiha:

Esfiha Juventus na Rua Visconde de Laguna, 152, Mooca – rua bem movimentada à noite nos finais de semana:

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Esfiha Imigrantes (sempre com filas) na Av. Ricardo Jafet, 3332 – Vila Gumercindo – um pouco antes da Bosque da Saúde:

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Arroz com lentilha? Um local muito simples em frente do Yokoyama e que vale a pena conhecer. A cebola que acompanha o prato é feita com muita qualidade, peça até um reforço na cebola. Casa da Esfiha na Av. Lins de Vasconcelos, 1364 (diz que é Vila Mariana – prefiro Aclimação)

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Rodas forjadas em alumínio

No site da Alcoa lemos: A Alcoa é a única fabricante de rodas forjadas de alumínio do mundo e equipa veículos fabricados nas mais importantes montadoras. A inovação inicia-se no processo de produção, já que as rodas são forjadas a partir de uma única peça de alumínio, sem a necessidade de solda. Indicadas para todos os segmentos de veículos comerciais, como caminhões, ônibus, micro-ônibus e semirreboques, as rodas forjadas de alumínio proporcionam diversos benefícios. Em comparação com rodas de aço, são 50% mais leves, resultando na redução de até 800 kg no peso total do veículo. Essa diminuição proporciona o aumento da capacidade de carga transportada e a redução no consumo de combustível.

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As rodas forjadas de alumínio oferecem resistência, economia e segurança. Cinco vezes mais fortes e com o dobro de durabilidade das rodas de aço, os produtos não necessitam de pintura e duram até 15 anos (em condições normais de uso). Além disso, as rodas Alcoa dissipam melhor o calor, aumentam a vida útil de freios e amortecedores e resultam em um desgaste até 14% menor dos pneus. Por serem feitas totalmente em alumínio, as rodas forjadas podem ser 100% recicladas. Estudo realizado pela PE INTERNATIONAL, consultoria alemã especializada em sustentabilidade, concluiu que as rodas forjadas de alumínio Alcoa reduzem substancialmente a pegada ecológica de carbono dos veículos comerciais, favorecendo o transporte sustentável. Os produtos têm cinco anos de garantia e estão disponíveis no Brasil em diversas medidas e com três acabamentos diferenciados: Polido, Semi-brilho e Lvl-One®.

Uma prensa de 7000 toneladas estampa o bloco, forjando a roda. Depois é submetida a um tratamento térmico que confere à roda extrema resistência.

O leque de produtos da Alcoa na área de caminhões é grande:

Iochpe-Maxion fabricando rodas mundo afora

Rodas de alumínio:

Você imagina uma empresa do nosso Pais com mais de 18000 funcionários produzindo rodas mundo afora? Cuja capacidade de produção de rodas é de aproximadamente 89,2 milhões de rodas/ano com 40% dessa capacidade na Europa, 28% no Brasil, 24% na América do Norte e 8% na Ásia?

A Iochpe-Maxion é uma empresa que em 2009 adquiriu os negócios de rodas da ArvinMeritor no Brasil, México e Estados Unidos, os quais passaram a ser denominados Divisão Fumagalli. Em dezembro de 2010, visando aumentar sua capacidade de produção no México, a Companhia adquiriu os ativos relacionados aos negócios de rodas da Nugar S.A.P.I. de C.V., empresa mexicana controlada do grupo CIE Automotive. No início de 2012, concluíu o processo de aquisição do Grupo Galaz, grupo mexicano fabricante de longarinas de aço para veículos comerciais e da Hayes Lemmerz empresa norte-americana gigante fabricante internacional de rodas automotivas, de aço e de alumínio para veículos leves e de aço, para veículos.

Maxion Wheels produz e comercializa uma ampla gama de rodas em aço para veículos leves, comerciais e máquinas agrícolas e rodas em alumínio para veículos leves.

A Maxion Structural Components produz longarinas, travessas e chassis acabados para veículos comerciais e itens estampados estruturais para veículos leves.

No segmento ferroviário, através da joint venture AmstedMaxion, produz vagões de carga, rodas e fundidos ferroviários e fundidos industriais.

Maxion Wheels is the world’s largest global manufacturer of steel and aluminum wheels.

Bridgestone World Solar Challenge e a BSAM

Neste mês de outubro ocorreu a edição de 2015 da Bridgestone World Solar Challenge da Austrália. É uma aventura excitante e de plena consciência ambiental com carros movidos a energia solar. Foram 46 equipes de vários países participando, e com muitas emoções para cortar a Austrália e vencer os 3000 km do Norte para o Sul, de Darwin até Adelaide.

Atravessando a Austrália:

E chegaram a Adelaide depois de 3000km de aventura. Uma iniciativa muito interessante da Bridgestone, além de testar seus pneus.

Desde sua criação, a Bridgestone tinha o nosso sonho de se tornar uma empresa verdadeiramente global e estabelecer a marca Bridgestone, indiscutivelmente, como a número 1 do mundo e com muita qualidade.  A empresa surgiu como Bridgestone Tire Co., Ltd. em 1931, antecipando o futuro potencial de pneus para automóveis de passageiros. Seu fundador Shojiro Ishibashi utilizou uma tradução em Inglês de seu sobrenome para o nome da empresa: Bridgestone.

Como a indústria automobilística do Japão cresceu, o Grupo Bridgestone expandiu seus negócios para se tornar a maior fabricante de pneus do Japão. A empresa também se expandiu no exterior, especialmente na Ásia.

The Early Days

A Firestone Tire & Rubber Company, que Harvey Firestone fundou em Akron, Ohio, em agosto de 1900 – Bridgestone Tire Company Ltd., que Shojiro Ishibashi começou no Japão em 1931.

Bridgestone Corporation adquiriu Firestone em 1988 por US $ 2,6 bilhões, transformando as operações combinadas das empresas na maior empresa de pneus e de borracha do mundo. As operações nas Américas foram renomeados Bridgestone / Firestone, Inc. e se tornou a maior subsidiária da Bridgestone. Como parte de sua integração com as operações norte-americanas existentes da Bridgestone, Bridgestone / Firestone mudou sua sede de Akron para Nashville em 1992. Atualmente é chamado Bridgestone Americas (BSAM), consiste de uma família internacional de empresas com 52 instalações de produção e mais de 50.000 funcionários em todas as Américas.

Isso transformou Bridgestone em um dos maiores grupos de pneus e borracha do mundo, sempre focando: o mais alto nível de qualidade, serviço e tecnologia.

Durante a guerra na década 41-50 quase toda a produção da empresa foi utilizada para atender a demanda militar (e tinha outra opção?). Apesar de em 1945 terminar o conflito armado, a empresa tinha sido diretamente afetada pela guerra e enfrentou um desafio para reconstruí-la, sendo que todos os seus ativos no exterior foram perdidos. As fábricas em Kurume e Yokohama escaparam ilesos, e a empresa foi capaz de reiniciar a produção imediatamente após o fim da guerra. A empresa superou muitos obstáculos e eventualmente emergiu da guerra como uma organização mais forte.

Em 1951, a Bridgestone foi a primeira empresa no Japão a começar a vender pneus com cordão de rayon. Nesse ano também viu um outro edifício Bridgestone abriu em Kyobashi, Tóquio, que continha o Museu Bridgestone. As vendas ultrapassaram dez bilhões de ienes em 1953, colocando Bridgestone no topo da indústria de pneus no Japão, e as celebrações foram realizadas para comemorar o 25º aniversário do estabelecimento da empresa em Kurume, em 1956. Bridgestone começou a vender pneus de nylon em 1959. Para melhor atender as necessidades de um mercado automóvel em expansão, uma planta Tokyo recém-construído, foi inaugurado em 1960.

A aquisição da Bandag que tem sede na cidade de Campinas também reforçou a presença do grupo. A Bandag é altamente especializada em recauchutagem.

A Dayton que produz pneus para caminhões também faz parte do grupo.

Ea Bridgestone diversificou seus produtos em várias áreas como:

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